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NOVA MTV RESSUSCITA PARADA SEMANAL DE CLIPES COM "MTV TOP 20"
Logo do "MTV TOP 20" (Reprodução:MTV/Viacom)

Desde que a Viacom retomou o comando da MTV no país, em 2013, a impressão que se tinha era de que toda e qualquer referência a programas lançados pela MTV Brasil (Abril) não seria utilizada.
Foi uma enxurrada de reality shows de pegação - e dublados! - e pouco espaço para videoclipes. 
Uma pena, afinal, foram eles os responsáveis pelo nascimento do canal.

Agora, pelo visto, algo mudou.
No próximo sábado, a emissora, agora de TV a Cabo, estreará o "MTV TOP 20", uma parada de videoclipes semanal, escolhida pelo público em votação pelo site do canal.

Para quem não se recorda, na antiga MTV funcionava assim: durante a semana, o público tinha o saudoso "Disk MTV", parada com os dez clipes mais pedidos pelo público via telefone. 
No sábado, os 20 clipes mais votados durante a semana eram compilados no "Top 20". 




Algumas alterações foram feitas no "MTV TOP 20".
Diferente do anterior, onde o telespectador podia votar livremente no seu clipe favorito, o novo programa traz uma lista com 50 clipes pré selecionados, onde os mais votados formarão a parada.
A outra mudança é que não haverá um VJ comandando a atração, como Sabrina Parlatore, Astrid, Sarah Oliveira e Cuca fizeram na versão da Abril. Uma pena.

O "MTV TOP 20" será exibido a partir do meio dia, a partir do dia 27/04.

Esta é uma das mudanças da versão do canal pela Viacom, detentora da marca.
Já existia um interesse dos executivos da emissora em limar a fama de "canal de pegação" e apostar em novos formatos e fazer da música seu principal foco.
No fim do ano passado, o site Noticias da TV havia anunciado o fim da versão brasileira de "Are You The One" e o retorno de um dos produtos mais consagrados do canal musical: O Acústico.

O último show desplugado produzido pela MTV foi em 2011, com Arnaldo Antunes.
Agora só falta ressuscitar a marca "VMB" porque "MTV MIAW"( já confirmado para este ano e com votação aberta) é demais né?

"SHARP OBJETCS", NOVA SÉRIE DA HBO, APOSTA EM SERIAL KILLER E PROTAGONISTA QUE PRATICA AUTOMUTILAÇÃO
Amy Adams (ao centro) com a mãe (Patricia Clarkson) e a irmã caçula (Eliza Scanlen) (Divulgação/HBO)

Estrelada por Amy Adams , Sharp Objetcs já teve seu terceiro episódio exibido pela HBO no último domingo.
A série é baseada no livro Sharp Objetcs (ou Objetos Cortantes, no Brasil), best seller escrito por Gillian Flynn.

Assisti dois deles e minha reação até agora foi essa:

Que que tácontessenu?

O fato é que a série, dirigida por Jean Marc Vallée, que também dirigiu a maravilhosa Big Little Lies, também da HBO, é cheia de mistérios não apresentados logo de cara.



Camille Preaker (Amy Adams), uma repórter de St. Louis retorna à sua terra natal, a pedido do chefe, para cobrir o assassinato de adolescentes, supostamente por um serial killer.

Só que para isso, Camille vai precisar enfrentar fantasmas do passado: o reencontro com a mãe autoritária (Patricia Clarkson), a irmã mais nova dissimulada (Eliza Scanlen), e os motivos pelos quais fizeram com que mudasse de cidade, mergulhasse no álcool e na mutilação do próprio corpo, aumentando ainda mais o suspense em torno do enredo da série.

Sendo bem sincero, não sei o que dá mais raiva: roteiro previsível ou roteiro quebra cabeça que, como acontece em "Sharp Objetcs", você precisa ir juntando peças, como um quebra cabeça, pra tentar entender a história. Sou ansioso, gente!
Mas de qualquer forma, a série está cumprindo seu papel que é prender a atenção, nos fazendo querer saber o desenrolar da histórias nos episódios seguintes.

A HBO anunciou que Sharp Objects terá apenas uma temporada, com total de oito episódios.
Está sendo exibida às 22 horas, na HBO.

