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A MALDIÇÃO DA CHORONA (THE CURSE OF LA LLORONA, 2018)
Título no Brasil: A Maldição da Chorona
Título Original: The Curse of La Llorona
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 93 minutos
Direção: Michael Chaves
Estreia no Brasil: 18/04/2019
Estúdio/Distrib.: Warner Bros. Pictures
Idade Indicativa: 14 anos

Ruim
A primeira coisa que nos aguça a curiosidade é o fato de "A Maldição da Chorona" ser baseado em uma lenda mexicana.
Só que esse fato não foi o suficiente para se criar um bom roteiro.
Primeiro longa de Michael Chaves, já responsável pelo terceiro filme da franquia "Invocação do Mal", e com produção do James Wan, explora nada sobre isso.

Logo no início do filme, sabemos que uma mulher mexicana afoga seus dois filhos, lá em 1673.
Mas o que motivou o crime?
O que levou uma mãe a afogar os próprios filhos?
Mesmo com versões distintas da lenda espalhadas ao redor do mundo, o longa não se preocupou em explicar.

Cena do filme (Reprodução)

Daí a história salta para a década de 70, onde Anna Garcia, uma assistente social norte-americana, viúva de um policial, se desdobra para criar os dois filhos, Chris e Samantha.

E a partir de uma investigação de maus tratos de uma mulher contra os filhos, a assistente social abre caminho para que o espírito da Chorona desperte o interesse em "adotar" seus filhos.
Para detê-la, Anna conta com a ajuda do Padre Perez (Tony Amendola) e Rafael Olvera (Raymond Cruz), ex padre e curandeiro, e que conhece bem a lenda.

Apesar de utilizar os famigerados jump scares, o uso do recurso não se faz suficiente para torná-lo um filme bom.
A caracterização da Chorona é dar pena.
É importante que o cinema retrate lendas ou histórias que rodam o mundo, mas que outros países não conhecem. Mas esta, definitivamente, foi jogada no lixo.



A MORTE TE DÁ PARABÉNS 2 (HAPPY DEATH DAY 2U, 2019)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns 2
Título Original: Happy Death Day 2U
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 100 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 21/02/2019
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM





SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



A MORTE TE DÁ PARABÉNS (HAPPY DEATH DAY, 2017)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns
Título Original: Happy Death Day
Ano Lançamento: 2017
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 96 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 12/10/2017
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM

SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



BRIGHTBURN - FILHO DAS TREVAS (BRIGHTBURN, 2019)
Título no Brasil: Brightburn - Filho Das Trevas
Título Original: Brightburn
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror
País de Origem: EUA
Duração: 91 minutos
Direção: David Yarovesky
Estreia no Brasil: 23/05/2019
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Idade Indicativa: 16 anos

Imagine um filme de terror tendo como protagonista um super herói.
Essa é a premissa de "Brightburn - Filho das Trevas", lançado em Maio desse ano.
O longa simplesmente é uma reciclagem da história do Superman, só que ao invés de salvar o mundo, o personagem principal quer destruí-lo.


SINOPSE

Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

O filme até que tenta ser levado a sério, mas difícil de engolir a história. Primeiro que o roteiro é raso.
O casal tá lá tentando engravidar, aí desistem porque o espaço mandou um bebê pra eles. Oi?
Em nenhum momento fica claro que eles tinham algo que impedisse a gestação.

Elizabeth Banks em cena de "Brightburn" (Divulgação)

Elizabeth Banks é um rosto conhecido de outros filmes, mas entrega junto com o marido, interpretado por David Denman, atuações que dão pena, de tão ruim.

O garoto Brandon, papel de Jackson A. Dunn, com seus superpoderes também foi bem mal aproveitado nas quase duas horas de filme.
Parece que faltou direção e bom senso do roteiro.

A única coisa louvável no filme inteiro são os efeitos. O filme é bem slasher, e as cenas mais tensas são muito bem executadas. (Destaque pra cena do carro lá do meio pro fim). Dignas de enjoo e asco.

