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HEREDITÁRIO (HEREDITARY, 2018)

Eu demorei pra tentar definir "Hereditário". Sério.
O filme lançado em Junho deste ano, trata-se de um terror que logo ganhou os corações da crítica, assim como "A Bruxa", de 2015, pela ausência dos jump scares - ou sustos fáceis - e aquelas sequências que faz a gente pular da cadeira.
Alguns já o consideram "o filme mais aterrorizante de 2018". Será?

Toni Collete em cena de "Hereditário" (Divulgação)

Com roteiro e direção do estreante Ari Aster, "Hereditário" conta a história de Annie Graham (Toni Collette), mulher casada com Steve (Gabriel Byrne) e mãe de Peter (Alex Wolff) e Charlie (Milly Shappiro).

A família se vê afetada pela morte da mãe de Annie, quando coisas estranhas começam a acontecer, principalmente com Charlie, de quem a avó nutria um fascínio incomum.

Milly Shappiro (Divulgação)


Não se sabe, até este ponto do filme, se tudo aquilo é uma metáfora sobre o luto pelo qual a família está passando, ou se é real.

O fato é que o filme, na minha opinião, é mais perturbador que aterrorizante.
O filme é cheio de cenas bem pesadas, e daí é até compreensivo que não haja os jump scares. Não haveria necessidade.

Alex Wolff em cena de "Hereditário" (Divulgação)


Mas pelo barulho que o filme causou desde que foi exibido no Festival de Cinema de Sundance, em Janeiro deste ano, esperava algo mais impactante.
Sem tirar nenhum crédito atribuído a ele, mas comparar "Hereditário" com "O Exorcista", e "O Iluminado" soa um tanto exagerado.
O filme tem o seu valor, mas não chega a ser um daqueles que marcam.



A fotografia é excelente, e os atores estão ótimos em seus papéis. Toni Collette e Alex Wolff, principalmente.



Por fim, se é adepto do jumps scares, "Hereditário" vai te decepcionar. Caso contrário, assista, mas não superestime a produção. Apenas um bom filme de terror, sem ter como único objetivo assustar o espectador.

Vale lembrar que o filme é da produtora e distribuidora A24, que virou a queridinha dos críticos, e a mesma que produziu "Moonlight", "Lady Bird" e "Projeto Flórida", este último ganhador de Globo de Ouro e que concorreu no último Oscar na categoria Melhor Ator Coadjuvante, com Willem Dafoe.


Título no Brasil:Hereditário
Título Original:Hereditary
Ano Lançamento:2018
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:127 minutos
Direção:Ari Aster
Estreia no Brasil:21/06/2018
Estúdio/Distrib.:Diamond Films
Idade Indicativa:16 anos






O DIABO E O PADRE AMORTH (THE DEVIL AND THE FATHER AMORTH, 2018)

"O Exorcista", filme lançado em 1973 e que até hoje é considerado uma obra prima do terror, fez com que o diretor William Friedkin voltasse a abordar a possessão demoníaca, mais de 40 anos após o seu lançamento.

Tá amarrado!


Em "O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and The Father Amorth)", documentário que estreou no Netflix nesta segunda (20/07), Fridekin acompanha uma sessão de exorcismo realizada em 2015 pelo Padre Amorth (1925 -2016), reconhecido pelo Vaticano como exorcista.

O diretor foi convidado a acompanhar uma sessão de exorcismo, e registrou, sozinho, utilizando apenas uma câmera, a manifestação do demônio através de Cristina, uma arquiteta italiana, que já havia passado por oito (!) exorcismos, sem sucesso.

As imagens são fortes, mas aqui, nada de levitação, vômito verde e coisas do tipo, mas não deixa de ser assustador. Tudo acompanhado de uma trilha sonora excepcional, e aterrorizante.

Pra quem é fã do filme de 73, também vai curtir, pois logo no início, William Friedkin revisita locações do longa em Georgetown, além de depoimentos do autor do livro que deu origem ao filme, William Peter Blatty, que morreu no ano passado, explicando como teve a ideia de escrever sobre a garota que é possuída pelo Diabo.