Título no Brasil:Sharp Objects
Título Original:Sharp Objects
Ano Lançamento:2018
Gênero:Suspense/Drama
País de Origem:EUA
Duração: em torno de 50 minutos/episódio
Direção:Jean Marc Vallée
Estreia no Brasil:08/07/2018
Estúdio/Distrib.: HBO
Idade Indicativa:16 anos
✪✪✪ BOM







POSE: NOVA SÉRIE DO RYAN MURPHY REVIVE A CULTURA DOS BAILES LGBTQ DOS ANOS 80

A primeira coisa que você deveria fazer antes de assistir "Pose", nova série do FX, é conferir o documentário "Paris is Burning".

Dirigido por Jennie Livingston e lançado em 1991, o filme retrata os bailes (balls) promovidos pela comunidade LGBT de Nova York nos anos 80.

A festa, composta por gays, travestis e transexuais muitas vezes expulsos de seus lares pela rejeição da família devido sua condição sexual, competiam entre si para um júri, que dava notas em quesitos como figurino e atitude, por exemplo, sempre baseados numa temática específica.

Muitas referências aos bailes daquela época foram resgatadas por RuPaul, durante as temporadas do RuPaul's Drag Race, afinal, ela vivenciou este período.

E Pose usa como referência o documentário, além da consultoria de figuras que pertenceram a este manifesto cultural daquela década (Sol Williams, Hector Xtravaganza e Skylar King), para tornar a série o mais fiel possível do que foi a cultura dos "balls".

Os LGBTQ's, após a rejeição da própria família, muitas vezes não tinham para onde ir e acabavam nas ruas, ou eram acolhidos por "casas", lares adotivos para a comunidade.
Cada casa possuía sua "mãe", e sobrenome próprio, que eles atribuíam ao nome após serem integrados no novo lar.

MAIOR ELENCO TRANSGÊNERO DA HISTÓRIA

live... work...POSE! (Divulgação)

Criada por Ryan Murphy e Steven Canals, Pose já chega quebrando um recorde maravilhoso: é a primeira produção da TV norte-americana com maior número de atrizes trans compondo o elenco principal: MJ Rodriguez (Blanca Rodriguez), Dominique Jackson (Elektra Abundance), Indya Moore (Angel), Hailie Sahar (Lulu Abundance) e Angelica Ross (Candy Abundance).

MJ Rodriguez (Blanca Rodriguez)

Indya Moore (Angel)

Dominique Jackson (Elektra Abundance)

Angelica Ross (Candy Abundance)

Hailie Sahar (Lulu Abundance)


Ou seja, nada de homem hétero travestido.

Blanca e Elektra são as "mothers" das casas Evangelista e Abundance, respectivamente, e as responsáveis pelas melhores disputas nos "balls"da temporada.

Estão no elenco Evan Peters (cêjura), Kate Mara (House of Cards), James Van Der Beek (O Dawson de Dawson's Creek), Billy Porter, Ryan Jamaal Swain, Charlayne Woodard, e Angel Bismark Curiel.


EPIDEMIA DA AIDS, CIRURGIA DE REDESIGNAÇÃO SEXUAL E AMOR PROIBIDO

Mas não só de bailes que a série retrata.
A epidemia da Aids, quando ainda o contágio do vírus ainda era visto como sentença de morte e "praga gay", é um tema bastante abordado, dando peso a carga dramática de Pose.

Além disso, o drama vivido pelas transexuais e a possibilidade de realizar a cirurgia para a mudança de sexo é outro tema que a série traz.

No quesito romance, Pose traz a paixão entre uma transexual e um magnata, hétero e casado, ou seja, episódios cheios de ganchos que nos deixa ansiosos e apreensivos aguardando o próximo.

Apesar de tantos temas e sub-tramas, a primeira temporada da série só vai ter OITO episódios.
Mas não fiquemos tristes, pois Pose já tem segunda temporada garantida. Can I Get an Amen? 

Já consegui assistir a seis deles e em resumo: IM-PER-DÍ-VEL!

Pra quem já acompanha as produções assinadas pelo Ryan Murphy, não vai se decepcionar, garanto.

Ah, e a trilha sonora é um show a parte!

Pose é exibida no FX lá na gringa, e aqui no Brasil estreia no segundo semestre, pelo FOX Premium.
(Mas se você é ansioso como eu e não vai querer aguardar até lá, os episódios estão disponíveis para download pela internet).

NOVELA VELHA : A GATA COMEU É A NOVELA MAIS ANOS 80 QUE VOCÊ RESPEITA!

A novela que foi febre em 1985 e nas suas reprises de 1989 e 2001, volta hoje no Canal Viva.
"A Gata Comeu", escrita por Ivani Ribeiro, é uma das novelas mais pedidas pelos telespectadores do Viva desde o seu lançamento em 2010.
Também pudera: a novela pode facilmente ser considerada a mais oitentista entre todas lançadas naquela década.

