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A MORTE TE DÁ PARABÉNS (HAPPY DEATH DAY, 2017)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns
Título Original: Happy Death Day
Ano Lançamento: 2017
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 96 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 12/10/2017
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM

SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



TOC - TRANSTORNADA OBSESSIVA COMPULSIVA (IDEM, 2017)

Kika K. é uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs. Mas, por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional, enquanto precisa lidar com as limitações de seu Transtorno Obsessivo Compulsivo. Kika se depara com Felipão, um fã obsessivo, um namorado galã sem noção e os compromissos profissionais marcados pela sua exigente empresária.


Eu amo a Tatá Werneck. 
Mas ainda acho que ela não funciona sendo dirigida. 
Ela, assim como outros comediantes de era stand up, que desenvolvem bem as piadas e tiradas no improviso, soam forçados quando tem que seguir um script.

Neste filme não é diferente. 
Faz uma boa dobradinha com a vera Holtz, e consegue nos fazer dar risada em alguns momentos, mas emperra quando tem que ser dramática. Fica ruim.
Além disso, o roteiro do filme é péssimo, e o TOC do filme só é abordado em poucas cenas. 
Apesar de ser um assunto sério, poderia ter rendido melhores cenas, e salvado o filme. 
Ruim demais.

BONECO DE NEVE (THE SNOWMAN, 2017)

Uma mulher desaparece e a única pista é um cachecol rosa encontrado em um estranho boneco de neve. O detetive Harry Hole começa suas investigações e percebe que o crime parece obra de um serial killer.



Estamos acostumado com filmes baseados em best-sellers tornarem-se rentáveis mundo afora. 
Pelo visto não foi o caso deste aqui.
Nem mesmo o elenco, que conta com Michael Fassbender, Val Kimer, Chloë Sevigny, Charlotte Gainsbourg e J. K. Simmons consegue salvar uma história confusa e arrastada. 

SÉRIE COM UMA BOA DOSE DE SUSPENSE? ASSISTA "THE SINNER"

Para fugir um pouco do catálogo do Netflix (mesmo tendo séries ótimas, várias que ainda não assisti), resolvi recorrer à internet, em busca de séries ainda inéditas no Brasil, de preferência aquelas recém lançadas.
Foi assim que descobri as excelentes "Queen of The South", "Versailles", "The Handmaid's Tale", e outras que não me lembro.
E foi da mesma maneira que descobri "The Sinner", série produzida pelo canal USA Networks e lançada em Agosto, tendo 7 episódios na primeira temporada.

(Reprodução/ Créditos: USA Networks)

A história gira em torno de Cora Tannetti (Jessica Biel, que também assina a produção executiva da série), uma mulher comum, casada e com um filho pequeno.
Todos moram numa pequena cidade de Nova York.
Logo no Pilot, já é possível perceber que algo atormenta Cora, resultado de algum acontecimento do passado.

Tudo muda quando numa manhã de sol, durante um passeio na praia, movida por um poder de fúria incontrolável e aparentemente sem explicação, Cora avança sobre um homem e o esfaqueia diversas vezes, usando a faca que cortava a fruta para o filho.

(Reprodução/ Créditos: USA Networks)

Com isso, é presa e durante o julgamento considera-se culpada, dispensando até advogado de defesa.
Esse comportamento desperta o interesse do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman), que começa a buscar respostas do motivo que levou Cora a tomar aquela decisão.

A cada episódio, o suspense em torno do passado de Cora aumenta, o que nos deixa com mais vontade de acompanhar o próximo, justamente pelo fato de conhecer o assassino, mas desconhecer os motivos que o levaram a cometer o crime.

(Reprodução/ Créditos: USA Networks)

A série é baseada no best-seller de mesmo nome, escrito por Petra Hammesfahr, e é uma excelente pedida pra quem curte tramas policiais com uma dose pesada de suspense.

