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BRIGHTBURN - FILHO DAS TREVAS (BRIGHTBURN, 2019)
Título no Brasil: Brightburn - Filho Das Trevas
Título Original: Brightburn
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror
País de Origem: EUA
Duração: 91 minutos
Direção: David Yarovesky
Estreia no Brasil: 23/05/2019
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Idade Indicativa: 16 anos

Imagine um filme de terror tendo como protagonista um super herói.
Essa é a premissa de "Brightburn - Filho das Trevas", lançado em Maio desse ano.
O longa simplesmente é uma reciclagem da história do Superman, só que ao invés de salvar o mundo, o personagem principal quer destruí-lo.


SINOPSE

Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

O filme até que tenta ser levado a sério, mas difícil de engolir a história. Primeiro que o roteiro é raso.
O casal tá lá tentando engravidar, aí desistem porque o espaço mandou um bebê pra eles. Oi?
Em nenhum momento fica claro que eles tinham algo que impedisse a gestação.

Elizabeth Banks em cena de "Brightburn" (Divulgação)

Elizabeth Banks é um rosto conhecido de outros filmes, mas entrega junto com o marido, interpretado por David Denman, atuações que dão pena, de tão ruim.

O garoto Brandon, papel de Jackson A. Dunn, com seus superpoderes também foi bem mal aproveitado nas quase duas horas de filme.
Parece que faltou direção e bom senso do roteiro.

A única coisa louvável no filme inteiro são os efeitos. O filme é bem slasher, e as cenas mais tensas são muito bem executadas. (Destaque pra cena do carro lá do meio pro fim). Dignas de enjoo e asco.

Ao que parece, os produtores pensam numa continuação, o que não seria surpreendente, diante de uma Santa de filmes ruins sendo lançados ultimamente.
E esse é só mais um deles. Aviso: não crie expectativa, ok?


LAZY EYE (LAZY EYE, 2016)
Título Original: Lazy Eye
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Drama / Romance
País de Origem: EUA
Duração: 87 minutos
Direção: Tim Kirkman
Estúdio/Distrib.: T42 Entertainment
Idade Indicativa: 16 anos

★RUIM


Quando Dean, um designer gráfico de Los Angeles, percebe uma súbita mudança em sua visão de mundo, um ex-amor de 15 anos antes o contata inesperadamente na esperança de reavivar o relacionamento. Quando os dois se encontram numa casa de férias no deserto perto de Joshua Tree, segredos são revelados e as paixões reavivadas começam a desorganizar as vidas de ambos. Quarenta e oito horas mais tarde, nenhum deles será o mesmo.

Cena de "Lazy Eeye" (Reprodução)


Gente, que filme chato!

Já assisti muitos filmes com temática LGBTQ muito melhor que esse.
Filme parado, massante, nada acontece. Ruim, Não gostei.


ROCKETMAN (ROCKETMAN, 2019)

"Rocketman", cinebiografia de Sir Elton John pode até ter pego carona no sucesso de "Bohemian Rhapsody", longa sobre a trajetória de Freddie Mercury e Queen, souberam fazer algo anos luz melhor.
E pra quem não é fã ou não conhecia a história de um dos maiores artistas da música, ele torna-se essencial.

Atenção: pode conter spoiler

Quando uma das primeiras cenas traz Elton John (brilhantemente interpretado por Taron Egerton) chegando a uma reunião de alcoólicos anônimos, nem nos damos conta dos perrengues que o cantor e compositor passou antes de se tornar um astro.

Da infância do tímido Reggie Dwight, que tinha que lidar com esse bloqueio, além do relacionamento conturbado entre os pais, passando pela adolescência até chegar a fase adulta do cantor de roupas extravagantes, o filme dirigido por Dexter Fletcher (sim, o mesmo de Bohemian Rhapsody) e com produção do próprio Elton John, "Rocketman" é coeso.

Ponto positivo para a mistura de cenas dramáticas com musical (e olha que eu detesto filmes musicais), onde foram introduzidos hits do cantor como parte do roteiro. Funcionou muito bem.

Taron Egerton incorporou Elton, com interpretação muito melhor que a de Rami Malek como Freddie. E portanto, esperamos que ele também seja indicado a melhor ator no Oscar do ano que vem.
Sobre o figurino, que no caso de Elton John é um espetáculo à parte, as semelhanças impressionam.
Ele só peca em alguns pontos: Elton John já foi casado com uma mulher em 1984, porém isso não é muito aprofundado no filme.
Ele também foi amigo de Lady Di, e compôs uma música para seu funeral, mas o filme nem chega a retratar essa fase.

No geral, "Rocketman" nos entrega uma cinebiografia interessantíssima, talvez uma das melhores em anos.
E reitero: é muito melhor que Bohemian Rhapsody.



A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ (IDEM, 2016)

Sinopse

Um grupo de jovens ricos alugam uma laje na favela carioca do Vidigal para promover festas de arromba. Na porta, um segurança é responsável por impedir a entrada de moradores do morro e pessoas não convidadas. Uma frente fria impede que o grupo de jovens abastados continuem a oferecer suas festas, tornando alguns conflitos e diferenças mais aparentes.




