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"SHIPPADOS": SÉRIE ABORDA RELACIONAMENTOS EM TEMPOS DE APPS COM HUMOR E DRAMA NA MEDIDA
Divulgação (Globo)

Produção original do GloboPlay, "Shippados" é uma série de comédia desenvolvida pela dupla Fernanda Young e Alexandre Machado, criadores de outros sucessos, sendo "Os Normais" o mais bem sucedido.

Com Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch como protagonistas, e que poderíamos descrever como o Rui e a Vani da era Millenial.

Reprodução / Globo

Enzo e Rita se conhecem em um bar, quando seus respectivos encontros, marcados em aplicativo, acabam desastrosamente.

A partir daí, a dupla parte em busca de explicações sobre o que seria um romance ideal.

Prefiro a Tatá como apresentadora ou fazendo algo no improviso, do que atriz sendo dirigida.
Eduardo Sterblitch conhecia dos tempos do "Pânico na TV" e sempre achei seu humor meio forçado.

Mas mudei de opinião depois de finalizar a série.

Tatá e Sterblitch convence como o casal fora da casinha, mesclando momentos de humor e drama como o roteiro afiado pede.
Tramas paralelas também dão as caras na série: o casal Brita e Valdir, o casal naturista que mora com Enzo, e Suzete, colega de trabalho de Rita, que se envolve com Hélio, colega de trabalho de Enzo.

Pra completar a trupe, Dolores, mãe da protagonista, é um show a parte.

Reprodução/ Globo

O trio de casais tornam-se ainda mais hilários quando estão juntos em cena, e cabe ao telespectador qual deles irá shippar.
Outro atrativo da série é sua trilha sonora, que vai de O Terno, passando por Céu, Elza Soares, Banda do Mar, Vanguart e etc. Maravilhosa.

Terminei Shippados com aquele gostinho de ver mais.
A produção é assinada pela Globo, mas nos faz lembrar de coisas que a MTV produzia no final dos anos 90.
Se levarmos em consideração as críticas positivas sobre as loucuras de #RiZo, teremos uma segunda temporada.


APPS, SEXO E SCI-FI: ESTA É "NOW APOCALYPSE", SÉRIE DO STARZ

Lançada pelo canal americano STARZ no mês de Março, "Now Apocalypse"é uma série diferente de tudo que a gente já viu por aí.
Ambientada em Los Angeles, acompanha a história de Ulysses (Avan Jogia, de Ghost Wars), e seus amigos Carly (Kelli Berglund) e Ford (Beau Mirchoff, de Awkward).

Divulgação (STARZ)

Descrita como "uma série de amadurecimento surreal", na verdade ela é uma mistura de Malhação, com bastante cenas de sexo, e ficção científica.
Ulysses é gay, e mora com Ford, o típico hétero com sexualidade frágil, e por quem nutre uma paixão platônica. 
Já Carly, muito bem resolvida, trabalha como Cam Girl e namora Jethro (Desmond Chiam), um aspirante a ator, só que sem nenhum talento.

Divulgação (STARZ)

Confesso que comecei a série bem empolgado, só que terminei a temporada com sentimento de frustração.
No geral, não era tudo aquilo que prometia. 
Nenhum dos personagens chega a ser cativante, além do roteiro raso.

Divulgação (STARZ)

Nenhuma história é completamente explicada ao público. 

É daquelas séries que a gente começa a assistir, mas acaba desistindo na metade (confesso que nem eu sei como consegui chegar até o final). 

Apesar da proposta incomum, "Now Apocalypse" não dá vontade de continuar assistindo.
E mesmo não tendo sido fenômeno de audiência, o STARZ renovou a série para mais uma temporada. Vai entender.