AS LUTAS FEMININAS E OS ANOS 80 ESTÃO DE VOLTA EM "GLOW"

Apesar de ser uma série excelente, como me custou finalizar Glow, que a Netflix lançou em Junho passado.
Me chamou atenção o fato da série ter os mesmos produtores de Orange is The New Black, e ser ambientada nos incríveis anos 80.
Mas, na minha opinião, faltou algo.
Terminei a primeira temporada com aquela sensação de... esperava mais.

SINOPSE

Los Angeles, 1980.
Ruth Wilder (Alison Brie) é uma atriz que, apesar do esforço, não tem tido muita sorte em obter um papel de destaque em Hollywood.
Até que ao ser convocada para um teste nada comum, onde mulheres precisam entrar numa batalha dentro de um ringue de luta livre, ela vê a chance de ascensão.
Está dada a largada para a produção de GLOW - Gorgeous Ladies Of Wrestling.


Existe alguma semelhança entre GLOW e OITNB: a protagonista sendo "engolida" pelas coadjuvantes é uma que ficou em evidência pra mim desde o primeiro episódio. Aliás, o legal das duas séries é que apesar de possuírem protagonistas, cada personagem tem sua história pessoal ganhando destaque em algum momento da história, no decorrer da temporada.




Os anos 80 é bem representado através de roupas, costumes, trilha sonora... é a década mais amada por nós que já passamos dos 30! (um beijo, Stranger Things, ansiamos pela sua volta!).
E tem mais: pra quem não sabe, GLOW realmente existiu nos anos 80, e foi exibido aqui no Brasil pelo SBT, com o nome de Luta Livre de Mulheres.


GLOW é ótima para entretenimento, mas não conseguiu me prender ainda.
A série já tem a segunda temporada confirmada pela Netflix. Espero que na próxima leva de episódios ela me cative mais.




O CÉU E O INFERNO SÃO MOTIVO DE PIADA EM "THE GOOD PLACE"

Seguindo o tom de comédia de "Unbreakable Kimmy Schimdit" e "Chewing Gum", "The Good Place" é uma ótima opção pra quem quer curtir uma comédia despretensiosa.
Criada por Michael Schur (Brooklyn Nine-Nine, Parks and Recreation) estreou na rede americana NBC em setembro do ano passado, e estreou no Netflix em 21 de Setembro.

Elenco principal da série - Reprodução

SINOPSE:

Depois que Eleonor Shellstrop é atingida e morta por um trator-reboque transportando um quadro de avisos para os produtos de disfunção erétil, acorda e descobre que entrou na vida após a morte. Mas quando ela é informada por seu mentor Michael que ela está no "lugar bom" por causa de suas boas ações, ajudando a levar as pessoas inocentes fora do corredor da morte, ela percebe que um erro foi cometido, pois as pessoas pensam que ela é outra pessoa com o mesmo nome.

Presa em um mundo onde ninguém amaldiçoa ou fica bêbado e todo mundo é sempre bom, Eleanor encontra-se presa entre ficar nesta vida após a morte ou encontrar uma maneira de voltar para sua vida mundana de volta à Terra. Como sua entrada no "lugar bom" causou interrupções desde a sua chegada. Agora Eleanor deve esconder seu passado comportamental mortal não tão perfeito de todos, caso contrário eles vão mandá-la para o "lugar ruim". Ela logo descobre que não é o único "erro" que foi enviado a esta vida após a morte, o que indica que talvez haja outros como ela se escondendo dentro do local.

Apesar de não achar que Kristen Bell seja tão cômica para o papel da protagonista da série, ela consegue dar conta do recado.

