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A MALDIÇÃO DA CHORONA (THE CURSE OF LA LLORONA, 2018)
Título no Brasil: A Maldição da Chorona
Título Original: The Curse of La Llorona
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 93 minutos
Direção: Michael Chaves
Estreia no Brasil: 18/04/2019
Estúdio/Distrib.: Warner Bros. Pictures
Idade Indicativa: 14 anos

Ruim
A primeira coisa que nos aguça a curiosidade é o fato de "A Maldição da Chorona" ser baseado em uma lenda mexicana.
Só que esse fato não foi o suficiente para se criar um bom roteiro.
Primeiro longa de Michael Chaves, já responsável pelo terceiro filme da franquia "Invocação do Mal", e com produção do James Wan, explora nada sobre isso.

Logo no início do filme, sabemos que uma mulher mexicana afoga seus dois filhos, lá em 1673.
Mas o que motivou o crime?
O que levou uma mãe a afogar os próprios filhos?
Mesmo com versões distintas da lenda espalhadas ao redor do mundo, o longa não se preocupou em explicar.

Cena do filme (Reprodução)

Daí a história salta para a década de 70, onde Anna Garcia, uma assistente social norte-americana, viúva de um policial, se desdobra para criar os dois filhos, Chris e Samantha.

E a partir de uma investigação de maus tratos de uma mulher contra os filhos, a assistente social abre caminho para que o espírito da Chorona desperte o interesse em "adotar" seus filhos.
Para detê-la, Anna conta com a ajuda do Padre Perez (Tony Amendola) e Rafael Olvera (Raymond Cruz), ex padre e curandeiro, e que conhece bem a lenda.

Apesar de utilizar os famigerados jump scares, o uso do recurso não se faz suficiente para torná-lo um filme bom.
A caracterização da Chorona é dar pena.
É importante que o cinema retrate lendas ou histórias que rodam o mundo, mas que outros países não conhecem. Mas esta, definitivamente, foi jogada no lixo.



A MORTE TE DÁ PARABÉNS 2 (HAPPY DEATH DAY 2U, 2019)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns 2
Título Original: Happy Death Day 2U
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 100 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 21/02/2019
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM





SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



A MORTE TE DÁ PARABÉNS (HAPPY DEATH DAY, 2017)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns
Título Original: Happy Death Day
Ano Lançamento: 2017
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 96 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 12/10/2017
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM

SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



BRIGHTBURN - FILHO DAS TREVAS (BRIGHTBURN, 2019)
Título no Brasil: Brightburn - Filho Das Trevas
Título Original: Brightburn
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror
País de Origem: EUA
Duração: 91 minutos
Direção: David Yarovesky
Estreia no Brasil: 23/05/2019
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Idade Indicativa: 16 anos

Imagine um filme de terror tendo como protagonista um super herói.
Essa é a premissa de "Brightburn - Filho das Trevas", lançado em Maio desse ano.
O longa simplesmente é uma reciclagem da história do Superman, só que ao invés de salvar o mundo, o personagem principal quer destruí-lo.


SINOPSE

Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

O filme até que tenta ser levado a sério, mas difícil de engolir a história. Primeiro que o roteiro é raso.
O casal tá lá tentando engravidar, aí desistem porque o espaço mandou um bebê pra eles. Oi?
Em nenhum momento fica claro que eles tinham algo que impedisse a gestação.

Elizabeth Banks em cena de "Brightburn" (Divulgação)

Elizabeth Banks é um rosto conhecido de outros filmes, mas entrega junto com o marido, interpretado por David Denman, atuações que dão pena, de tão ruim.

O garoto Brandon, papel de Jackson A. Dunn, com seus superpoderes também foi bem mal aproveitado nas quase duas horas de filme.
Parece que faltou direção e bom senso do roteiro.

A única coisa louvável no filme inteiro são os efeitos. O filme é bem slasher, e as cenas mais tensas são muito bem executadas. (Destaque pra cena do carro lá do meio pro fim). Dignas de enjoo e asco.