"DILEMA", SÉRIE DO CRIADOR DE "REVENGE", SÓ RENEÉ ZELLWEGER SALVA

Quando "Dilema" (What If) foi divulgada, a primeira coisa que chamou a atenção foi o nome de Mike Kelly como criador da série.
Pra quem não sabe, o escritor e produtor norte americano também é responsável por "Revenge", um sucesso mundial que teve 4 temporadas. Mike deixou a produção antes do desfecho.
Com isso, seria até possível justificar o final confuso e decepcionante da saga de vingança de Emily/ Amanda contra a família Grayson, em especial Victoria, que acabou roubando a cena durante toda a história (mérito de Madeleine Stowe).

Só que em "Dilema", Mike ficou do começo ao fim, e mesmo assim, não foi possível criar uma história equilibrada, pelo menos nesta primeira temporada. 

Reneé Zellweger vive Anne Montgomery, uma mulher poderosa que oferece a um jovem casal em dificuldades financeiras uma oportunidade incrível. Mas como tudo tem seu preço, eles terão que decidir o quanto estão dispostos a arriscar pela chance de ter tudo.

Muita gente comparou o enredo da série com o filme "Proposta Indecente", filme de 93 com a Demi Moore e Robert Redford, e de fato tem lá suas semelhanças (o filme é melhor).

Anne: Reneé Zellweger consegue roubar a cena em todos os episódios.

Assim como Victoria Grayson, a personagem de Renné Zellweger é a melhor coisa da série.
Não dá pra saber se Anne será a salvação da carreira da atriz, que há tempos tenta exorcizar o estigma de eterna Bidget Jones, personagem mais lembrado da carreira. E olha que Renné já ganhou Oscar de Atriz Coadjuvante por "Cold Mountain" de 2003.

A história principal é boa, consegue segurar nossa atenção, até a metade da história.
A partir daí, histórias secundárias ganham mais destaque e tudo começa a ficar meio confuso.
Em resumo, é uma série sobre casais.

Sean e Lisa colocam em risco o casamento para conseguirem dinheiro.

O casal Sean (Blake Jenner) e Lisa (Jane Levy) não trazem muita química, além de atuações sofríveis. Alás, nenhuma interpretação surpreendente em todo o elenco.
Renné ganha destaque neste quesito por estar em um papel do qual não estamos habituados a vê-la, e convenhamos, vilãs são muito melhores que mocinhas. rs

Além da trama central, a série aborda também sobre relacionamentos abertos, e traição com direito a gravidez de amante. Mais folhetinesca, impossível.

Não dá pra dizer que "Dilema" é uma ótima série, mas também não é ruim. 
Se você curte tramas novelescas com reviravoltas interessantes, é uma boa pedida, mas sem criar muita expectativa.



"DISQUE AMIGA PARA MATAR": APESAR DO TÍTULO RUIM, É UMA BOA SÉRIE


Não acredite quando ouvir falar que "Disque amiga para Matar" é uma comédia.
Apesar da péssima escolha do título no Brasil (o original é "Dead To Me"- Morto pra Mim, em tradução livre), está mais pra tragicomédia.
Com Christina Applegate e Linda Cardelinni, a série mistura drama com um toque humor negro, e thriller.
"Disque Amiga para Matar" foi desenvolvida por Liz Feldman, produtora de "2 Broke Girls", além da própria Chistina como produtora executiva.

SINOPSE

Jen (Applegate), uma corretora durona, se une a um grupo de apoio para tentar superar o luto pela morte do marido em um atropelamento.
É neste grupo que conhece Judy (Cardelinni), que também perdeu o noivo.
O que Jen não sabe é que Judy, apesar de toda a serenidade, esconde muitos segredos.

Com 10 episódios de aproximadamente 30 minutos, a série diverte, emociona e nos deixa tenso a cada cena. É uma daquelas histórias que dá vontade de maratonar.

Só nos resta saber se a história sustenta uma segunda temporada.

O destaque fica por conta das protagonistas, excelentes em seus papéis.
Em meio a tantas produções fracas, "Disque Amiga Para Matar" foge a regra e nos traz um enredo interessante e que entretém. Vale a pena.