Ao que parece, os produtores pensam numa continuação, o que não seria surpreendente, diante de uma Santa de filmes ruins sendo lançados ultimamente.
E esse é só mais um deles. Aviso: não crie expectativa, ok?


LAZY EYE (LAZY EYE, 2016)
Título Original: Lazy Eye
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Drama / Romance
País de Origem: EUA
Duração: 87 minutos
Direção: Tim Kirkman
Estúdio/Distrib.: T42 Entertainment
Idade Indicativa: 16 anos

★RUIM


Quando Dean, um designer gráfico de Los Angeles, percebe uma súbita mudança em sua visão de mundo, um ex-amor de 15 anos antes o contata inesperadamente na esperança de reavivar o relacionamento. Quando os dois se encontram numa casa de férias no deserto perto de Joshua Tree, segredos são revelados e as paixões reavivadas começam a desorganizar as vidas de ambos. Quarenta e oito horas mais tarde, nenhum deles será o mesmo.

Cena de "Lazy Eeye" (Reprodução)


Gente, que filme chato!

Já assisti muitos filmes com temática LGBTQ muito melhor que esse.
Filme parado, massante, nada acontece. Ruim, Não gostei.


ROCKETMAN (ROCKETMAN, 2019)

"Rocketman", cinebiografia de Sir Elton John pode até ter pego carona no sucesso de "Bohemian Rhapsody", longa sobre a trajetória de Freddie Mercury e Queen, souberam fazer algo anos luz melhor.
E pra quem não é fã ou não conhecia a história de um dos maiores artistas da música, ele torna-se essencial.

Atenção: pode conter spoiler

Quando uma das primeiras cenas traz Elton John (brilhantemente interpretado por Taron Egerton) chegando a uma reunião de alcoólicos anônimos, nem nos damos conta dos perrengues que o cantor e compositor passou antes de se tornar um astro.

Da infância do tímido Reggie Dwight, que tinha que lidar com esse bloqueio, além do relacionamento conturbado entre os pais, passando pela adolescência até chegar a fase adulta do cantor de roupas extravagantes, o filme dirigido por Dexter Fletcher (sim, o mesmo de Bohemian Rhapsody) e com produção do próprio Elton John, "Rocketman" é coeso.

Ponto positivo para a mistura de cenas dramáticas com musical (e olha que eu detesto filmes musicais), onde foram introduzidos hits do cantor como parte do roteiro. Funcionou muito bem.

Taron Egerton incorporou Elton, com interpretação muito melhor que a de Rami Malek como Freddie. E portanto, esperamos que ele também seja indicado a melhor ator no Oscar do ano que vem.
Sobre o figurino, que no caso de Elton John é um espetáculo à parte, as semelhanças impressionam.
Ele só peca em alguns pontos: Elton John já foi casado com uma mulher em 1984, porém isso não é muito aprofundado no filme.
Ele também foi amigo de Lady Di, e compôs uma música para seu funeral, mas o filme nem chega a retratar essa fase.

No geral, "Rocketman" nos entrega uma cinebiografia interessantíssima, talvez uma das melhores em anos.
E reitero: é muito melhor que Bohemian Rhapsody.



OBSESSÃO (GRETA, 2019)

A solidão às vezes pode ser perigosa.
Pelo menos é o que o filme "Obsessão" (Greta) nos passa. 

O thriller de suspense é uma das melhores estreias deste ano.
Com  Chloë Grace Moretz e a maravilhosa Isabelle Huppert como as personagens principais, o longa consegue nos prender do começo ao fim. 

Quando Frances (Moretz) encontra uma bolsa esquecida no metrô de Manhattan, e resolve devolver à sua dona, Greta Hideg (Huppert), uma amizade improvável se inicia. 
O que a jovem não imaginava era que estava se envolvendo em uma trama da qual seria difícil se livrar, e de que a viúva solitária guarda muitos segredos.