SINOPSE:

Jô Penteado é a mulher que já ficou noiva sete vezes sem ter entregue sua paixão a nenhum dos noivos, famosa por fazer deles gato e sapato. Geniosa, mimada e sonâmbula, ela embarca numa excursão escolar à Angra dos Reis, promovida pelo pacato e metódico professor Fábio. Mas uma pane faz com que o barco desvie de sua rota e vá parar numa ilha desconhecida e distante.

Dados como mortos, eles passam alguns meses perdidos e a convivência faz com que nasça um amor tempestuoso entre Jô e Fábio que passam a viver, feito cão e gato, um tumultuado romance que percorre toda a trama – apesar das armações de Gláucia, a irmã invejosa de Jô, e de Paula, apaixonada por Fábio.


Autoria: Ivani Ribeiro
Colaboração: Marilu Saldanha
Direção: Herval Rossano e José Carlos Pieri
Direção-geral: Herval Rossano
Supervisão: Daniel Filho
Período de exibição: 15/04/1985 – 19/10/1985
Horário: 18h
Nº de capítulos: 160


Elenco: 

Alberto Perez – diretor do colégio
Alfredo Murphy – Benjamin
Ana Luiza Folly – Cecília
Anilza Leoni – Ester Penteado
Aracy Cardoso – Zazá
Arlete Salles – participação especial
Bia Seidl – Gláucia
Carlos Freitas – participação especial
Christiane Torloni – Jô Penteado
Claudia Wagner – criada
Cláudio Corrêa e Castro – Gugu
Cosme dos Santos – participação especial
Danton Jardim – amigo de Jô (participação especial)
Danton Mello – Cuca
David Pinheiro – Zé Bento
Deborah Evelyn – Lenita
Diana Morel – Ofélia
Dirce Migliaccio – Conceição
Doc Comparato – participação especial
Eduardo Ribas – participação especial
Eduardo Tornaghi – Rafael
Élcio Romar – Zé Mário
Eliane Narduchi – Iara
Ênio Santos – delegado (participação especial)
Eva Todor – participação especial
Fátima Freire – Paula
Fernando Bastos – participação especial
Fernando Lajes – participação especial
Germano Filho – Vicente
Gonzaga Blota – participação especial
Grande Otelo – participação especial
Herval Rossano – participação especial
Jayme Periard – Tito
João Signorelli – participação especial
Joel Grijo – contínuo
Jomba – guarda (participação especial)
Jorge Luiz – porteiro
José Mayer – Edson
Juan Daniel – Padre Aurélio
Juliana Lucas Martin – Verinha
Juliana Martins – Suely
Júnior Prata – Mauro
Kátia Moura – Adriana
Kleber Macedo – Televina
Laerte Morrone – Vitório/ Conde de Parma
Leonardo José – policial
Levy Salgado – participação especial
Luiz Carlos Arutin – Oscar
Marcio Roubach – participação especial
Marilu Bueno – Tetê
Marina Miranda – Nair
Mauro Mendonça – Horácio Penteado
Mayara Magri – Babi
Miguel Rosemberg – diretor do colégio 
Milton Moraes – participação especial
Monah Delacy – Graziela
Neide Aparecida – enfermeira (participação especial)
Neuza Borges – empregada de Toni (participação especial)
Nina de Pádua – Ivete
Norma Geraldy – Dona Biloca
Nuno Leal Maia – Fábio Coutinho
Oberdan Junior – Xande
Paulo Figueiredo – participação especial
Paulo Pinheiro – secretário do colégio
Pedro Rocha – motorista de Horácio
Rafael Álvares – Cecéu
Regina Restelli – Kátia (participação especial)
Reynaldo Gonzaga – Dr. Antonio (participação especial)
Ricardo Vooght – repórter
Roberto Pirillo – Tony
Rogério Cardoso – agiota
Rogério Fróes – Martim
Rômulo Arantes – participação especial
Ronnie Von – participação especial
Silvio Perroni – Nanato
Sônia Regina – Alice 
Coordenação de produção: Maria Alice Miranda e Vicente Lobato
Equipe de produção: Mauro Raposo, Celso Santos, Renato S. Carneiro, Benvindo Caetano, Delphin Correa, Margareth Azeredo, Sergio Eduardo e Almir Chagas
Edição: Célio Fonseca e Manoel Jorge da Silva
Assistência de direção: Célio Azevedo
Produção de arte: Irene Black
Cenografia: Jorge Moreira e Ana Maria Mello
Figurinos: Sonia Gallotti
Guada-roupa: Zenilda Barbosa
Pesquisa: Ana Maria Blota
Continuidade: Celimar Brito Chaves
Maquiagem: Eric Rzepecki
Equipe de maquiagem: Rita Luzia de Souza, Mercedes de Mattos, Terezinha de Souza e Terezinha de Oliveira
Contra-regra: Ademir Nunes Fontes
Iluminação: Silvio Carneiro e Manoel Raimundo
Câmeras: Julio Santos, José de Oliveira e Evandro R. de Oliveira
Imagens de externa: Ricardo Gonzaga
Sonoplastia: Sergio Seixas
Apoio musical: Marcio Antonucci
Produção musical: Guto Graça Mello
Trilha sonora nacional: Francisco S. Junior
Trilha sonora internacional: Sidnei de Oliveira
Efeitos sonoros: Marcos Caetano
Trilha incidental: Aluisio Didier, Sergio Saraceni e Roger Henri
Gerência de operações: Mário Rogério Ambrósio
Produção executiva: Lya Mara
Gerência de produção: Carlos Henrique Cerqueira Leite
Direção de produção: Manoel Martins 