Jyaniu (Manny Jacinto) e Tahani-Al Jamil ( Jameela Jamil) - Reprodução

O destaque, na minha opinião, fica por conta do casal Tahani-Al Jamil ( Jameela Jamil) uma socialite com forte sotaque britânico, e William Jackson Harper como Chidi Anagonye, um suposto monge  que fez voto de silêncio na terra, e permaneceu assim no "Bom Lugar".
Outro personagem maravilhoso é Michael (Ted Danson), arquiteto responsável pelo bairro onde os personagens moram, e a personagem Janet, da D'Arcy Carden, uma mulher - robô que aparece sempre que seu nome é mencionado.

Janet (D'Arcy Carden) e Michael (Ted Danson) - Reprodução
Outros personagens principais como Chidi (William Jackson Harper), Jyaniu (Manny Jacinto) e Vicky (Tiya Sircar) também integram o elenco principal, mas na minha opinião, servem de "escada" pros outros personagens que eu já mencionei nesse texto.

O que nos faz sentir vontade de acompanhar a série, além do humor cheio de ironia (que eu particularmente adoro), é que não existe maniqueísmo: nenhuma personagem é só boa ou só ruim.

"The Good Place" já está na segunda temporada, e com a terceira já confirmada pela NBC.


Título no Brasil: Um Bom Lugar
Título Original: The Good Place
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Comédia
País de Origem: EUA
Duração: 25 minutos por episódio (aprox.)
Criação: Michael Schur

✪✪✪✪✪ ÓTIMO

















"CHEWING GUM " É UMA DAS MELHORES SÉRIES DE COMÉDIA DO NETFLIX!

Em busca de uma série com episódios curtos, pra poder assistir antes do sono me dominar, optei por "Chewing Gum".

Não havia lido nada sobre a série, com exceção da breve descrição do Netflix, então resolvi arriscar, pois como diz o velho ditado, de uma forma contemporânea, "não julgue a série pela capa".
Não me arrependi.



A série é protagonizada pela Michaela Coel, que dá vida a Tracey Gordon, jovem britânica de família extremamente religiosa, e noiva de Ronald, que tem como lema do relacionamento manter a castidade até o casamento

Mas Tracey não pretende seguir a mesma regra. Para tentar seduzir o noivo, a jovem decide pedir ajuda da amiga Candice (Danielle Walters), bem mais "experiente" no assunto, e da avó de Candice, Esther. Este é um dos momentos mais hilários do piloto.


A vontade de não ser mais virgem é tanta que toda vez que Tracey fica excitada, seu nariz sangra.

A tentativa de levar o noivo pra cama não vinga, e Tracey se vê interessada por Connor, seu vizinho.
A trama é simples, cada episódio dura em torno de 20 minutos, mas já é o suficiente pra nos fazer dar muita risada.
O mais engraçado é a ingenuidade de Tracey quando o assunto é sexo e relacionamento.

O que deixa a série ainda mais divertida é que os outros personagens também são hilários, complementando as cenas em que a protagonista está presente.

A série tem duas temporadas, e havia sido cancelada no ano passado. Porém, parece que o canal E4 voltou atrás na decisão, e renovou para uma terceira, ainda sem previsão para lançamento.



Uma dica: Se você costuma assistir série dublada, tente fugir à regra e assista CG legendada. O sotaque britânico dá o tom mais engraçado às trapalhadas de Tracey.


✪ EXCELENTE

CORRA! (GET OUT!, 2017)


Não me lembro qual foi a última vez que um filme de terror concorreu na categoria de "Melhor Filme". Geralmente filmes do gênero não concorrem na categoria, talvez por serem fracos demais, na maioria das vezes.
Mas "Corra! (Get Out, 2017) não é um filme de terror qualquer.

O longa  marca a estreia do ator/comediante Jordan Peele como cineasta.
Foi Peele que escreveu e dirigiu o longa, que conta com o astro em ascensão Daniel Kaluuya como protagonista.

Quem assistiu o filme deve ter lembrado dele no episódio "Fifteen Million Merits", o segundo da primeira temporada de Black Mirror.