BLESSING BE THE "FIGHT": SAIU O TRAILER DA TERCEIRA TEMPORADA DE "THE HANDMAIDS TALE"
Reprodução: YouTube

5 de Junho.

Esta é a data em que vamos saber o desenrolar dos acontecimentos depois que June desistiu de fugir no final da segunda temporada de "The Handamaids Tale".
O trailer divulgado pelo Hulu ontem (01/05), nos dá muitas pistas sobre vários personagens.
Mas a gente sabe que o trailer pode nos enganar. 
Assista: 


"SPECIAL": NOVA SÉRIE DA NETFLIX TEM PROTAGONISTA GAY COM PARALISIA CEREBRAL

Special estreou no ultimo dia 12, mas só assisti agora. 
E posso dizer que é simplesmente apaixonante.
Criada e estrelada por Ryan O'Connel, e inspirada em seu livro de memórias "I’m Special: And Other Lies We Tell Ourselves" (Sou Especial: E Outras Mentiras que Contamos para nós Mesmos, em tradução livre) a série beira a perfeição.
Primeiro porque cada episódio tem duração de aproximadamente 15 minutos (a gente já tá achando 40 minutos muita coisa pra uma série kkkk) , e abordam assuntos que poderiam ser tratados de uma forma pesada, mas aqui segue o caminho contrário.

Todos os dramas de Special são levados ao espectador de forma leve e bem humorada, mas é quase impossível não se emocionar.
O protagonista Ryan tem 28 anos convive com paralisia cerebral leve, que afeta sua coordenação. 
Além disso, é gay e mora com a mãe superprotetora Karen (Jessica Hecht).

Ryan O'Connel e Jessica Hecht em cena de Special (Divulgação/Netflix)
Ryan é estagiário na Eggwoke, onde conhece a melhor amiga Kim (Punam Patel), uma blogueira plus size sem papas na língua - e de quem até nós sentimos contade de ser amigos -  e tem de aturar as ofensas da chefe sem noção Olivia (Marla Mindelle). 

São oito episódios nesta primeira temporada, e que com toda a certeza terá continuação.
Ponto pra Netflix desta vez! 


ASSISTI "EU VI", SÉRIE DA NETFLIX (MAS QUERIA DESVER)

Depois de ter assistido a maravilhosa "A Maldição da Residência Hill", com uma vontade louca de maratonar (um feito só para os fortes, afinal, cada episódio tem quase 1 hora, alguns mais que isso), me deparo com "Eu Vi" no catálogo.

A série já começa errada pelo título: o original é "Haunted" (assombrado, em tradução livre). 
Ok. Decidi dar uma chance pra série depois de conferir o trailer.

Em tom documental, "Eu Vi" traz o relato de pessoas que tiveram, em algum momento da vida, algum tipo de experiência sobrenatural. Até aí tudo bem né, a gente adora ouvir um "causo".

No fim dos seis episódios desta primeira temporada, a minha reação:

Parabéns, Dona Netflix, que bela...porcaria!


A primeira impressão foi que, assim como outros realities americanos, os relatos estavam sendo feitos por atores, bem canastrões, diga-se de passagem. Nada crível. Ou seja, você não compra aquilo como algo de fato verídico.
Até os segredos do programa do João Kleber conseguem nos prender mais.



Diferente da outra série mencionada logo no início do post (e que de tão boa, precisamos enaltecer), "Eu Vi" é muito, mas muito ruim. E espero que a Netflix não invente de produzir segunda temporada.
Tanta série boa sendo cancelada, e olha onde eles gastam o dinheiro?!


