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O DIABO E O PADRE AMORTH (THE DEVIL AND THE FATHER AMORTH, 2018)

"O Exorcista", filme lançado em 1973 e que até hoje é considerado uma obra prima do terror, fez com que o diretor William Friedkin voltasse a abordar a possessão demoníaca, mais de 40 anos após o seu lançamento.

Tá amarrado!


Em "O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and The Father Amorth)", documentário que estreou no Netflix nesta segunda (20/07), Fridekin acompanha uma sessão de exorcismo realizada em 2015 pelo Padre Amorth (1925 -2016), reconhecido pelo Vaticano como exorcista.

O diretor foi convidado a acompanhar uma sessão de exorcismo, e registrou, sozinho, utilizando apenas uma câmera, a manifestação do demônio através de Cristina, uma arquiteta italiana, que já havia passado por oito (!) exorcismos, sem sucesso.

As imagens são fortes, mas aqui, nada de levitação, vômito verde e coisas do tipo, mas não deixa de ser assustador. Tudo acompanhado de uma trilha sonora excepcional, e aterrorizante.

Pra quem é fã do filme de 73, também vai curtir, pois logo no início, William Friedkin revisita locações do longa em Georgetown, além de depoimentos do autor do livro que deu origem ao filme, William Peter Blatty, que morreu no ano passado, explicando como teve a ideia de escrever sobre a garota que é possuída pelo Diabo.



"O Diabo e o Padre Amorth" vale muito a pena. Apesar de ser um doc, consegue ser melhor que muita produção de terror lançadas nos últimos tempos.

Título no Brasil:O Diabo e o Padre Amorth
Título Original:The Devil and the Father Amorth
Ano Lançamento:2018
Gênero:Documentário
País de Origem:EUA
Duração:68 minutos
Direção:William Friedkin
Estreia no Brasil:23/07/2018
Estúdio/Distrib.:LD Entertainment/The Ochard Movies
Idade Indicativa:12 anos

✪✪✪✪ ÓTIMO






"O DIABO E O PADRE AMORTH": DIRETOR DE "O EXORCISTA" LANÇA DOCUMENTÁRIO COM CENAS REAIS DE UM EXORCISMO
O diretor William Friedkin e o exorcista Gabriele Amorth (Divulgação)

"O Exorcista", filme lançado em 1973 e que até hoje é considerado uma obra prima do terror, fez com que o diretor William Friedkin voltasse a abordar a possessão demoníaca, mais de 40 anos após o seu lançamento.

Em "O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and The Father Amorth)", documentário que estreou no Netflix nesta segunda (20/07), Fridekin acompanha uma sessão de exorcismo realizada em 2015 pelo Padre Amorth (1925 -2016), reconhecido pelo Vaticano como exorcista.

O diretor foi convidado a acompanhar uma sessão de exorcismo, e registrou, sozinho, utilizando apenas uma câmera, a manifestação do demônio através de Cristina, uma arquiteta italiana, que já havia passado por oito (!) exorcismos, sem sucesso.

As imagens são fortes, mas aqui, nada de levitação, vômito verde e coisas do tipo, mas não deixa de ser assustador. Tudo acompanhado de uma trilha sonora excepcional, e aterrorizante.

Pra quem é fã do filme de 73, também vai curtir, pois logo no início, William Friedkin revisita locações do longa em Georgetown, além de depoimentos do autor do livro que deu origem ao filme, William Peter Blatty, que morreu no ano passado, explicando como teve a ideia de escrever sobre a garota que é possuída pelo Diabo.

Tá amarrado!


"O Diabo e o Padre Amorth" vale muito a pena. Apesar de ser um doc, consegue ser melhor que muita produção de terror lançadas nos últimos tempos.

Título no Brasil:O Diabo e o Padre Amorth
Título Original:The Devil and the Father Amorth
Ano Lançamento:2018
Gênero:Documentário
País de Origem:EUA
Duração:68 minutos
Direção:William Friedkin
Estreia no Brasil:23/07/2018
Estúdio/Distrib.:LD Entertainment/The Ochard Movies
Idade Indicativa:12 anos
✪✪✪✪ ÓTIMO






PRECISAMOS FALAR DO ASSÉDIO (PRECISAMOS FALAR DO ASSÉDIO - 2016)

Na semana da mulher, de 7 a 14 de março de 2016, uma van-estúdio parou em nove locais em São Paulo e no Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 decidiram falar. Ouvimos relatos de mulheres de 14 a 85 anos, de zonas nobres ou periferias das duas cidades, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias e pode se dar dentro de casa, em um beco escuro ou no meio da rua, à luz do dia. O documentário traz uma amostra significativa dos depoimentos, 26 deles, além de mostrar uma parte importante do processo de filmagens: como as mulheres se sentiam ao contar seus casos? Nos depoimentos puros, sem qualquer tipo de interlocução ou entrevista, acompanhamos um desabafo, um momento íntimo ou a oportunidade de falarem daquilo pela primeira vez. Nas trocas com as meninas da equipe antes e depois dos depoimentos, permitiremos que o espectador entre em contato com uma reflexão da depoente sobre sua própria história, e às vezes sobre o próprio projeto.

Título no Brasil:Precisamos falar do Assédio
Título Original:Precisamos falar do Assédio
Ano Lançamento:2016
Gênero:Documentário
País de Origem:Brasil
Duração:80 minutos
Direção:Paula Sacchetta
Estreia no Brasil:21/09/2015
Estúdio/Distrib.:Mira Filmes
Idade Indicativa:Livre




Que documentário!
O mais interessante foi a maneira utilizada pela Paula Sacchetta e a produção do documentário, deixando as mulheres sozinhas dentro da van, para que pudessem relatar os abusos sofridos.
Pelo número de relatos coletados, daria pra fazer várias sequências. Mas fizeram melhor: todos os depoimentos estão disponíveis, na integra, no site https://precisamosfalardoassedio.com.
Lá, existe uma ferramenta para que as mulheres possam enviar seus vídeos falando de alguma tipo de assédio pelo qual passaram.
Recomendo demais!