"O Diabo e o Padre Amorth" vale muito a pena. Apesar de ser um doc, consegue ser melhor que muita produção de terror lançadas nos últimos tempos.

Título no Brasil:O Diabo e o Padre Amorth
Título Original:The Devil and the Father Amorth
Ano Lançamento:2018
Gênero:Documentário
País de Origem:EUA
Duração:68 minutos
Direção:William Friedkin
Estreia no Brasil:23/07/2018
Estúdio/Distrib.:LD Entertainment/The Ochard Movies
Idade Indicativa:12 anos

✪✪✪✪ ÓTIMO






"O DIABO E O PADRE AMORTH": DIRETOR DE "O EXORCISTA" LANÇA DOCUMENTÁRIO COM CENAS REAIS DE UM EXORCISMO
O diretor William Friedkin e o exorcista Gabriele Amorth (Divulgação)

"O Exorcista", filme lançado em 1973 e que até hoje é considerado uma obra prima do terror, fez com que o diretor William Friedkin voltasse a abordar a possessão demoníaca, mais de 40 anos após o seu lançamento.

Em "O Diabo e o Padre Amorth (The Devil and The Father Amorth)", documentário que estreou no Netflix nesta segunda (20/07), Fridekin acompanha uma sessão de exorcismo realizada em 2015 pelo Padre Amorth (1925 -2016), reconhecido pelo Vaticano como exorcista.

O diretor foi convidado a acompanhar uma sessão de exorcismo, e registrou, sozinho, utilizando apenas uma câmera, a manifestação do demônio através de Cristina, uma arquiteta italiana, que já havia passado por oito (!) exorcismos, sem sucesso.

As imagens são fortes, mas aqui, nada de levitação, vômito verde e coisas do tipo, mas não deixa de ser assustador. Tudo acompanhado de uma trilha sonora excepcional, e aterrorizante.

Pra quem é fã do filme de 73, também vai curtir, pois logo no início, William Friedkin revisita locações do longa em Georgetown, além de depoimentos do autor do livro que deu origem ao filme, William Peter Blatty, que morreu no ano passado, explicando como teve a ideia de escrever sobre a garota que é possuída pelo Diabo.

Tá amarrado!


"O Diabo e o Padre Amorth" vale muito a pena. Apesar de ser um doc, consegue ser melhor que muita produção de terror lançadas nos últimos tempos.

Título no Brasil:O Diabo e o Padre Amorth
Título Original:The Devil and the Father Amorth
Ano Lançamento:2018
Gênero:Documentário
País de Origem:EUA
Duração:68 minutos
Direção:William Friedkin
Estreia no Brasil:23/07/2018
Estúdio/Distrib.:LD Entertainment/The Ochard Movies
Idade Indicativa:12 anos
✪✪✪✪ ÓTIMO






A BELA E A FERA (THE BEAUTY AND THE BEAST, 2017)

O live action de A Bela e a Fera pode ser considerado o mais fiel ao desenho de 1991, de todos os filmes que foram lançados até aqui.
Do figurino, às locações e as cenas musicais (que detestava desde criança, isso não mudou), é tudo igual!



Emma Watson cumpre bem o seu papel como a protagonista Bela. Não vou chamá-la de "eterna Hermione", pois seria até injusto. A atriz tem tentado desvencilhar a imagem à personagem da franquia Harry Potter.



Muitas críticas foram feitas a Dan Stevens, o príncipe. Os espectadores chegaram a dizer que o ator estava bem melhor quando transformado em Fera.
Se pararmos para reparar, existem outros atores com porte de príncipe muito melhores que Dan.

Muito bem produzido, considero até o momento o melhor live action baseado em animação da Disney. Vale muito a pena.


Título no Brasil:A Bela e a Fera
Título Original:Beauty and the Beast
Ano Lançamento:2017
Gênero:Aventura / Musical / Romance
País de Origem:EUA / Reino Unido
Duração:129 minutos
Direção:Bill Condon
Estreia no Brasil:16/03/2017
Estúdio/Distrib.:Disney
Idade Indicativa:10 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE




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