Ao que parece, os produtores pensam numa continuação, o que não seria surpreendente, diante de uma Santa de filmes ruins sendo lançados ultimamente.
E esse é só mais um deles. Aviso: não crie expectativa, ok?


A SEREIA - LAGOS DOS MORTOS (RUSALKA - OZERO MYORTVYKH, 2018)
Título no Brasil: A Sereia - Lago dos Mortos
Título Original: Rusalka: Ozero myortvykh
Ano Lançamento: 2018
Gênero: Terror / Romance
País de Origem: Rússia
Duração: 90 minutos
Direção: Svyatoslav Podgaevskiy
Estreia no Brasil: 31/01/2019
Estúdio/Distrib.: Paris Filmes
Idade Indicativa: 12 anos
RUIM

O longa russo lançado no ano passado, tem seu lado bom, pra quem busca por "jump scare", uma vez que o desenrolar da história cria momentos de tensão.
Agora, se formos levar em consideração o todo, é ruim.

SINOPSE

La Sirena é uma jovem que se afogou séculos atrás e se tornou uma sereia malvada que se apaixona pelo noivo de Marina, Roman. La Sirena insiste em mantê-lo longe de Marina em seu reino da morte debaixo d'água.


ATENÇÃO AO SPOILER!

O spoiler que eu vou dar poderia ser considerado de utilidade pública.
De sereia, esse filme não tem nada.
Primeiro porque toda a história gira em torno de um caso de afogamento em um RIO, e não conheço nenhuma história em que sereias viviam em água doce.
O elenco não tem nomes conhecidos (bom, o filme é russo né?), e todos trazem interpretações sofríveis.
É aquele filme que você assiste, se assusta um pouco, mas que não vai recomendar pra ninguém.
Ou até recomende como um filme ruim.



A MALDIÇÃO DA FREIRA (THE DEVIL'S DOORWAY, 2019)


Já tinha assistido ao spin-off de "Invocação do Mal", o morno "A Freira" e, quando me deparei com este, me veio à cabeça que poderia ser uma versão da freira Valak, só que de Taubaté. Estava enganado.

"A Maldição da Freira", filme irlandês lançado no ano passado, apesar de todos os clichês do gênero, consegue assustar os amantes do gênero.

O título original "The Devil Doorway" (algo como O Portal do Diabo), talvez funcionasse melhor.
Mas sabe como é, Brasil e seus títulos pitorescos que nada tem a ver com a produção, em alguns casos.

(Divulgação)

SINOPSE

No Outono de 1960, os padres Thomas Riley (Lalor Roddy) e John Thornton (Ciaran Flynn) são enviados pelo Vaticano a um asilo de Madalenas (lares destinados a mulheres orfãs, grávidas, prostitutas e doentes mentais) para investigar um suposto fenômeno milagroso, onde as estátuas da Virgem Maria choram sangue. 
O que eles não imaginam é que o local guarda mais segredos, entre eles uma jovem grávida e aparentemente, possuída por forças demoníacas. 

O primeiro ponto a se destacar sobre "A Maldição da Freira" é a fotografia. 
A edição de imagem foi tão bem trabalhada que até parece que estamos assistindo um filme rodado na década de 60! Seja pela imagem quanto pela sonoplastia, tudo é impecável.

Todo o mérito pode ser atribuído à diretora estreante Aislinn Clarke, que fez com que o filme mesmo tratando de um tema já batido, ganhasse um frescor.

Cena do filme (Divulgação)

Cheguei a ler muitas críticas sobre o uso do famigerado found footage, aquela filmagem que parece caseira. Aqui ele não foge à regra de muitas produções de terror, mas desta vez usadas a seu favor.
O uso do recurso foi fundamental para as cenas mais tensas.