AMY (2015)




Concorrendo na categoria Melhor Documentário, "Amy" é um verdadeiro deleite aos fãs da Amy Winehouse, morta aos 27 anos em 2011.
Com imagens do arquivo pessoal da cantora, o documentário faz um apanhado de momentos da vida particular e pública de Amy e mostra o quanto as drogas transformaram uma linda cantora em ascensão em uma triste figura, debilitada pelo uso abusivo de álcool e drogas.
A impressão que tive foi que os bons momentos de Amy tiveram espaço bem inferior aos que ela estava sob o efeito das drogas, mas mesmo assim é um dos melhores documentários que já assisti.


AMY (EXCELENTE ★★★★★)

Quatro anos após uma morte prematura, a cantora britânica Amy Winehouse ganhará um documentário completo revisitando os momentos mais marcantes de sua carreira. O filme será produzido por James Gay-Rees e terá direção assinada por Asif Kapadia, ambos responsáveis pelo lançamento de Senna, longa que remontou a história do maior piloto brasileiro da Fórmula 1. Segundo a Variety, o projeto é o primeiro da lista da Altitude Film Entertainment, companhia britânica fundada no último ano por Will Clarke, agora também sob a supervisão de Hamish Moseley.

Título no Brasil : Amy
Título Original : Amy
Ano Lançamento : 2015
Gênero : Documentário / Drama / Musical
País de Origem : Reino Unido / EUA
Duração : 128 minutos
Direção : Asif Kapadia
Estreia no Brasil : 26/09/2015
Estúdio/Distrib. : Universal Pictures
Idade Indicativa : 14 anos

“Augusta 120″: documentário homenageia a rua mais eclética de São Paulo


Não há como negar que a Augusta é a rua mais democrática de São Paulo. O contraste entre as tribos que a frequentam é marca registrada. Tanto que um grupo de universitários resolveram produzir um documentário bacana sobre a rua. "Augusta 120", nome inspirado em um trecho da música "Rua Augusta", lançada em 1963 e interpretada por Ronnie Cord, mostra o que faz da Augusta uma das ruas mais famosas de São Paulo. Para o estudante e diretor do documentário, Misael Mainetti, “a Rua Augusta não tem botão de liga e desliga. Adequamos a produção, a gravação, a edição e toda a formatação do vídeo ao espírito da Augusta. A ideia não é polemizar. O nosso objetivo é apresentar os principais elementos dessa rua tão rica em histórias e diversidade”. O Documentário foi muito bem produzido e vale a pena assistir: 

A PRIMEIRA VEZ DO CINEMA BRASILEIRO (2013)

Em 1982, quase cinco milhões de pessoas assistiram a Coisas Eróticas no cinema. Era o primeiro filme pornográfico a estrear numa sala escura, em plena Ditadura Militar e no auge da produção cinematográfica da Boca do Lixo paulistana. A Primeira Vez do Cinema Brasileiro  narra os bastidores desta fascinante e arrebatadora saga pornográfica.

Título no Brasil : A Primeira Vez do Cinema Brasileiro
Título Original : A Primeira Vez do Cinema Brasileiro
Ano de Lançamento : 2013
Gênero : Documentário / Aventura / Drama / Épico
País de Origem : Brasil
Duração : 84 minutos
Direção : Denise Godinho Costa / Bruno Graziano / Hugo Moura Santos



MEU AMIGO CLÁUDIA (2009)

Documentário sobre a ativista, atriz, cantora e travesti Claudia Wonder, grande agitadora cultural da cidade de São Paulo. Através de depoimentos e material de época acompanhamos a trajetória de Claudia e, em paralelo, a história do país nos últimos 30 anos.

Ficha Técnica:

Título no Brasil : Meu Amigo Claudia
Título Original : Meu Amigo Claudia
Ano de Lançamento : 2009
Gênero : Documentário
País de Origem : Brasil
Duração : 86 minutos
Direção : Dácio Pinheiro
Estúdio/Distrib. : Piloto
Idade Indicativa : 14 anos



Pipoca Premium: Ótimo

O documentário é muito interessante, e retrata muito bem a vida de Cláudia Wonder e mostra com riqueza de detalhes como era a geração 80, e como a sociedade perseguia os homossexuais naquela época.
Recomendadíssimo!
MEU AMIGO CLÁUDIA (2009)

Documentário sobre a ativista, atriz, cantora e travesti Claudia Wonder, grande agitadora cultural da cidade de São Paulo. Através de depoimentos e material de época acompanhamos a trajetória de Claudia e, em paralelo, a história do país nos últimos 30 anos.

Ficha Técnica:

Título no Brasil : Meu Amigo Claudia
Título Original : Meu Amigo Claudia
Ano de Lançamento : 2009
Gênero : Documentário
País de Origem : Brasil
Duração : 86 minutos
Direção : Dácio Pinheiro
Estúdio/Distrib. : Piloto
Idade Indicativa : 14 anos



Pipoca Premium: Ótimo

O documentário é muito interessante, e retrata muito bem a vida de Cláudia Wonder e mostra com riqueza de detalhes como era a geração 80, e como a sociedade perseguia os homossexuais naquela época.
Recomendadíssimo!
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