Isabelle Huppert e  Chloë Grace Moretz em cena de "Obsessão" (Reprodução)

"Obsessão" consegue com maestria prender o espectador, e mesmo usando alguns clichês de filmes sobre psicopatas, não é previsível.

Cena de "Obsessão"(Reprodução)

Isabelle Huppert como sempre é um espetáculo à parte, (já assistiu Elle? Se não viu, corre).
A trilha sonora instrumental também é ótima e auxilia na criação do clima em cenas mais tensas. 

Desde "Louca Obsessão" (Misery), filme de 1990 e que rendeu à Kathy Bates o Oscar de Melhor Filme daquele ano, não se via um suspense à altura. "Obsessão" consegue ser equivalente.
O longa só peca pelo título em português né? 
Fora isso, excelente. 



A BABÁ (THE NANNY, 2019)

Neste conto fantástico, uma menina chamada Noa e o irmão caçula, Michael são postos sob os cuidados de uma nova babá. Noa começa a desconfiar que a estranha cuidadora tem intenções sinistras, mas quando ela tenta expor a vilania da babá, ela descobre que a identidade dela é mais assustadora do que ela imaginou.


O filme traz um versão tosca da Babá Nanny McPhee, com atuações idem, nada se salva. 
A história, no final das contas, é terror pra crianças, e em nenhum momento cumpre a missão de assustar.

AS BRUXAS DE EASTWICK (THE WITCHES OF EASTWICK, 1987)

SINOPSE

Três mulheres entediadas que vivem na pacata cidade de Eastwick, na Nova Inglaterra, estão sempre imaginando o homem ideal, até que conhecem o misterioso ricaço Daryl Van Horne. O estranho começa a satisfazer todos os desejos das amigas, iniciando uma verdadeira guerra entre elas, colocando a vida de todos os envolvidos de cabeça para baixo.



Tenho quase certeza que, caso você não tenha assistido esse clássico dos anos 80, provavelmente deve esperar por bruxas à la "Da Magia a Sedução" ou coisa do tipo. Já te dando spoiler: Não, não é.
O filme diverte, tem atuações incríveis do elenco principal, em algumas cenas o filme parece arrastado (o que era aquela cena do jogo de tênis?). Em resumo, não gostei muito não.

A CHEFA (THE BOSS, 2016)

Uma empresária é presa após ser flagrada usando informações privilegiadas. Quando ela sai da prisão, tem que enfrentar seus adversários e tenta construir um império dos brownies junto com sua ex-assistente.



Melissa McCarthy nunca foi uma das minhas atrizes de comédia favoritas. 
Alguns papéis foram bons, como "Uma Ladra Sem Limites" ou "As Bem Armadas", mas esse filme é muito ruim.
As piadas são forçadas, nem o elenco com Kristen Bell (The Good Place) e Peter Dinklage (Game Of Thrones) conseguiram salvá-lo.
Há comédias melhores que essa. 

VOX LUX - O PREÇO DA FAMA (VOX LUX, 2019)


Em 1999, a adolescente Celeste (Raffey Cassidy) sobrevive a uma violenta tragédia. Depois de cantar em uma cerimônia de cremação, Celeste se transforma em uma pop star iniciante com a ajuda de sua irmã compositora (Stacy Martin) e um gerente de talentos (Jude Law). A ascensão meteórica de Celeste à fama e a simultânea perda de inocência se encaixa com um ataque terrorista que desestabiliza a nação, elevando a jovem a uma potência e um novo tipo de celebridade: ícone americano, divindade secular, superstar global. Em 2017, a adulta Celeste (Natalie Portman) está se recuperando depois de um incidente escandaloso que descarrilou sua carreira. Em tour com seu sexto álbum, que traz uma coletânea de hinos sci-fi intitulado "Vox Lux ", o pop indomável de boca suja deve superar as lutas pessoais e familiares de Celeste e navegar pela maternidade, loucura e fama inabalável na Era do Terror.