A Madre Superiora (Helena Bereen) guarda segredos sobre o asilo

O elenco não tem nenhum nome conhecido, mas isso também não faz a menor diferença.
As interpretações são boas, e podem ser considerada até acima da média para filmes de terror, que geralmente traz atuações sofríveis. 

Engraçado como "A Maldição da Freira" não teve uma divulgação à sua altura. Uma pena, pois o filme é muito bem estruturado, e desenvolve bem a história por trás dos mistérios do lugar, além de ser muito superior ao "A Freira", derivado de Invocação do Mal.



O CHAMADO DO MAL (MALICIOUS, 2018)

SINOPSE

Quando Adam (Josh Stewart) aceita um emprego como professor universitário, ele e sua esposa grávida, Lisa (Bojana Novakovic), se mudam para um novo lar nos arredores da cidade. Tudo parece perfeito, até que Lisa sofre um aborto em circunstâncias misteriosas. ​Agora, ​ela se vê assombrada por uma entidade maligna que começa a atormentar sua vida, fazendo-a questionar sua sanidade. Lisa terá que lutar contra a razão para encontrar respostas e descobrir o que aconteceu com seu bebê.


Mesmo usando alguns clichês dos mês de terror, "O Chamado do Mal" é uma decepção.
História confusa, não assusta e com atuações sofríveis.
Outras produções do gênero já usaram a premissa da gestação do Anticristo, mas aqui não deu pra entender se essa era de fato a intenção. Mas caso fosse, não funcionou. 
Ruim, perca minutos da sua vida com outro filme.

CLÍMAX (CLÍMAX, 2018)

Assistir "Clímax" até o fim não foi uma tarefa fácil.
O novo longa do diretor Gaspar Noé é uma sucessão de acontecimentos de deixar o espectador de estômago embrulhado (literalmente).

No inverno de 1996, um grupo de dançarinos se juntam em um galpão para participar da seleção para novos membros da companhia.



Em uma reunião regada a música alta e sangria, os candidatos começam a perceber que algo não vai bem. Alguém batizou a bebida oferecida. 

A partir daí, eles passam a tentar descobrir quem foi o autor da mistura de álcool e LSD, até que comecem a sentir os efeitos. 



Um dos pontos que mais me chamou a atenção foi a fotografia. A junção de locação, iluminação, e efeitos de câmera dão o tom em praticamente todo o longa.



Além disso, cenas gravadas em plano sequência, que, quando bem dirigidas, nos dá aquela impressão de estar participando do filme.

Duas curiosidades que tornam o filme ainda mais interessante: no elenco, somente dois atores profissionais: Romain Guillermic (David) e Sofia Boutella (Selva). Os demais eram dançarinos não atores.
O roteiro original, segundo o próprio diretor Gaspar Noé, só tinha cinco páginas (!). Ou seja, a maior parte das cenas foram - brilhantemente - improvisadas.

A trilha sonora é um espetáculo à parte. Produzida por Daft Punk, Gary Numan, Patrick Hernandez e Aphex Twin, ela está presente em quase todo o filme.

Conheço muito pouco da filmografia do diretor, então sou incapaz de compará-lo com outras produções. Mas sei que Gaspar Noé é bastante conhecido por chocar o público com seus filmes.

Mas depois de Clímax, me despertou a vontade de assistir os outros longas, e comentarei por aqui.

Em resumo, Clímax é um excelente filme repulsivo. Portanto, tenha estômago e psicológico para assisti-lo até o fim.




HALLOWEEN (HALLOWEEN, 2018)

Jamie Lee Curtis retorna ao seu papel icônico como Laurie Strode, que chega ao seu confronto final com Michael Myers, a figura mascarada que a assombra desde que ela escapou por pouco de sua matança na noite de Halloween, quatro décadas atrás.

O mestre de horror John Carpenter será o produtor executivo e atuará como consultor criativo neste filme, juntando forças com o atual produtor de terror do cinema, Jason Blum (Get Out, Split, The Purge, Atividade Paranormal). Inspirado pelo clássico de Carpenter, os cineastas David Gordon Green e Danny McBride criaram uma história que traça um novo caminho a partir dos eventos do filme de 1978, e Green também dirige.