ABERTURA:






Lembro vagamente da reprise de 2001, no Vale a Pena Ver de Novo, mas não me chamou a atenção.
Agora, assistindo à reprise do Viva, constatei que "A Gata Comeu" é de fato, um clássico da nossa dramaturgia.
A novela é totalmente despretensiosa, com tramas simples, poucos núcleos, mas que cada um exerce um importante papel para o desenrolar da história.
E um detalhe importante, e que sempre me agrada nas novelas que assisto, é quando um núcleo passeia por outro. No caso desta, praticamente todos os núcleos estão interligados, direta ou indiretamente.



"A Gata Comeu" não é uma obra original. 
É uma adaptação de "A Barba Azul", exibida pela Tupi na década de 70, tendo Eva Wilma como a protogonista Jô.




Já no primeiro capítulo, acontece o temporal que desvia o barco de sua rota e leva os tripulantes a uma ilha deserta, onde ficaram por dois meses. Na exibição, os dois meses duraram duas semanas e, mesmo sendo ali que a vida de todos muda completamente quando retornam, é a parte mais chatinha.



Ao retornar da ilha, os sobreviventes vêem suas vidas transformadas, principalmente o Professor Fábio e Jô, os mais afetados.
O professor recebe a notícia de que foi substituído por Ivete (Nina de Pádua) no colégio, e Jô descobre que o então noivo Rafael (Eduardo Tronaghi) ficou noivo da meia irmã Gláucia (Bia Seidl).









TRILHA SONORA

NACIONAL 


Só Prá o Vento – Tema de Jô
Compositores: Bernardo Vilhena/ Ritchie
Intérprete: Ritchie

Choro – Tema de Edson
Compositores: Fábio Jr.
Intérprete: Fábio Jr.

Amigo do Sol, Amigo da Lua – Tema de Fábio
Compositores: Benito Di Paula/ Márcio Brandão Carneiro
Intérprete: Benito Di Paula

Seu Nome – Tema de Paula
Compositores: Byafra/ Piska
Intérprete: Byafra

Canção De Búzios – Tema de Ivete
Compositores: Pi/ Ronaldo Barcellos/ Sandra Sá
Intérprete: Sandra Sá

Doce Pecado – Tema geral
Compositores: Edinho Santa Cruz/ Piska
Intérprete: Santa Cruz

Comeu – Tema de abertura
Compositores: Caetano Veloso
Intérprete: Magazine

Eu Queria Ter Uma Bomba – Tema de Rafael
Compositores: Cazuza
Intérprete: Barão Vermelho

Sonho Blue – Tema de Jô
Compositores: Liliane
Intérprete: Liliane

Tipo One Way – Tema de Babi e Tito
Compositores: Joe Euthanazia/ Tavinho Paes
Intérprete: Ciclone

Solidão Vai – Tema de Martinho
Compositores: Hyldon
Intérprete: Hyldon

Fora de Prumo – Tema de Zé Mário
Compositores: Sérgio Sá
Intérprete: Sérgio Sá

Mania – Tema de Babi
Compositores: Daniel Simoni/ Nanni
Intérprete: Lápis de Cor

Dama e Vagabundo – Tema de Lenita e Edson
Compositores: Danilo
Intérprete: Danilo


INTERNACIONAL


I Should Have Known Better – Tema de Lenita e Edson
Compositores: Graham Lyle/ Jim Diamond
Intérprete: Jim Diamond