Título Original: Haunted
Duração: 144 minutos
Ano produção: 2018
Estreia: 19 de Outubro de 2018
Distribuidora: Netflix
Classificação: 16 anos
Gênero: Documentário, Suspense e Terror
Países de Origem: EUA

✪ RUIM




"Eu Vi" me lembrou um dos clássicos da TV brasileira, que, se bobear, dava mais medo que a série da Netflix:

"A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL" É A NOVA SÉRIE DE TERROR DA NETFLIX QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR (SE TIVER CORAGEM)


"A Maldição da Residência Hill", nova série da Netflix, era tudo que fãs do terror precisavam, depois de um período de produções que deixaram a desejar no quesito "não vou dormir essa noite".

Reprodução: Netflix

Na adaptação do livro da escritora Shirley Jackson, publicado originalmente em 1959, a série dirigida por Mike Flanagan (assinou também a direção de "Hush - A Morte Ouve e Espelhos) , nos traz a história da família Crain, que, ao mudar-se para um casarão que pertencia à família Hill, se depara com acontecimentos sobrenaturais, fazendo com que os membros da família fujam rapidamente dali.

(Reprodução /Netflix)

Anos mais tarde, os filhos de Hugh e Olivia ainda carregam os traumas do período em que passaram na mansão assombrada.
Um dos pontos altos de "A Maldição da Residência Hill" é a eficácia em nos mostrar como fatos do passado influenciam na vida das crianças, agora adultas, sem deixar a narrativa confusa. Passado e presente se misturam de uma maneira que funciona muito bem, além dos ganchos presentes no fim de cada episódio, praticamente nos obrigando a querer maratoná-la.

(Reprodução / Netflix)

Outro ponto positivo é a qualidade no quesito fotografia, impecável, deixando as cenas muito mais assustadoras.

Apesar de "A Maldição da Residência Hill" se tratar de uma série de terror, o drama também é presente em alguns momentos da narrativa, mas nada que atrapalhe o suspense e o mistério que cerca a história da casa.

São dez episódios, e em alguns momentos você até pode achá-la meio arrastada, mas garanto, você não vai se arrepender. E não subestime o roteiro, nem tudo é o que parece.

A única parte chata é que em uma temporada, eles conseguiram finalizar a narrativa, sem deixar vestígios de continuação.

Ao Netflix, um pedido: Invista mais no gênero, a gente nunca te pediu nada!

✪✪✪✪ EXCELENTE


"BLOSSOM" É UMA DAS MELHORES SÉRIES ADOLESCENTES DOS ANOS 90!

Muito antes do surgimento do Netflix ou da popularização da internet e dos downloads via torrent, o SBT foi o principal meio de assistir séries aqui no Brasil.
Nos anos 90 e início dos anos 2000, o canal do Silvio Santos poderia facilmente ser considerado o nosso "serviço de streaming" na TV aberta, quando esse termo talvez nem existisse ainda.

Uma das séries que marcou a infância de muita gente é Blossom, produzida pela NBC em 1991 com 5 temporadas, e exibida aqui no Brasil pelo SBT entre 1997 e 2001 (mas sendo resgatada pelo Tio Silvio esporadicamente, até 2006).


Na série, Blossom é uma garota de 15 anos, filha caçula de Nicky Russo (Ted Wass).
Além do pai, morava com dois irmãos: Anthony(Michael Stoyanov) e Joey (Joey Lawrence).
A mãe da protagonista, Bárbara, era uma aspirante a cantora que havia se separado de Nick para tentar a carreira em Paris.

Sem uma presença feminina em casa, tão importante nessa fase da vida, cheia de questionamentos, cabia à melhor amiga Six (Jenna von Oÿ) cumprir esse papel.

Pouca gente sabe, mas segundo o criador de Blossom, Don Reo, o desejo original era de que o protagonista da série fosse um garoto.
Em entrevista à EW, Don disse:

 "Eu queria fazer uma série sobre a raiva adolescente". 

“Esse foi o desejo original, algo real dentro do mundo da sitcom, sobre um garoto que estava sofrendo coisas normais da adolescência. O nome dele era Richie, e eu queria Stephen Dorff para o papel”.