Halloween também será produzido por Malek Akkad, cuja Trancas International Films produziu a série de Halloween desde a sua criação, e Bill Block (Elysium, District 9). Além de Carpenter e Curtis, a Green e a McBride produzirão sob a bandeira da Rough House Pictures.

Título no Brasil:Halloween
Título Original:Halloween
Ano Lançamento:2018
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:106 minutos
Direção:David Gordon Green
Estreia no Brasil:25/10/2018
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:16 anos




✪✪✪✪ ÓTIMO

Acompanhei poucos filmes da franquia "Halloween", mas pra quem é fã da Michael Meyers e Laurie com certeza irão gostar do novo filme.
A parte chata é que, se você nunca assistiu um filme da franquia (de preferência os primeiros), ou não conhece a história que envolve o serial Killer e a personagem da Jamie Lee Curtis, infelizmente vai ficar sem entender nada.
Ponto alto pra atuação de Jamie, que nunca decepciona.
Pra quem curte um bom filme de terror, é uma ótima pedida, principalmente, pelas cenas de morte, muito bem feitas.
Um ótimo filme.

ASSISTI "EU VI", SÉRIE DA NETFLIX (MAS QUERIA DESVER)

Depois de ter assistido a maravilhosa "A Maldição da Residência Hill", com uma vontade louca de maratonar (um feito só para os fortes, afinal, cada episódio tem quase 1 hora, alguns mais que isso), me deparo com "Eu Vi" no catálogo.

A série já começa errada pelo título: o original é "Haunted" (assombrado, em tradução livre). 
Ok. Decidi dar uma chance pra série depois de conferir o trailer.

Em tom documental, "Eu Vi" traz o relato de pessoas que tiveram, em algum momento da vida, algum tipo de experiência sobrenatural. Até aí tudo bem né, a gente adora ouvir um "causo".

No fim dos seis episódios desta primeira temporada, a minha reação:

Parabéns, Dona Netflix, que bela...porcaria!


A primeira impressão foi que, assim como outros realities americanos, os relatos estavam sendo feitos por atores, bem canastrões, diga-se de passagem. Nada crível. Ou seja, você não compra aquilo como algo de fato verídico.
Até os segredos do programa do João Kleber conseguem nos prender mais.



Diferente da outra série mencionada logo no início do post (e que de tão boa, precisamos enaltecer), "Eu Vi" é muito, mas muito ruim. E espero que a Netflix não invente de produzir segunda temporada.
Tanta série boa sendo cancelada, e olha onde eles gastam o dinheiro?!


Título Original: Haunted
Duração: 144 minutos
Ano produção: 2018
Estreia: 19 de Outubro de 2018
Distribuidora: Netflix
Classificação: 16 anos
Gênero: Documentário, Suspense e Terror
Países de Origem: EUA

✪ RUIM




"Eu Vi" me lembrou um dos clássicos da TV brasileira, que, se bobear, dava mais medo que a série da Netflix:

"A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL" É A NOVA SÉRIE DE TERROR DA NETFLIX QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR (SE TIVER CORAGEM)


"A Maldição da Residência Hill", nova série da Netflix, era tudo que fãs do terror precisavam, depois de um período de produções que deixaram a desejar no quesito "não vou dormir essa noite".

Reprodução: Netflix

Na adaptação do livro da escritora Shirley Jackson, publicado originalmente em 1959, a série dirigida por Mike Flanagan (assinou também a direção de "Hush - A Morte Ouve e Espelhos) , nos traz a história da família Crain, que, ao mudar-se para um casarão que pertencia à família Hill, se depara com acontecimentos sobrenaturais, fazendo com que os membros da família fujam rapidamente dali.