Com produção executiva assinada pela protagonista, Natalie Portman, Jude Law e a cantora SIA, "Vox Lux" não poderia ser ruim. 
Achei interessante os créditos logo no início (perturbador) do filme, o que nos faz lembrar aqueles clássicos dos anos 30 e 40.
Caso não curta musicais, não desista deste, pois as cenas musicadas são poucas.
O foco aqui é Celeste, personagem brilhantemente interpretado pela dobradinha Raffey Cassidy quando jovem e Portman na fase adulta. 

Natalie, por sinal, está em um dos seus melhores papéis, e até convence como mãe de adolescente.

Jude Law também está como o empresário da garota que após sobreviver e uma grande tragédia, tem a sua ajuda para se tornar uma Pop Star (mesmo sem não ter muito talento).
Stacy Martin, que interpreta Eleanor, a irmã de Celeste, e a que detém o talento para a música, entrega uma ótima apresentação, apesar de achar que foi mal aproveitada durante a história. Poderia ter tido um destaque maior.
A fotografia, apesar de soturna, é ótima. 
E a trilha sonora assinada pela SIA é excelente.Além dos temas instrumentais que dão um ótimo tom às cenas, as faixas que compõe o repertório de Celeste foram escritas pela cantora, e é quase impossível não imaginá-las sendo interpretadas por ela. O DNA musical da SIA está em todas as faixas.
Um mistura de Birdman, com Cisne Negro e Nasce uma Estrela. 
Ótimo filme. 

DUAS RAINHAS (MARY QUEEN OF THE SCOTS)

SINOPSE

Duas Rainhas explora a vida turbulenta da carismática Mary Stuart (Ronan). Rainha da França aos 16 anos e viúva aos 18 anos, Mary desafia a pressão para se casar novamente. Em vez disso, ela retorna para a Escócia, sua terra natal, para recuperar seu trono legítimo. Mas a Escócia e a Inglaterra estão sob o domínio da poderosa Elizabeth I (Robbie). Cada jovem rainha enxerga sua “irmã” com medo e fascinação. Rivais no poder e no amor, e mulheres importantes em um mundo masculino, as duas devem decidir como jogar o jogo do casamento contra a independência. Determinada a governar muito mais do que ser uma figurante, Mary afirma sua reivindicação ao trono inglês, ameaçando a soberania de Elizabeth. Traição, rebelião e conspirações dentro de cada reinado colocam em perigo os dois tronos - e mudam o curso da história.



O principal erro desse filme é a tradução para a exibição no Brasil: "Duas Rainhas".
Apesar do filme de fato possuir duas rainhas, quem protagoniza a história é a Rainha Maria da Escócia. 
O longa concorreu na categoria de Melhor Figurino no Oscar deste ano, mas passou meio batido, muito provavelmente pelo frisson que "A Favorita" (outro filme com a mesma temática) causou.

É o primeiro filme de Josie Rourke, que conseguiu nos trazer um trabalho impecável.
A fotografia é ótima, o figurino, da figurinista Alexandra Byrne, que também assinou o figurino de "Elizabeth (1998) e "Elizabeth - Era de Ouro (2007).

As interpretações de Saoirse Ronan (Lady Bird) e Margot Robbie (Eu, Tonya) estão excelentes, com destaque para Margot, que, apesar de não ser a protagonista, rouba as cenas algumas vezes. 
É nela que o trio Marc Pilcher, Jessica Brooks e Jenny Shircore- indicados ao Oscar de Melhor Maquiagem -  trabalharam bastante. 

A parte interessante de "Duas Rainhas" é que os homens atuam como coadjuvantes, e sempre agindo juntos para destronar a Rainha. 
David Tennant (House of Cards) e Guy Pearce (Amnésia) também estão no elenco.
Ótimo filme, vale a pena assistir. 