Na versão original, Blossom seria a irmã mais nova do protagonista, interpretado por Dorff.

ABERTURAS

Não me recordo se houveram outras aberturas, mas as três abaixo são as que conhecemos na exibição pelo SBT:






Ano passado, Entertainment Weekly e People se juntaram e reuniram o elenco original da série, após 23 anos.



Não há como negar que Blossom tem lugar especial na memória afetiva, juntamente com outras séries que vamos relembrar por aqui.
#THROWBACK: "BLOSSOM" É UMA DAS MELHORES SÉRIES ADOLESCENTES DOS ANOS 90!

Muito antes do surgimento do Netflix ou da popularização da internet e dos downloads via torrent, o SBT foi o principal meio de assistir séries aqui no Brasil.
Nos anos 90 e início dos anos 2000, o canal do Silvio Santos poderia facilmente ser considerado o nosso "serviço de streaming" na TV aberta, quando esse termo talvez nem existisse ainda.

Uma das séries que marcou a infância de muita gente é Blossom, produzida pela NBC em 1991 com 5 temporadas, e exibida aqui no Brasil pelo SBT entre 1997 e 2001 (mas sendo resgatada pelo Tio Silvio esporadicamente, até 2006).


Na série, Blossom é uma garota de 15 anos, filha caçula de Nicky Russo (Ted Wass).
Além do pai, morava com dois irmãos: Anthony(Michael Stoyanov) e Joey (Joey Lawrence).
A mãe da protagonista, Bárbara, era uma aspirante a cantora que havia se separado de Nick para tentar a carreira em Paris.

Sem uma presença feminina em casa, tão importante nessa fase da vida, cheia de questionamentos, cabia à melhor amiga Six (Jenna von Oÿ) cumprir esse papel.

Pouca gente sabe, mas segundo o criador de Blossom, Don Reo, o desejo original era de que o protagonista da série fosse um garoto.
Em entrevista à EW, Don disse:

 "Eu queria fazer uma série sobre a raiva adolescente". 

“Esse foi o desejo original, algo real dentro do mundo da sitcom, sobre um garoto que estava sofrendo coisas normais da adolescência. O nome dele era Richie, e eu queria Stephen Dorff para o papel”.

Na versão original, Blossom seria a irmã mais nova do protagonista, interpretado por Dorff.

ABERTURAS

Não me recordo se houveram outras aberturas, mas as três abaixo são as que conhecemos na exibição pelo SBT:






Ano passado, Entertainment Weekly e People se juntaram e reuniram o elenco original da série, após 23 anos.



Não há como negar que Blossom tem lugar especial na memória afetiva, juntamente com outras séries que vamos relembrar por aqui.
SÉRIE COM UMA BOA DOSE DE SUSPENSE? ASSISTA "THE SINNER"

Para fugir um pouco do catálogo do Netflix (mesmo tendo séries ótimas, várias que ainda não assisti), resolvi recorrer à internet, em busca de séries ainda inéditas no Brasil, de preferência aquelas recém lançadas.
Foi assim que descobri as excelentes "Queen of The South", "Versailles", "The Handmaid's Tale", e outras que não me lembro.
E foi da mesma maneira que descobri "The Sinner", série produzida pelo canal USA Networks e lançada em Agosto, tendo 7 episódios na primeira temporada.

(Reprodução/ Créditos: USA Networks)

A história gira em torno de Cora Tannetti (Jessica Biel, que também assina a produção executiva da série), uma mulher comum, casada e com um filho pequeno.
Todos moram numa pequena cidade de Nova York.
Logo no Pilot, já é possível perceber que algo atormenta Cora, resultado de algum acontecimento do passado.

Tudo muda quando numa manhã de sol, durante um passeio na praia, movida por um poder de fúria incontrolável e aparentemente sem explicação, Cora avança sobre um homem e o esfaqueia diversas vezes, usando a faca que cortava a fruta para o filho.