(Reprodução /Netflix)

Anos mais tarde, os filhos de Hugh e Olivia ainda carregam os traumas do período em que passaram na mansão assombrada.
Um dos pontos altos de "A Maldição da Residência Hill" é a eficácia em nos mostrar como fatos do passado influenciam na vida das crianças, agora adultas, sem deixar a narrativa confusa. Passado e presente se misturam de uma maneira que funciona muito bem, além dos ganchos presentes no fim de cada episódio, praticamente nos obrigando a querer maratoná-la.

(Reprodução / Netflix)

Outro ponto positivo é a qualidade no quesito fotografia, impecável, deixando as cenas muito mais assustadoras.

Apesar de "A Maldição da Residência Hill" se tratar de uma série de terror, o drama também é presente em alguns momentos da narrativa, mas nada que atrapalhe o suspense e o mistério que cerca a história da casa.

São dez episódios, e em alguns momentos você até pode achá-la meio arrastada, mas garanto, você não vai se arrepender. E não subestime o roteiro, nem tudo é o que parece.

A única parte chata é que em uma temporada, eles conseguiram finalizar a narrativa, sem deixar vestígios de continuação.

Ao Netflix, um pedido: Invista mais no gênero, a gente nunca te pediu nada!

✪✪✪✪ EXCELENTE


HEREDITÁRIO (HEREDITARY, 2018)

Eu demorei pra tentar definir "Hereditário". Sério.
O filme lançado em Junho deste ano, trata-se de um terror que logo ganhou os corações da crítica, assim como "A Bruxa", de 2015, pela ausência dos jump scares - ou sustos fáceis - e aquelas sequências que faz a gente pular da cadeira.
Alguns já o consideram "o filme mais aterrorizante de 2018". Será?

Toni Collete em cena de "Hereditário" (Divulgação)

Com roteiro e direção do estreante Ari Aster, "Hereditário" conta a história de Annie Graham (Toni Collette), mulher casada com Steve (Gabriel Byrne) e mãe de Peter (Alex Wolff) e Charlie (Milly Shappiro).

A família se vê afetada pela morte da mãe de Annie, quando coisas estranhas começam a acontecer, principalmente com Charlie, de quem a avó nutria um fascínio incomum.

Milly Shappiro (Divulgação)


Não se sabe, até este ponto do filme, se tudo aquilo é uma metáfora sobre o luto pelo qual a família está passando, ou se é real.

O fato é que o filme, na minha opinião, é mais perturbador que aterrorizante.
O filme é cheio de cenas bem pesadas, e daí é até compreensivo que não haja os jump scares. Não haveria necessidade.

Alex Wolff em cena de "Hereditário" (Divulgação)


Mas pelo barulho que o filme causou desde que foi exibido no Festival de Cinema de Sundance, em Janeiro deste ano, esperava algo mais impactante.
Sem tirar nenhum crédito atribuído a ele, mas comparar "Hereditário" com "O Exorcista", e "O Iluminado" soa um tanto exagerado.
O filme tem o seu valor, mas não chega a ser um daqueles que marcam.



A fotografia é excelente, e os atores estão ótimos em seus papéis. Toni Collette e Alex Wolff, principalmente.



Por fim, se é adepto do jumps scares, "Hereditário" vai te decepcionar. Caso contrário, assista, mas não superestime a produção. Apenas um bom filme de terror, sem ter como único objetivo assustar o espectador.

Vale lembrar que o filme é da produtora e distribuidora A24, que virou a queridinha dos críticos, e a mesma que produziu "Moonlight", "Lady Bird" e "Projeto Flórida", este último ganhador de Globo de Ouro e que concorreu no último Oscar na categoria Melhor Ator Coadjuvante, com Willem Dafoe.