EXTINÇÃO (EXTINCTION, 2018)

Atormentado por sonhos com uma invasão alienígena, um homem vê seu pesadelo se tornar realidade quando uma força extraterrestre ataca o planeta Terra.



Esse é o típico caso de filme produzido pela Netflix que, ao assisti-lo, você fica pensando: se esse filme tivesse sido produzido por um grande estúdio... seria muito melhor.
O filme em si não é ruim, e em algumas cenas os efeitos até convencem, mas são poucos esses momentos.

O que peca são os efeitos de gosto duvidoso, além da interpretação do elenco, fraca. 
Merecia produção melhor. 

BEACH RATS (BEACH RATS, 2017)



Em busca de um filme com temática LGBT lançado recentemente, me deparei com "Beach Rats" na internet.
O filme foi lançado em Agosto deste ano, com roteiro e direção de Eliza Hittman, que ganhou o Prêmio de Direção do Sundance Film Festival em 2017, como melhor produtora.

Como prazo o lema "nem todo filme premiado é bom", afinal, nem sempre temos o olhar crítico dos especialistas - que as vezes pra mim é mau gosto mesmo - resolvi apostar nele e ver qual era.

O filme nos traz a história de Fankie, um  jovem do Brooklyn que tem que lidar com os problemas domésticos, a nova namorada e os caras que contra em chats da internet para encontros casuais.

O filme tem uma ótima fotografia e de fato, bem dirigido.

Só que não chega a ser um filme excelente, afinal achei o roteiro bem raso. Caso este tivesse se aprofundado mais, não só na história do protagonista quanto na dos demais personagens, o filme poderia superar as expectativas.
Outro ponto fraco do filme é o desperdício de clímax: em várias cenas, ficamos aguardando alguma reviravolta, alguma cena de impacto e...nada. Talvez tenha sido desenvolvido exatamente nesse contexto.

O grande destaque fica por conta da atriz Madeline Weistein como Simone, a namorada do protagonista, ótima em seu papel.

É o tipo de filme com temática gay esquecível. Existem outros que nem chegaram a ganhar nenhum prêmio e que são incríveis (vide O argentino "Hawaii", de 2013, e o britânico "Weekend", de 2011).

Em resumo: Se for assistir "Beach Rats", espere por um filme morno.


Título no Brasil: Beach Rats
Título Original: Beach Rats 
Ano Lançamento: 2017
Gênero: Drama
País de Origem: EUA
Duração: 95 minutos
Direção: Eliza Hittman

✪✪ REGULAR


O HOMEM NAS TREVAS (DON'T BREATHE, 2016)

Quem curte um bom suspense com enredo que surpreende,  "O Homem nas Trevas" é uma boa pedida.
Dirigido por Fede Alvarez (A Morte do Demônio - 2013), e produzido por Sam Raimi (O Grito 2, Possessão), o filme traz uma produção simples e enxuta, mas que prende do início ao fim.
O interessante é o enredo que leva o telespectador a questionar seus valores.



O filme traz um trio de adolescentes, Rocky (Jane Levy, de Suburgatory e A morte do Demônio), Money (Corrente do Mal), casal de ladrões que coma ajuda de Alex (Dylan Minnette, de Deixe-me Entrar e Goosebumps), filho de funcionário de uma empresa de alarmes residenciais, assaltam casas, com entrada facilitada pelo conhecimento deste último, levando objetos de valor, tendo cada um motivos distintos para justificar os pequenos roubos.

O próximo assalto seria perfeito para eles.
A vítima da vez era um ex militar, que após uma explosão durante a guerra, perdeu a visão.
Além disso, descobriram que o homem havia perdido a filha em uma acidente causado por uma adolescente, e guardava o valor que recebeu como indenização na própria casa, em um bairro abandonado em Detroit.
Com todas essas vantagens, nada poderia dar errado.
Se enganaram.



Chega de dar Spoilers né?