Daniel Kaluuya em cena de "Black Mirror"

O roteiro traz questionamentos raciais dos mais interessantes, e é isso que faz com que "Corra!" seja um dos meus preferidos a levar a estatueta de Melhor Filme. Tem chance.

E é claro que, por ter sido escrito por um comediante, cenas cômicas dão as caras em "Corra" através do personagem Rod Williams, amigo de Chris, vivido pelo comediante Lil Rel Howery.
Talvez você que ainda não assistiu deve estar pensando que comédia e terror não combinam, mas vai por mim, você pode estra enganado. Tudo na dose certa aqui.

"Corra!" tornou-se um dos filmes indispensável na minha lista de recomendações.
Sendo bem sincero, apesar de ter a minha torcida, provavelmente não leva a estatueta (se levar em consideração as premiações pré-Oscar, "Três Anúncios para um crime" sai vencedor. Ainda não assisti, mas quando rolar eu deixo minha crítica por aqui).
Mas é um filme que merece toda a nossa atenção, por fugir à regra dos filmes de terror, geralmente considerados "vazios".

SINOPSE

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação inter-racial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.


Título no Brasil:Corra!
Título Original:Get Out
Ano Lançamento:2017
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:104 minutos
Direção:Jordan Peele
Estreia no Brasil:18/05/2017
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:14 anos
✪✪✪✪✪ EXCELENTE





A BELA E A FERA (THE BEAUTY AND THE BEAST, 2017)

O live action de A Bela e a Fera pode ser considerado o mais fiel ao desenho de 1991, de todos os filmes que foram lançados até aqui.
Do figurino, às locações e as cenas musicais (que detestava desde criança, isso não mudou), é tudo igual!



Emma Watson cumpre bem o seu papel como a protagonista Bela. Não vou chamá-la de "eterna Hermione", pois seria até injusto. A atriz tem tentado desvencilhar a imagem à personagem da franquia Harry Potter.



Muitas críticas foram feitas a Dan Stevens, o príncipe. Os espectadores chegaram a dizer que o ator estava bem melhor quando transformado em Fera.
Se pararmos para reparar, existem outros atores com porte de príncipe muito melhores que Dan.

Muito bem produzido, considero até o momento o melhor live action baseado em animação da Disney. Vale muito a pena.


Título no Brasil:A Bela e a Fera
Título Original:Beauty and the Beast
Ano Lançamento:2017
Gênero:Aventura / Musical / Romance
País de Origem:EUA / Reino Unido
Duração:129 minutos
Direção:Bill Condon
Estreia no Brasil:16/03/2017
Estúdio/Distrib.:Disney
Idade Indicativa:10 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE




ME CHAME PELO SEU NOME (CALL ME BY YOUR NAME, 2018)

"Me chame pelo seu Nome" (Call me By Your Name) é a adaptação cinematográfica do livro de mesmo nome, escrito por André Aciman e lançado em 2007, e nos leva ao verão de 1983, na Itália.

Elio (Timothée Calamet) é um jovem de 17 anos, sensível e introvertido, que passa as férias com a família, e se vê num turbilhão de emoções com a chegada de Oliver (Armie Hammer), ajudante do seu pai nas pesquisas de cultura grego-romana.

Aos poucos, os dois se aproximam, dando início a uma intensa, porém delicada, relação.

Apesar da premissa homoafetiva contida no longa, o diretor italiano Luca Guadagnino tratou logo de dizer que não se trata de um filme Gay.

 “Não é um filme gay. Nunca o encarei dessa forma, porque, se assim o fizesse, estaria condenando meu filme ao gueto. Para mim, é uma delicada história de desejo e sobre o rito de passagem.” 

Considerável esse esforço de Guadagnino a não rotular o filme como um filme gay, mas, convenhamos, é um filme gay! rsrsrsrs.