Título no Brasil:Hereditário
Título Original:Hereditary
Ano Lançamento:2018
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:127 minutos
Direção:Ari Aster
Estreia no Brasil:21/06/2018
Estúdio/Distrib.:Diamond Films
Idade Indicativa:16 anos






QUANDO AS LUZES SE APAGAM (LIGHTS OUT - 2016)


Desde que era pequena, Rebecca tinha uma porção de medos, especialmente quando as luzes se apagavam. Ela acreditava ser perseguida pela figura de uma mulher e anos mais tarde seu irmão mais novo começa a sofrer do mesmo problema. Juntos eles descobrem que a aparição está ligada à mãe deles, Rebecca começa a investigar o caso e chega perto de conhecer a terrível verdade.O curta metragem "Lights Out", dirigido por David F. Sandberg,  foi o pontapé inicial para que o filme fosse produzido.O filme de curta duração viralizou na internet, e é assustador.
Confere aí:



Mais um filme produzido por James Wan, que é praticamente um coringa nas produções do gênero atualmente, "Quando as Luzes se Apagam" traz bons sustos e aquela vontade de dormir com a luz acesa.

Apesar do curta parecer criar mais tensão do que o longa, este cumpre seu papel no que diz respeito a susto fácil.
Vale lembrar também que, para um filme de baixo orçamento (quase todos do gênero são), foi bem produzido.
Só o final que deixa um pouco a desejar.


Título no Brasil:Quando As Luzes Se Apagam
Título Original:Lights Out
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:81 minutos
Direção:David F. Sandberg
Estreia no Brasil:18/08/2016
Estúdio/Distrib.:Warner Bros. Pictures
Idade Indicativa:14 anos
✪✪✪ BOM

O DIABO E O PADRE AMORTH (THE DEVIL AND THE FATHER AMORTH, 2018)

"O Exorcista", filme lançado em 1973 e que até hoje é considerado uma obra prima do terror, fez com que o diretor William Friedkin voltasse a abordar a possessão demoníaca, mais de 40 anos após o seu lançamento.

Tá amarrado!


Em "O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and The Father Amorth)", documentário que estreou no Netflix nesta segunda (20/07), Fridekin acompanha uma sessão de exorcismo realizada em 2015 pelo Padre Amorth (1925 -2016), reconhecido pelo Vaticano como exorcista.

O diretor foi convidado a acompanhar uma sessão de exorcismo, e registrou, sozinho, utilizando apenas uma câmera, a manifestação do demônio através de Cristina, uma arquiteta italiana, que já havia passado por oito (!) exorcismos, sem sucesso.

As imagens são fortes, mas aqui, nada de levitação, vômito verde e coisas do tipo, mas não deixa de ser assustador. Tudo acompanhado de uma trilha sonora excepcional, e aterrorizante.

Pra quem é fã do filme de 73, também vai curtir, pois logo no início, William Friedkin revisita locações do longa em Georgetown, além de depoimentos do autor do livro que deu origem ao filme, William Peter Blatty, que morreu no ano passado, explicando como teve a ideia de escrever sobre a garota que é possuída pelo Diabo.



"O Diabo e o Padre Amorth" vale muito a pena. Apesar de ser um doc, consegue ser melhor que muita produção de terror lançadas nos últimos tempos.

Título no Brasil:O Diabo e o Padre Amorth
Título Original:The Devil and the Father Amorth
Ano Lançamento:2018
Gênero:Documentário
País de Origem:EUA
Duração:68 minutos
Direção:William Friedkin
Estreia no Brasil:23/07/2018
Estúdio/Distrib.:LD Entertainment/The Ochard Movies
Idade Indicativa:12 anos

✪✪✪✪ ÓTIMO






"O DIABO E O PADRE AMORTH": DIRETOR DE "O EXORCISTA" LANÇA DOCUMENTÁRIO COM CENAS REAIS DE UM EXORCISMO
O diretor William Friedkin e o exorcista Gabriele Amorth (Divulgação)

"O Exorcista", filme lançado em 1973 e que até hoje é considerado uma obra prima do terror, fez com que o diretor William Friedkin voltasse a abordar a possessão demoníaca, mais de 40 anos após o seu lançamento.