O ponto forte do filme se dá a partir do momento em que o trio consegue entrar na casa do homem.
Devido a sua deficiência visual, o olfato e a audição ficam apurados e qualquer cheiro ou ruído fica perceptível à vítima, desenhado dessa forma até certo ponto do filme.
A casa guarda outros segredos do senhor, e que em nenhum momento do filme dá pra deduzir.


Faz tempo que não via um bom filme de suspense (o último que me lembro foi Os Suspeitos, de 2013), e "O Homem das Trevas" me surpreendeu.
O único deslize fica por conta da divulgação e promoção do longa.
O título Original é "Don't Breath" , fazendo alusão exatamente pelo que não se deve fazer pelos criminosos.
Aí no Brasil recebe o título de "O Homem Nas Trevas", ou seja, mais um filme com título nada a ver com o original.
Pra piorar, o poster promocional vende a imagem mais próxima de um filme de terror do que de um suspense como ele é.
É um filme imperdível, e vale muito a pena.


Título no Brasil:O Homem Nas Trevas
Título Original:Don't Breathe
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror / Suspense
País de Origem:EUA
Duração:88 minutos
Direção:Fede Alvarez
Estreia no Brasil:08/09/2016
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:16 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE


IRMÃS (SISTERS, 2015)

Confesso que estava ansioso pra assistir "Irmãs", comédia estrelada pela Tina Fey (Uma noite Fora de Série, Meninas Malvadas) e Amy Poehler (Gigolô Por Acidente, Meninas Malvadas), que já tinham contracenado juntas no ótimo "Uma mãe para o meu bebê", mas quando o filme acabou, frustração era o sentimento predominante.

Preciso beber pra esquecer!

No filme, Tina interpreta Kate Elis, e Amy, Maura Ellis, irmãs que descobrem que os pais venderam a casa onde as duas cresceram, e antes que a casa seja entregue, decidem voltar à Flórida, para relembrar os bons momentos da infância. É quando resolvem convidar seus amigos da época para uma confraternização.
Só que a festa acaba passando dos limites, devido a "entrega" dos convidados.



O filme tem algumas sacadas engraçadas (bem poucas, aliás).
Tina Fey trouxe uma mulher de meia idade exagerada, beirando o caricato. Já Amy Poehler poderia ter se esforçado mais no seu papel.


É isso mesmo. 
O elenco estava cheio de estrelas da comédia americana, além das duas protagonistas, que são talentosíssimas, e mesmo juntos não conseguiram um resultado satisfatório no que melhor sabem fazer. 
Todos nós sabemos que quando se trata de cinema, é bastante relativo opinar, uma vez que depende muito de gosto individual, mas este eu esperava mais. Muito mais.




Título no Brasil: Irmãs
Título Original : Sisters
Ano Lançamento : 2015
Gênero : Comédia
País de Origem : EUA
Duração : 118 minutos
Direção : Jason Moore
Estreia no Brasil : 21/01/2016
Estúdio/Distrib. : Universal Pictures
Idade Indicativa : 16 anos

✪✪ REGULAR

UMA LADRA SEM LIMITES (IDENTITY THIEF, 2013)

Sandy Patterson (Jason Bateman) é um homem bem-sucedido nos negócios tem sua identidade roubada por uma mulher (Melissa McCarthy) aparentemente inocente, que começa a se passar por ele e complicar sua vida.