(Reprodução/ Créditos: USA Networks)

Com isso, é presa e durante o julgamento considera-se culpada, dispensando até advogado de defesa.
Esse comportamento desperta o interesse do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman), que começa a buscar respostas do motivo que levou Cora a tomar aquela decisão.

A cada episódio, o suspense em torno do passado de Cora aumenta, o que nos deixa com mais vontade de acompanhar o próximo, justamente pelo fato de conhecer o assassino, mas desconhecer os motivos que o levaram a cometer o crime.

(Reprodução/ Créditos: USA Networks)

A série é baseada no best-seller de mesmo nome, escrito por Petra Hammesfahr, e é uma excelente pedida pra quem curte tramas policiais com uma dose pesada de suspense.

AS LUTAS FEMININAS E OS ANOS 80 ESTÃO DE VOLTA EM "GLOW"

Apesar de ser uma série excelente, como me custou finalizar Glow, que a Netflix lançou em Junho passado.
Me chamou atenção o fato da série ter os mesmos produtores de Orange is The New Black, e ser ambientada nos incríveis anos 80.
Mas, na minha opinião, faltou algo.
Terminei a primeira temporada com aquela sensação de... esperava mais.

SINOPSE

Los Angeles, 1980.
Ruth Wilder (Alison Brie) é uma atriz que, apesar do esforço, não tem tido muita sorte em obter um papel de destaque em Hollywood.
Até que ao ser convocada para um teste nada comum, onde mulheres precisam entrar numa batalha dentro de um ringue de luta livre, ela vê a chance de ascensão.
Está dada a largada para a produção de GLOW - Gorgeous Ladies Of Wrestling.


Existe alguma semelhança entre GLOW e OITNB: a protagonista sendo "engolida" pelas coadjuvantes é uma que ficou em evidência pra mim desde o primeiro episódio. Aliás, o legal das duas séries é que apesar de possuírem protagonistas, cada personagem tem sua história pessoal ganhando destaque em algum momento da história, no decorrer da temporada.




Os anos 80 é bem representado através de roupas, costumes, trilha sonora... é a década mais amada por nós que já passamos dos 30! (um beijo, Stranger Things, ansiamos pela sua volta!).
E tem mais: pra quem não sabe, GLOW realmente existiu nos anos 80, e foi exibido aqui no Brasil pelo SBT, com o nome de Luta Livre de Mulheres.


GLOW é ótima para entretenimento, mas não conseguiu me prender ainda.
A série já tem a segunda temporada confirmada pela Netflix. Espero que na próxima leva de episódios ela me cative mais.




O CÉU E O INFERNO SÃO MOTIVO DE PIADA EM "THE GOOD PLACE"

Seguindo o tom de comédia de "Unbreakable Kimmy Schimdit" e "Chewing Gum", "The Good Place" é uma ótima opção pra quem quer curtir uma comédia despretensiosa.
Criada por Michael Schur (Brooklyn Nine-Nine, Parks and Recreation) estreou na rede americana NBC em setembro do ano passado, e estreou no Netflix em 21 de Setembro.

Elenco principal da série - Reprodução

SINOPSE:

Depois que Eleonor Shellstrop é atingida e morta por um trator-reboque transportando um quadro de avisos para os produtos de disfunção erétil, acorda e descobre que entrou na vida após a morte. Mas quando ela é informada por seu mentor Michael que ela está no "lugar bom" por causa de suas boas ações, ajudando a levar as pessoas inocentes fora do corredor da morte, ela percebe que um erro foi cometido, pois as pessoas pensam que ela é outra pessoa com o mesmo nome.