The Heat Is On – Tema de Tito e Babi
Compositores: Harold Faltermeyer/ Keith Forsey
Intérprete: Glenn Frey

Smooth Operator 
Compositores: Raymond St. John/ Sade
Intérprete: Sade

Everything I Need – Tema de Fábio
Compositores: Colin Hay/ Greg Ham/ Jerry Speiser/ John Rees/ Ron Strykert
Intérprete: Men at Work

Heaven – Tema de Babi
Compositores: Bryan Adams/ Jim Vallance
Intérprete: Bryan Adams

Dillo Tu – Tema de Vitório e Ivete
Compositores: A. K. Chater/ Fred Bongusto/ Sergio Iodice
Intérprete: Fred Bongusto

Brasileiro Train – Tema de Oscar
Compositores: Alfredo Miti/ Spray
Intérprete: Naima & Papagayo

I Was Born To Love You – Tema de Tony
Compositores: Freddie Mercury
Intérprete: Freddie Mercury

Everytime You Go Away – Tema de Paula
Compositores: Daryl Hall
Intérprete: Paul Young

Just Another Night – Tema de Jô
Compositores: Mick Jagger
Intérprete: Mick Jagger

Forever By Your Side – Tema de Jô e Fábio
Compositores: Larry Gottlieb/ Marc Blatte
Intérprete: Manhattans

We Can Change The World – Tema das crianças
Compositores: Eddie Sierra
Intérprete: Tremendo

Lovely Love – Tema de Vicente e Zazá
Compositores: John Gabrieli/ Terry Winter
Intérprete: Tery Winter and Silvia Massari

Caribe – Tema de Gláucia
Compositores: W. White
Intérprete: W. White


"A Gata Comeu" é uma das novelas mais representativas do anos 80 que a Globo produziu.
Ok, ela foi lançada em 85, mas pra quem não viveu aquela época, figurinos, trilha sonora, costumes, tudo está presente na trama.
E o grande apelo da novela é justamente por ser uma novela despretensiosa, sem histórias rocambolescas que deixam o público confuso.
Já se tornou uma das minhas novelas prediletas.
É exibida de Segunda a Sábado, às 15:30 com reprise à 00:30, no Canal Viva.
NOVELA : "PAI HERÓI" É NOVELÃO IMPERDÍVEL!

Este post deveria ter sido publicado na segunda, afinal, era o dia da estreia da reprise de "Pai Herói" no Viva.
Só que, mesmo sendo considerada uma das melhores novelas da Globo, e de Janete Clair, eu pouco sabia sobre ela.
Só sabia que o protagonista era o Tony Ramos e que a música tema era cantada pelo Fábio Junior.
Então, resolvi recorrer às pesquisas de material na internet e acompanhar a primeira semana pra opinar.

André Cajarana (Tony Ramos) com Ana Preta (Glória Menezes) e Carina (Elisabeth Savalla) (Reprodução/Globo)

A novela é dramalhão dos bons, bem ao estilo pelo qual Janete Clair ficou conhecida, se tornando uma das melhores autoras de novelas da TV Brasileira.
Tony Ramos, Elisabeth Savalla e Gloria Menezes formam o triangulo amoroso.



SINOPSE:


André Cajarana é tirado do orfanato pelo avô e passa a viver na cidade mineira de Paço Alegre. Criado com a ilusão de que seu pai era um grande homem, após a morte do avô, ele parte para o Rio de Janeiro para buscar sua própria identidade e tentar elucidar a morte do pai – tido como bandido – e inocentá-lo da acusação de ter roubado terras que não lhe pertenciam e ter inclusive matado um padre. A principal barreira é Bruno Baldaracci, um empresário mafioso, ex-sócio de seu pai, o maior envolvido na infâmia e no desaparecimento do homem – era casado com a viúva do próprio, Gilda.

Bruno Baldaracci (Paulo Autrna) e Gilda (Maria Fernanda)
Bruno (Jorge Fernando)

Em Nilópolis, município da Baixada Fluminense, André enfrenta Bruno, que tenta encobrir a verdade sobre seus negócios escusos. Impedido pelos Baldaracci de se aproximar de sua mãe, Gilda, André se mete em confusão e é acolhido por Ana Preta, dona da gafieira Flor de Lys, figura sofredora que sempre viveu em função de homens de mau caráter, inclusive de Bruno, com quem tem uma filha, Geni.