A fotografia é de encher os olhos, um dos pontos altos do filme.
Sobre o enredo... o filme é beeeeeeeeem arrastado, pra ser bem sincero, com muitas cenas que nada acrescenta ao desenrolar da história. Nos minutos finais

Mas, no geral, é um grande concorrente ao Oscar deste ano (apesar de ter quase certeza que não leva a estatueta, pelo menos nesta categoria. Um beijo, "Moonlight").

"Me Chame pelo seu Nome" é um ótimo filme, graças a sua sutileza, pela fotografia incrível, mas peca pelo texto raso e por ser um tanto monótono.



Título no Brasil:Me Chame Pelo Seu Nome
Título Original:Call Me by Your Name
Ano Lançamento:2017
Gênero:Drama / Romance
País de Origem:Itália / França / Brasil / EUA
Duração:132 minutos
Direção:Luca Guadagnino
Estreia no Brasil:18/01/2018
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:14 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE




VIVA - A VIDA É UMA FESTA (COCO, 2018)


Em tempos de governo Trump, que prega aversão aos imigrantes latinos, principalmente aos vizinhos mexicanos, lançar um filme em que o mote principal é a cultura desse país poderia até soar com uma afronta.

Mas a Pixar acertou em cheio ao lançar "Viva - A Vida é uma Festa" (Coco).
A animação retrata a história de Miguel, um garoto aspirante a músico que, inspirado pelo seu ídolo Ernesto de La Cruz, já falecido, se rebela contra sua família quando é impedido de explorar seu talento, uma vez que qualquer tipo de música é proibido dentro de casa. O motivo? Não vou dar spoiler porque quem estiver lendo este post precisa assistir.

Título no Brasil:Viva - A Vida é Uma Festa
Título Original:Coco
Ano Lançamento:2017
Gênero:Animação / Aventura
País de Origem:EUA
Duração:109 minutos
Direção:Lee Unkrich / Adrian Molina
Estreia no Brasil:04/01/2018
Estúdio/Distrib.:Disney
Idade Indicativa:Livre

 EXCELENTE



Em determinado ponto do filme, Miguel é transportado ao mundo dos mortos, onde encontra parentes já falecidos e o responsável pela sua paixão pela música, Ernesto de La Cruz.

TÍTULO POLÊMICO




"Viva - A Vida é uma Festa" recebeu este título no Brasil graças ao duplo sentido que o título original, "Coco" receberia no país.
Coco, nome da bisavó de Miguel e personagem de grande importância no desenrolar da história, dá nome à animação, que poderia ser confundido com Côco, a fruta, ou com cocô por aqui.
A Pixar tratou logo de explicar que a mudança de título se deu apenas para deixar mais local em vários países.



"Viva - a Vida é uma Festa" é uma das melhores animações da Pixar nos últimos anos, e facilmente nos leva às lágrimas, dividindo esse posto com "Up" (atire a primeira pedra quem nunca ficou com os olhos marejados ao assisti-lo).







MELHORES FILMES DE 2017!


2017 foi o ano que fiquei devendo (e muito) com relação a filmes.
Foram muitos filmes lançados este ano, mas não consegui assistir todos que gostaria.
Portanto, listei os filmes que consegui assistir e espero que consiga ser justo nas minhas escolhas.



IT - A COISA

O clássico de Stephen King , lançado em 1990, sobre o palhaço Pennywise ganhou uma refilmagem esse ano, e como já postei aqui no blog, torço o nariz pra remakes, principalmente quando se trata de um filme clássico.
Só que essa versão me surpreendeu. Ficou tão boa quanto o original.
Filme bem produzido, com grande destaque para o elenco juvenil, conseguiram sustentar a história até o fim. Tanto que já está confirmada a continuação, que será lançada em 2019.




A BELA E A FERA

A live action do clássico da Disney conseguiu ser muito fiel à animação.
Eu sou suspeito, porque "A Bela e a Fera" é o meu desenho favorito.
Emma Watson vai muito bem como a mocinha da história.
Excelentes efeitos visuais, para retratar os personagens e as locações do desenho.
Se ainda assistiu, vale muito a pena!