Presa em um mundo onde ninguém amaldiçoa ou fica bêbado e todo mundo é sempre bom, Eleanor encontra-se presa entre ficar nesta vida após a morte ou encontrar uma maneira de voltar para sua vida mundana de volta à Terra. Como sua entrada no "lugar bom" causou interrupções desde a sua chegada. Agora Eleanor deve esconder seu passado comportamental mortal não tão perfeito de todos, caso contrário eles vão mandá-la para o "lugar ruim". Ela logo descobre que não é o único "erro" que foi enviado a esta vida após a morte, o que indica que talvez haja outros como ela se escondendo dentro do local.

Apesar de não achar que Kristen Bell seja tão cômica para o papel da protagonista da série, ela consegue dar conta do recado.

Jyaniu (Manny Jacinto) e Tahani-Al Jamil ( Jameela Jamil) - Reprodução

O destaque, na minha opinião, fica por conta do casal Tahani-Al Jamil ( Jameela Jamil) uma socialite com forte sotaque britânico, e William Jackson Harper como Chidi Anagonye, um suposto monge  que fez voto de silêncio na terra, e permaneceu assim no "Bom Lugar".
Outro personagem maravilhoso é Michael (Ted Danson), arquiteto responsável pelo bairro onde os personagens moram, e a personagem Janet, da D'Arcy Carden, uma mulher - robô que aparece sempre que seu nome é mencionado.

Janet (D'Arcy Carden) e Michael (Ted Danson) - Reprodução
Outros personagens principais como Chidi (William Jackson Harper), Jyaniu (Manny Jacinto) e Vicky (Tiya Sircar) também integram o elenco principal, mas na minha opinião, servem de "escada" pros outros personagens que eu já mencionei nesse texto.

O que nos faz sentir vontade de acompanhar a série, além do humor cheio de ironia (que eu particularmente adoro), é que não existe maniqueísmo: nenhuma personagem é só boa ou só ruim.

"The Good Place" já está na segunda temporada, e com a terceira já confirmada pela NBC.


Título no Brasil: Um Bom Lugar
Título Original: The Good Place
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Comédia
País de Origem: EUA
Duração: 25 minutos por episódio (aprox.)
Criação: Michael Schur

✪✪✪✪✪ ÓTIMO

















"CHEWING GUM " É UMA DAS MELHORES SÉRIES DE COMÉDIA DO NETFLIX!

Em busca de uma série com episódios curtos, pra poder assistir antes do sono me dominar, optei por "Chewing Gum".

Não havia lido nada sobre a série, com exceção da breve descrição do Netflix, então resolvi arriscar, pois como diz o velho ditado, de uma forma contemporânea, "não julgue a série pela capa".
Não me arrependi.



A série é protagonizada pela Michaela Coel, que dá vida a Tracey Gordon, jovem britânica de família extremamente religiosa, e noiva de Ronald, que tem como lema do relacionamento manter a castidade até o casamento

Mas Tracey não pretende seguir a mesma regra. Para tentar seduzir o noivo, a jovem decide pedir ajuda da amiga Candice (Danielle Walters), bem mais "experiente" no assunto, e da avó de Candice, Esther. Este é um dos momentos mais hilários do piloto.


A vontade de não ser mais virgem é tanta que toda vez que Tracey fica excitada, seu nariz sangra.

A tentativa de levar o noivo pra cama não vinga, e Tracey se vê interessada por Connor, seu vizinho.
A trama é simples, cada episódio dura em torno de 20 minutos, mas já é o suficiente pra nos fazer dar muita risada.
O mais engraçado é a ingenuidade de Tracey quando o assunto é sexo e relacionamento.

O que deixa a série ainda mais divertida é que os outros personagens também são hilários, complementando as cenas em que a protagonista está presente.

A série tem duas temporadas, e havia sido cancelada no ano passado. Porém, parece que o canal E4 voltou atrás na decisão, e renovou para uma terceira, ainda sem previsão para lançamento.



Uma dica: Se você costuma assistir série dublada, tente fugir à regra e assista CG legendada. O sotaque britânico dá o tom mais engraçado às trapalhadas de Tracey.


✪ EXCELENTE

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