Em "O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and The Father Amorth)", documentário que estreou no Netflix nesta segunda (20/07), Fridekin acompanha uma sessão de exorcismo realizada em 2015 pelo Padre Amorth (1925 -2016), reconhecido pelo Vaticano como exorcista.

O diretor foi convidado a acompanhar uma sessão de exorcismo, e registrou, sozinho, utilizando apenas uma câmera, a manifestação do demônio através de Cristina, uma arquiteta italiana, que já havia passado por oito (!) exorcismos, sem sucesso.

As imagens são fortes, mas aqui, nada de levitação, vômito verde e coisas do tipo, mas não deixa de ser assustador. Tudo acompanhado de uma trilha sonora excepcional, e aterrorizante.

Pra quem é fã do filme de 73, também vai curtir, pois logo no início, William Friedkin revisita locações do longa em Georgetown, além de depoimentos do autor do livro que deu origem ao filme, William Peter Blatty, que morreu no ano passado, explicando como teve a ideia de escrever sobre a garota que é possuída pelo Diabo.

Tá amarrado!


"O Diabo e o Padre Amorth" vale muito a pena. Apesar de ser um doc, consegue ser melhor que muita produção de terror lançadas nos últimos tempos.

Título no Brasil:O Diabo e o Padre Amorth
Título Original:The Devil and the Father Amorth
Ano Lançamento:2018
Gênero:Documentário
País de Origem:EUA
Duração:68 minutos
Direção:William Friedkin
Estreia no Brasil:23/07/2018
Estúdio/Distrib.:LD Entertainment/The Ochard Movies
Idade Indicativa:12 anos
✪✪✪✪ ÓTIMO






CORRA! (GET OUT!, 2017)


Não me lembro qual foi a última vez que um filme de terror concorreu na categoria de "Melhor Filme". Geralmente filmes do gênero não concorrem na categoria, talvez por serem fracos demais, na maioria das vezes.
Mas "Corra! (Get Out, 2017) não é um filme de terror qualquer.

O longa  marca a estreia do ator/comediante Jordan Peele como cineasta.
Foi Peele que escreveu e dirigiu o longa, que conta com o astro em ascensão Daniel Kaluuya como protagonista.

Quem assistiu o filme deve ter lembrado dele no episódio "Fifteen Million Merits", o segundo da primeira temporada de Black Mirror.

Daniel Kaluuya em cena de "Black Mirror"

O roteiro traz questionamentos raciais dos mais interessantes, e é isso que faz com que "Corra!" seja um dos meus preferidos a levar a estatueta de Melhor Filme. Tem chance.

E é claro que, por ter sido escrito por um comediante, cenas cômicas dão as caras em "Corra" através do personagem Rod Williams, amigo de Chris, vivido pelo comediante Lil Rel Howery.
Talvez você que ainda não assistiu deve estar pensando que comédia e terror não combinam, mas vai por mim, você pode estra enganado. Tudo na dose certa aqui.

"Corra!" tornou-se um dos filmes indispensável na minha lista de recomendações.
Sendo bem sincero, apesar de ter a minha torcida, provavelmente não leva a estatueta (se levar em consideração as premiações pré-Oscar, "Três Anúncios para um crime" sai vencedor. Ainda não assisti, mas quando rolar eu deixo minha crítica por aqui).
Mas é um filme que merece toda a nossa atenção, por fugir à regra dos filmes de terror, geralmente considerados "vazios".

SINOPSE

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação inter-racial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.


Título no Brasil:Corra!
Título Original:Get Out
Ano Lançamento:2017
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:104 minutos
Direção:Jordan Peele
Estreia no Brasil:18/05/2017
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:14 anos
✪✪✪✪✪ EXCELENTE





NUNCA DIGA SEU NOME (THE BYE BYE MAN, 2017)

Três estudantes saem para acampar no estado do Wisconsin, mas acabam perseguidos por uma criatura mística e sobrenatural, conhecida como "The Bye Bye Man".