Ana Preta ( Glória Menezes) com Nancy (Regina Dourado) e Tarsila (Tessy Callado)

No outro lado da história está Carina, uma bailarina famosa, criada no seio da melhor família, tradicional e rica, os Limeira Brandão, liderados por Dona Januária, uma mulher dominadora. A avó de Carina é responsável pelo desequilíbrio da filha Walkíria que já foi apaixonada por César Reis e termina entregando seu amor a Gustavo, um vigarista que acaba arrebatado por ela.

Carina (Elisabeth Savalla)

César é um homem inescrupuloso que casou-se com Carina para tomar a liderança dos negócios da família Limeira Brandão. Carina abandona o marido mas perde a guarda da filha Ângela. É quando ela conhece André, que já a salvara de morrer afogada numa oportunidade anterior, e que agora, confundido com um ladrão, pede a ele para matá-la.

Carina com a mãe, Norah (Beatriz Segall) e Horácio (Emiliano Queiroz)

André e Carina fogem dos problemas no Rio e acabam apaixonados. Ainda acionista majoritária das empresas de sua família, Carina passa uma procuração para que André a represente perante os negócios. É quando André volta ao Rio e bate de frente com César Reis. E reencontra Ana Preta, sua protetora, apaixonada por ele.
Mas Carina é vítima de um atentado e a culpa recai sobre André.


FICHA TÉCNICA:

Autoria: Janete Clair
Direção: Walter Avancini, Roberto Talma e Gonzaga Blota
Período de exibição: de 29/01/1979 - 18/08/1979
Horário: 20h
Nº de capítulos: 178

Diretora de arte: Tisa de Oliveira
Coordenadores de produção: Gonçalves Silva e Antônio Chaves
Cenografia: Gilberto Vigna
Assistentes de cenografia: Renato Paldês, Mirella Nocera e Fábio Camara
Figurinos: Tawfik e Maria Lúcia Areal
Figurinista assistente: Geny Lourenço
Iluminação: Amadeu de Oliveira
Assistente de iluminação: José Carlos Botelho
Preparação de elenco: Cecil Thiré
Expressão corporal e coreografia: Eugenia Feodorova
Equipe de produção: Manoel A. Silva, Luiz Tornelli, Leirson Martins, Maria do Socorro e Carlos Domingos
Colaboração de criação: Eduardo Borsatto
Assistência jurídica: Fernando M. Barros
Coordenador de contra-regra: Ademir Nunes
Equipe de contra-regra: Luiz Alberto Correa, Antônio M. Filho, José Lúcio Del Rei, Wilson Nascimento, Sérgio Hélcio, Ricardo Virgílio, Antônio Moreau, Vidal Gaspar, Robson de Oliveira, Uibirá Moreira, e Walter Paiva e Walter Moreau
Equipe de guarda-roupa: Zildea Magalhães, Georgina do Amaral, Jorge F. Gomes e Naldimar Nascimento
Cenotécnico: Jorge Castellar
Coordenador de cenotécnica: Nelson Pacheco
Sonoplastia: Guerra Peixe Filho
Supervisor musical: Júlio Medaglia
Diretor musical: Geraldo Vespar
Câmeras: Edson Carvalho, Miroslav Neoral, José Cláudio e Ricardo Gonzaga
Operador de vídeo: Antônio Ramos
Operador de áudio: Nélio Costa e Luiz Carlos Botelho
Operadores de VT: Jorge Vicente Vidal, Marcos Mignon, Antônio Lopes, Paulo Lopes e Washington Carneiro
Supervisor de unidade portátil: Custódio dos Santos
Supervisor de unidade móvel: Ivo Soares
Supervisor geral de estúdios: Wilson Aquino
Supervisor geral de externas: Antonio Marzullo
Supervisor de centro eletrônico de produção: Fernando Olegário
Chefia de operações: Joel Motta
Pesquisas: Marilena Cury


ELENCO:

Aidée Miranda - Dra. Vanda
Alessandra Matos – Ângela
Ana Lúcia Ribeiro – Lena
Antonio Leite – gerente
Áurea Hamerli – Lia
Beatriz Segall – Nora Limeira
Carlos Alberto Juiz do caso Carina Brandão
Carlão Elegante – Teodoro
Carlos Eduardo Dolabella - Promotor do caso Carina
Carlos Kroeber – Thiago       
Carlos Zara – César
César Augusto – gerente
Cláudio Cavalcanti – Gustavo
Dionísio Azevedo – Nestor
Elizabeth Savala – Carina
Emiliano Queiroz – Horácio
Fernando Eiras – Padre Romão
Fernando José – Mário Renner
Glória Menezes – Ana Preta
Flávio Migliaccio – Genésio
Hélio Ary – Dr. Soares 
Irma Alvarez – Vitória
Isabela Garcia – Ângela
Ivan Cândido – Reginaldo      
Jenny Garcia – Sônia Regina
Jonas Bloch – Rafael
Jorge Fernando – Cirilo
Lajar Muzuris – Coxo
Lélia Abramo – Januária
Lícia Magna – Adélia
Lima Duarte – avô André
Lina Araújo – moça Flor de Lys
Lúcia Helena – Lindaura
Manfredo Colassanti – Pietro Baldaracci
Maria Fernanda – Gilda
Maria Helena Dias – Filhinha
Maria Helena Velasco – Mirtes
Marie Antoinette – Milene
Max Shroeder - capanga
Monah Delacy – Eugênio
Nadia Lippy - Aline
Nildo Parente - Haroldo
Noira Mello – Olga
Osmar Prado – Pepo
Paulo Autran – Bruno Baldaracci
Paulo Gracindo - participação
Regina Dourado – Nancy
Reginaldo Faria
Reinaldo Gonzaga – Hilário
Rejane Marques – Clara
Renato Pupo – Padre Felício
Rogério Bacelar – Gil
Rosamaria Murtinho – Walkíria
Sérgio Alan – capanga
Solón de Almeida – gerente
Sônia Regina – Geny
Suzana Faini – Jussara
Tessy Callado – Tarsila
Thaís de Andrade – Odete
Timóteo da Costa – Curió
Tony Ramos – André Cajarana
Vanda Costa – empregada de César
Yara Lins – Irene


ABERTURA:



Apesar de ser uma obra produzida em 1979, não é se trata de uma história datada.
Aliás, é uma excelente história que focando na busca de identidade do André Cajarana, o foco (pelo menos por enquanto), não é a história de amor.


É engraçado ver o Tony em um papel que a gente não acostumado a ver, do tipo boa praça (como ele sempre foi na maioria do papéis), mas debochado e malandro em alguns momentos.


O triângulo Ana Preta X André X Carina é um dos pontos fortes da trama, apesar do início não ser focado nele.

Nuno Baldarocci, primeiro personagem de Paulo Autran na Globo, faz parte do núcleo importante, mas tem uma trama paralela, e que, pelo menos até agora, é a parte mais chata da novela, como se isso fosse possível numa novela da Janete. Mas é questão de gosto né? Não gostei.

A AUTORA 


Quem é fã de televisão - e principalmente de novelas - sabe a importância que Janete Clair é considerada uma das maiores autoras de novelas da Globo (apesar de ter iniciado a carreira escrevendo rádio novelas, e tendo passagens pela TV Rio e Tupi), e até hoje serve de inspiração para novos autores.
Glória Perez foi uma das "aprendizes" da autora, tanto que em 1983, devido o falecimento de Janete, foi ela quem deu continuidade a novela "Eu Prometo", da qual era colaboradora.

A autora foi contratada pela Globo em 1967, quando teve o primeiro desafio: encontrar uma solução para a novela "Anastácia, A Mulher Sem Destino", escrita por Emiliano Queiroz,  que não ia bem de audiência, e sofria pelo excesso de personagens, dificultando o entendimento do público.
Janete conseguiu. Eliminou mais de 100 personagens com um terremoto, além de um salto de 20 anos. Tornou-se sucesso.
A partir daí, Janete passou a escrever para o principal produto da emissora, a famosa "novela das oito", sempre com altos índices de audiência.
Não foi à toa que Janete recebeu os títulos de "Maga das Oito", "Dama das Oito" e "Nossa Senhora das Oito", só pra citar alguns.

Quase 40 anos depois da sua estreia, "Pai Herói" continua sendo sucesso, desta vez nas redes sociais.
Durante a sua exibição no VIVA, a novela fica entre os assuntos mais comentados no Twitter.

É novelão, é dramalhão, do jeito que gente gosta. 
"Pai Herói" é exibida de segunda à Sábado, às 23:30 com reprise no dia seguinte, às 13:30.



NOVA "ESCOLINHA DO PROFESSOR RAIMUNDO" ESTREOU. RELEMBRE AS OUTRAS ESCOLINHAS DA TV!