CORRA!

Demorei um pouco pra assistir esse filme.
Mas quando assisti... que filmão da porra!
Não é um suspense comum, trazendo toda uma crítica sobre preconceito racial, que faz a gente refletir.
O final deixa a gente meio desapontado, mas no geral, é um filme excelente.






MÃE!

Fui assistir "Mãe!" no cinema, e saí de lá confuso e perturbado.
Confuso porque não havia entendido a essência do filme (a história é basicamente uma versão contemporânea da Bíblia Sagrada, contada do Gênesis ao Apocalipse compilados em 2 horas).
E perturbado porque o filme tem cenas muito pesadas.





ATÔMICA


Nunca fui muito fã de filmes de ação, e confesso que resolvi assistir esse só pelo fato de ter Charlize Theron no papel principal.
Mas esse não me decepcionou: primeiro por poder ver Charlize em um dos melhores papéis da sua carreira, mas o enredo do filme consegue te prender do início ao fim.
Não poderia estar fora dessa lista!


E o que poderemos esperar de 2018 nas telas do cinema? Vou acompanhar as novidades e posto a minha opinião por aqui!
MELHORES ÁLBUNS DE 2017!

Tudo que é blog e site já fizeram suas listas de "Melhores do Ano", e não poderia deixar minha opinião, né?
Lembrando que a lista é baseada no gosto desse que vos escreve.
Se concordou ou discordou, deixa seu comentário que é muito importante.

ATENÇÃO: para não ser injusto com nenhum artista mencionado na lista, fiz uma lista sem ranking.
Todos os álbuns tiveram seu momento durante esse ano.




KENDRICK LAMAR - "DAMN"

Esse, sem sombra de dúvida, é o melhor álbum lançado no ano.
Basta conferir as listas dos principais site especializados, é ele que está no topo (competindo com o 'Melodrama' da Lorde.
Já ouvia alguma coisa do Kendrick, mas foi com esse que me tornei grande admirador do trabalho do rapper.
Além das excelentes "Humble", "DNA" e "Loyalty", destaque para "Love", parceria com Zacari (música que ouvi sem parar).





PABLLO VITTAR - "VAI PASSAR MAL"

O ano de 2017 foi da Pabllo Vittar, sem sombra de dúvida.
Depois de ter lançado o EP "Open Bar", esse ano elx nos presentou com o álbum "Vai Passar Mal", trazendo música Pop cheia de referências regionais.
"K.O." se tornou um hit e "Corpo Sensual" estourou depois do lançamento do clipe.
Ouvi muito "Tara", uma das minhas prediletas.




FERGIE - "DOUBLE DUTCHESS"

A espera valeu a pena.
Desde 2005, o sucessor de "The Duthcess" era um dos álbuns mais aguardados pelos fãs de música Pop.
Mesmo depois do vazamento do álbum na metade do ano, ele foi uma boa surpresa para os fãs do gênero. E com o bônus de ser uma "experiência visual": cada faixa possui um clipe.
Ouvi muito "Love is Blind" (a minha favorita), E "Just Like You".






P!NK - "BEAUTIFUL TRAUMA" 

P!nk não lançava material novo desde 2012.
"Beautiful Trauma" não trouxe nada de novidade, mas não decepcionou.
Os destaques pra mim foram "Whatever You Want", e "I Am Here".




SZA - "CTRL"

Já havia feito um post sobre SZA por aqui, mas a cantora ainda não havia lançado o novo disco.
"CTRL" é, com certeza, uma das grandes jóias do R&B contemporâneo lançado em 2017.
Cheio de participações, o disco é um a delícia de ouvir e certamente continuará presente nas minhas playlists em 2018.
"Love Galore" com a participação do Travis Scott é a minha favorita do álbum.