Título no Brasil:Nunca Diga Seu Nome
Título OriginalThe Bye Bye Man
Ano Lançamento:2017
Gênero:Terror / Suspense
País de Origem:EUA
Duração:96 minutos
Direção:Stacy Title
Estúdio/Distrib.:Diamond Films








✪ RUIM

Preguiça desse filme!
Dá pra tomar alguns sustos, mas achei a história muito mal desenvolvida.
O filme é cheio de clichês, fato comum em filmes de terror claro. Mas esse é chato, não curti.
O HOMEM NAS TREVAS (DON'T BREATHE, 2016)

Quem curte um bom suspense com enredo que surpreende,  "O Homem nas Trevas" é uma boa pedida.
Dirigido por Fede Alvarez (A Morte do Demônio - 2013), e produzido por Sam Raimi (O Grito 2, Possessão), o filme traz uma produção simples e enxuta, mas que prende do início ao fim.
O interessante é o enredo que leva o telespectador a questionar seus valores.



O filme traz um trio de adolescentes, Rocky (Jane Levy, de Suburgatory e A morte do Demônio), Money (Corrente do Mal), casal de ladrões que coma ajuda de Alex (Dylan Minnette, de Deixe-me Entrar e Goosebumps), filho de funcionário de uma empresa de alarmes residenciais, assaltam casas, com entrada facilitada pelo conhecimento deste último, levando objetos de valor, tendo cada um motivos distintos para justificar os pequenos roubos.

O próximo assalto seria perfeito para eles.
A vítima da vez era um ex militar, que após uma explosão durante a guerra, perdeu a visão.
Além disso, descobriram que o homem havia perdido a filha em uma acidente causado por uma adolescente, e guardava o valor que recebeu como indenização na própria casa, em um bairro abandonado em Detroit.
Com todas essas vantagens, nada poderia dar errado.
Se enganaram.



Chega de dar Spoilers né?

O ponto forte do filme se dá a partir do momento em que o trio consegue entrar na casa do homem.
Devido a sua deficiência visual, o olfato e a audição ficam apurados e qualquer cheiro ou ruído fica perceptível à vítima, desenhado dessa forma até certo ponto do filme.
A casa guarda outros segredos do senhor, e que em nenhum momento do filme dá pra deduzir.


Faz tempo que não via um bom filme de suspense (o último que me lembro foi Os Suspeitos, de 2013), e "O Homem das Trevas" me surpreendeu.
O único deslize fica por conta da divulgação e promoção do longa.
O título Original é "Don't Breath" , fazendo alusão exatamente pelo que não se deve fazer pelos criminosos.
Aí no Brasil recebe o título de "O Homem Nas Trevas", ou seja, mais um filme com título nada a ver com o original.
Pra piorar, o poster promocional vende a imagem mais próxima de um filme de terror do que de um suspense como ele é.
É um filme imperdível, e vale muito a pena.


Título no Brasil:O Homem Nas Trevas
Título Original:Don't Breathe
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror / Suspense
País de Origem:EUA
Duração:88 minutos
Direção:Fede Alvarez
Estreia no Brasil:08/09/2016
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:16 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE


CABANA DO INFERNO (CABIN FEVER - 2016)


Remake do filme Cabana do Inferno (2002), onde um grupo de cinco amigos se isola em uma cabana na floresta e são aterrorizados por um vírus comedor de carne.


Título no Brasil:Cabana do Inferno
Título Original:Cabin Fever
Ano Lançamento:2016
Gênero:Comédia / Terror
País de Origem:EUA
Duração:93 minutos
Direção:Eli Roth
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:18 anos



Para a minha surpresa, "Cabin Fever" é um REMAKE de um filme de mesmo nome, lançado em 2002.
É aquele tipo de terror cheio de clichês, que você assiste por falta de opção de um filme do gênero que preste.
No final, nada se explica, o que é um fator crucial para a frustração do espectador.
Não tem nada melhor pra ver (o que é quase impossível), assista esse.
Nota 4.

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