Estreou no Canal Viva a nova "Escolinha do Professor Raimundo", programa estrelado por Chico Anysio nos anos 90 e que fez grande sucesso na TV Globo.
Com texto cheio de expressões e gírias modernas para deixá-lo mais atual, o humorístico obteve grande repercussão nas redes, e ficando em segundo lugar nos Trending Topics Mundial do Twitter com a hashtag #NovaEscolinhaNoViva.
O destaque foi para o Seu Peru de Marcos Caruso, que com certeza teve a benção de Orlando Drummond, intérprete do personagem na versão do Chico, com a interpretação impecável.
Outro que teve grande aceitação do público foi Mateus Solano como Zé Bonitinho, interpretado por Jorge Loredo. Impagável!
Outros personagens foram apresentados, como Dona Catifunda de Dani Calabresa, e Seu Boneco, feito por Marcius Melhem.

Abaixo as imagens dos personagens originais e os da nova versão:

Professor Raimundo : Chico Anysio/Bruno Mazzeo

Joselino Barbacena: Antônio Carlos Pires/Ângelo Antônio

Armando Volta : David Pinheiro/Evandro Mesquita

Catifunda : Zilda Cardoso/Dani Calabresa

Capitu : Cláudia Mauro/Ellen Rocche

Dona Cacilda : Cláudia Jimenez/Fabiana Karla

Marina da Glória : Tássia Camargo/Fernanda de Freitas

Tati : Heloísa Périssé/Fernanda Souza

Galeão Cumbica : Rony Cócegas/Kiko Mascarenhas

Zé Bonitinho : Jorge Loredo/Mateus Solano

Baltazar da Rocha : Walter D'Ávila/ Otávio Müller

Ptolomeu : Nizo Neto/Otaviano Costa

Batista : Eliezer Motta/Rodrigo Sant'Anna
Pedro Pereira : Francisco Milani/Marco Ricca
Cândida : Stella Freitas/Maria Clara Gueiros

Dona Bela : Zezé Macedo/ Betty Gofman
Aldemar Vigário : Lúcio Mauro/Lúcio Mauro Filho
Rolando Lero: Rogério Cardoso/ Marcelo Adnet
Seu Boneco : Lug de Paula/Marcius Melhem
Seu Peru : Orlando Drummond/Marcos Caruso


"Escolinha do Professor Raimundo" não foi a única a obter sucesso com este formato.
Vamos relembrar as mais famosas escolinhas da televisão brasileira:


ESCOLINHA DO GOLIAS (SBT)


Exibido pelo SBT entre 1990 e 1997, tinha Carlos Alberto de Nóbrega como professor e e Ronald Golias como Pacífico, o aluno que sempre atrapalhava a aula com alguma piada sobre os assuntos abordados em sala de aula.
Para completar o time, ainda contava com a participação de Nair Belo como a aluna Pazza, na primeira temporada, e Consuelo Leandro interpretando Severina, a partir da segunda.
Graças à Internet, é possível assistir episódios inteiros do humorístico.
Abaixo um episódio com Golias e Nair Belo:



Segundo informações que rolam pela Internet, o programa foi cancelado por ordem Judicial, após acusação de plágio da TV Globo.


ESCOLINHA DO BARULHO (RECORD)


Escolinha do Barulho estreou em 1º de Março de 1999, na TV Record, e foi um enorme sucesso em seus anos de exibição.
O diferencial era que cada episódio contava com participação de artistas, como Ivete Sangalo, Alexandre 
Com alguns personagens oriundos da Escolinha da Globo (Armando Volta, Zé Bonitinho, Galeão Cumbica,Paulo Cintura), também teve outros personagens de destaque como a extraterrestre XT, de Cida Marques (Zip Zap Bop), e Candido Manso, interpretado por Iran Silva ("Feliz, ditoso e venturoso! Porque sou marido da minha mulher, a Dalva").
Assista abaixo: 





O programa foi exibido até 2001, quando foi cancelado pela emissora.

UMA ESCOLINHA MUITO LOUCA (BAND)


Uma Escolinha muito Louca foi exibido pela Band entre 2008 e 2010, e também é lembrado pelos telespectadores.
Tinha Sidney Magal como o professor, e personagens diferentes das outras escolinhas, como Orival Pessini e seu Ranulpho Pereira, e Ricardo Côrte Real como Nepotônio Sobrinho.
Não teve nenhum personagem de destaque como as anteriores.



ESCOLINHA DO GUGU (RECORD)


Escolinha do Gugu foi uma tentativa (frustrada) da TV Record de ressuscitar o sucesso da Escolinha do Barulho.
Foi exibida entre 2011 e 2013, e personagens da primeira retornaram: Marilyn Brasil, Samuel Blaustein e Candido Manso por exemplo.



E pra você, qual das escolinhas é a sua preferida? Deixe o seu comentário!
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