Ficha Técnica:

Título no Brasil : Uma Ladra Sem Limites
Título Original : Identity Thief
Ano de Lançamento : 2013
Gênero : Comédia
País de Origem : EUA
Duração : 111 minutos
Direção : Seth Gordon
Estreia no Brasil : 10/05/2013
Estúdio/Distrib. : Universal Pictures



✪✪ REGULAR

O Filme tentou pegar uma carona no sucesso de Melissa McCarthy, mas não funcionou. O resultado? Um filme fraco, com pouquíssimas cenas engraçadas.
RATOS (RATS, 2003)


O Instituto Brookdale, tido como um hospital para criminosos insanos, abriga atrás de seus muros viciados ricos e famosos que, no fundo do poço, já não tem para onde ir. O jornal “The Philadelphia Enquirer” decide fazer uma matéria investigativa sobre possíveis violações no código de saúde e envia a repórter Jennifer para se infiltrar na instituição disfarçada de uma nova paciente, Samantha, na esperança de conseguir algo quente.
Indo além do esperado, a repórter descobre que o hospital é habitado por terríveis ratos assassinos oriundos das experiências do Dr. William Winslow. Quando o ex-paciente e zelador Ernst desenvolve uma relação telepática com os roedores, coisas estranhas começam a acontecer e misteriosas mortes passam a ocorrer em Brookdale, espalhando terror entre os pacientes.

Ficha Técnica:

Título no Brasil : Ratos
Título Original : Rats
Ano de Lançamento : 2003
Gênero : Terror
País de Origem : EUA
Duração : 90 minutos
Direção : Tibor Takács


✪ RUIM

O filme é muito trash! O que dizer de um filme que usou ratos feitos toscamente no computador?
De Terror, não tem nada.Sem comentários.Péssimo, Péssimo, Péssimo.
A MULHER MAIS PROCURADA DA AMÉRICA (SHE MADE THEM DO IT, 2013)

Um drama baseado em eventos reais que seguem a vida conturbada de Sarah, uma jovem acusada de homicídio duplo e sentenciada a 110 anos de prisão. Ela consegue escapar e encabeça a lista dos mais procurados dos Estados Unidos.

Ficha Técnica:

Título no Brasil : A Mulher Mais Procurada da América
Título Original : She Made Them Do It
Ano de Lançamento : 2013
Gênero : Drama/ Policial
País de Origem : Canadá/ EUA
Duração : 90 minutos
Direção : Harvey Grant
Estreia no Brasil : 28/02/2013
Estúdio/Distrib. : Lifetime
Idade Indicativa : 14 anos

* TRAILER NÃO DISPONÍVEL

✪✪✪ BOM

O filme foi feito para a TV, portanto, não espere encontrar nenhuma super produção. Apesar disso, o filme é bom, e mostra como foi tramada a fuga do presídio e como a mulher foi pega.

IT - UMA OBRA PRIMA DO MEDO (1990)

Na pacata cidadezinha de Derry, sete amigos se juntam para combater uma força maligna que, escondida atrás da inofensiva fantasia de palhaço, está matando as crianças do lugar. Após conseguir afastar o mal eles fazem um juramento: se aquilo voltasse, eles estariam prontos para a batalha final. 30 anos se passaram, e as crianças de Derry começam a desaparecer misteriosamente. Agora os amigos enfrentam um dilema: cumprir ou não o juramento feito na infância, colocando mais uma vez suas vidas em risco.

Ficha Técnica:

Título no Brasil : It - Uma Obra-prima do Medo
Título Original : It
Ano de Lançamento : 1990
Gênero : Terror
País de Origem : EUA / Canadá
Duração : 192 minutos
Direção : Tommy Lee Wallace
Estúdio/Distrib. : Warner Home Vídeo



✪✪✪ BOM

Para quem tem fobia de palhaço, até hoje, é bom não assistir. O filme, que na verdade foi exibida como minissérie no ano do seu lançamento, e logo em seguida foi editada para a exibição nos cinemas.
Mesmo com a edição, o filme tem 3 horas de duração.
Para os mais jovens, pode achar o filme uma tosqueira só devido aos efeitos especiais do início dos anos 90.
Mas com certeza, pra quem tem mais de 30 anos, ou pra quem tem pavor de palhaço, vão se esbaldar e tomar muitos sustos com o filme, que é considerado umas das melhores adaptações do mestre do terror Stephen King e um dos clássicos do gênero no cinema. Um bom filme.
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