HAIM - "SOMETHING TO TELL YOU"

A banda de Los Angeles já havia lançado o álbum de estreia, "Days Are Gone" em 2013, mas ouvi pouquíssimas vezes e não me conquistou.
Quando o segundo disco, "Something To Tell You" foi lançado, resolvi dar uma nova chance e... me apaixonei.
Daí fui buscar ouvir o primeiro álbum novamente, assistir clipes, e a HAIM é minha nova crush musical.
"Little Of Your Love" é perfeita: faixa e clipe são sensacionais.
Mas destaco também "Night So Long", baladinha deliciosa, e o single "Want You Back".






FLORA MATOS - "ELETROCARDIOGRAMA"

Depois de "Pretin", single lançado em 2011 e extraído da Mixtape "Flora Matos VS. Stereodubs" de 2009, Flora Matos finalmente tem um disco pra chamar de seu.
"Eletrocardiograma" nos deixou com aquela sensação de que valeu a pena a espera, porque o disco é FODA, não existe outro adjetivo.
"Preta de Quebrada", "Bora Dançar", "Não vou Mentir" se tornaram as minhas favoritas, mas difícil escolher uma só.



KHALID - AMERICAN TEEN

Descobri o Khalid por acaso no Spotify.
Assim com SZA, traz um R&B mais contemporâneo, e foi um dos álbuns que mais ouvi neste ano com poucas novidades que me agradou.
"American Teen" é o seu álbum de estreia, e é tão gostoso de ouvir que dá vontade de deixar no looping infinito.
"Young, Dumb and Broke" é a minha faixa predileta.
Eu realmente espero vida longa à carreira dele porque é extremamente talentoso.






DRAKE - MORE LIFE

Acompanhando as listas de melhores álbuns de 2017, poucas vezes "More Life" do Drake foi citado.
Mesmo que não tenha tido uma grande destaque, o álbum merece sim estar nessa lista porque é excelente.
Das 22 faixas, "Free Smoke", "Blem", "Ice Melts" e "Fake Love" foram os singles imperdíveis pra mim.





KATY PERRY - WITNESS

Katy Perry trouxe em "Witness" uma sonoridade diferente dos outros álbuns lançados.
Quando "Chained to The Rhythm" foi lançado, lembro de ter detestado (e continuo achando o single super chato), mas os outros que o sucederam conseguiram superá-lo.
"Bon Appétit", apesar de não ser considerado um bom single, é ótima sim, e "Swish Swish" dispensa comentários.
O último single lançado "Hey Hey Hey" é bobinha.
Poderia ter apostado em "Bigger Than Me", "Mind Maze" e "Pendulum".


MENÇÕES HONROSAS

Sabe aqueles álbuns que foram lançados, mas que não te conquistaram de primeira, ou então são muito recentes e ainda não tem uma opinião formada sobre ele? Pois é, eis a minha lista abaixo.
Todos são artistas que acompanho e curto, mas que pelos motivos acima não entraram nessa lista.
É claro que assim que irei ouvi-los mais vezes e postarei a crítica por aqui.

LORDE - MELODRAMA, KESHA - RAINBOW, MIGOS - CULTURE, RINCÓN SAPIÊNCIA - GALANGA LIVRE, MILEY CYRUS - YOUNGER NOW , JAY-Z - 4:44, SAMPHA - PROCESS, ZARA LARSSON - SO GOOD, NELLY FURTADO - THE RIDE, BRYSON TILLER - TRUE TO SELF, SHAKIRA - EL DORADO, TLC - TLC, DUA LIPA - DUA LIPA, LANA DEL REY - LUST FOR LIFE, FIFTH HARMONY - FIFTH HARMONY, ST. VICENT - MASSEDUCTION, KELLY CLARKSON - MEANING OF LIFE, SAM SMITH - THE THIRLL OF IT ALL, BJORK - UTOPIA, CHARLI XCX - POP2, N.E.R.D. - NO_ONE REALLY EVER DIES, TINASHE - JOYRIDE.
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