Olha, era grande a minha expectativa quanto a esse filme. 
Afinal, Neville D'Almeida, o grande cineasta de filmes clássicos como 'A Dama do Lotação' e 'Os Sete Gatinhos',  é quem assina roteiro e direção.
Só que algo deu ruim ali.
Um história vazia, que só retrata um bando de mimados da classe media, fazendo festa no meio da comunidade no Rio de Janeiro.
Pronto já contei o filme inteiro, até porque nada acontece além disso.
O único ponto positivo é a atuação da Bruna Linzmeyer, com a sua complexa 'Amsterdam'.

BONECO DE NEVE (THE SNOWMAN, 2017)

Uma mulher desaparece e a única pista é um cachecol rosa encontrado em um estranho boneco de neve. O detetive Harry Hole começa suas investigações e percebe que o crime parece obra de um serial killer.



Estamos acostumado com filmes baseados em best-sellers tornarem-se rentáveis mundo afora. 
Pelo visto não foi o caso deste aqui.
Nem mesmo o elenco, que conta com Michael Fassbender, Val Kimer, Chloë Sevigny, Charlotte Gainsbourg e J. K. Simmons consegue salvar uma história confusa e arrastada. 

VOX LUX - O PREÇO DA FAMA (VOX LUX, 2019)


Em 1999, a adolescente Celeste (Raffey Cassidy) sobrevive a uma violenta tragédia. Depois de cantar em uma cerimônia de cremação, Celeste se transforma em uma pop star iniciante com a ajuda de sua irmã compositora (Stacy Martin) e um gerente de talentos (Jude Law). A ascensão meteórica de Celeste à fama e a simultânea perda de inocência se encaixa com um ataque terrorista que desestabiliza a nação, elevando a jovem a uma potência e um novo tipo de celebridade: ícone americano, divindade secular, superstar global. Em 2017, a adulta Celeste (Natalie Portman) está se recuperando depois de um incidente escandaloso que descarrilou sua carreira. Em tour com seu sexto álbum, que traz uma coletânea de hinos sci-fi intitulado "Vox Lux ", o pop indomável de boca suja deve superar as lutas pessoais e familiares de Celeste e navegar pela maternidade, loucura e fama inabalável na Era do Terror.


Com produção executiva assinada pela protagonista, Natalie Portman, Jude Law e a cantora SIA, "Vox Lux" não poderia ser ruim. 
Achei interessante os créditos logo no início (perturbador) do filme, o que nos faz lembrar aqueles clássicos dos anos 30 e 40.
Caso não curta musicais, não desista deste, pois as cenas musicadas são poucas.
O foco aqui é Celeste, personagem brilhantemente interpretado pela dobradinha Raffey Cassidy quando jovem e Portman na fase adulta. 

Natalie, por sinal, está em um dos seus melhores papéis, e até convence como mãe de adolescente.

Jude Law também está como o empresário da garota que após sobreviver e uma grande tragédia, tem a sua ajuda para se tornar uma Pop Star (mesmo sem não ter muito talento).
Stacy Martin, que interpreta Eleanor, a irmã de Celeste, e a que detém o talento para a música, entrega uma ótima apresentação, apesar de achar que foi mal aproveitada durante a história. Poderia ter tido um destaque maior.
A fotografia, apesar de soturna, é ótima. 
E a trilha sonora assinada pela SIA é excelente.Além dos temas instrumentais que dão um ótimo tom às cenas, as faixas que compõe o repertório de Celeste foram escritas pela cantora, e é quase impossível não imaginá-las sendo interpretadas por ela. O DNA musical da SIA está em todas as faixas.
Um mistura de Birdman, com Cisne Negro e Nasce uma Estrela. 
Ótimo filme. 

DUAS RAINHAS (MARY QUEEN OF THE SCOTS)

SINOPSE

Duas Rainhas explora a vida turbulenta da carismática Mary Stuart (Ronan). Rainha da França aos 16 anos e viúva aos 18 anos, Mary desafia a pressão para se casar novamente. Em vez disso, ela retorna para a Escócia, sua terra natal, para recuperar seu trono legítimo. Mas a Escócia e a Inglaterra estão sob o domínio da poderosa Elizabeth I (Robbie). Cada jovem rainha enxerga sua “irmã” com medo e fascinação. Rivais no poder e no amor, e mulheres importantes em um mundo masculino, as duas devem decidir como jogar o jogo do casamento contra a independência. Determinada a governar muito mais do que ser uma figurante, Mary afirma sua reivindicação ao trono inglês, ameaçando a soberania de Elizabeth. Traição, rebelião e conspirações dentro de cada reinado colocam em perigo os dois tronos - e mudam o curso da história.



O principal erro desse filme é a tradução para a exibição no Brasil: "Duas Rainhas".
Apesar do filme de fato possuir duas rainhas, quem protagoniza a história é a Rainha Maria da Escócia. 
O longa concorreu na categoria de Melhor Figurino no Oscar deste ano, mas passou meio batido, muito provavelmente pelo frisson que "A Favorita" (outro filme com a mesma temática) causou.

É o primeiro filme de Josie Rourke, que conseguiu nos trazer um trabalho impecável.
A fotografia é ótima, o figurino, da figurinista Alexandra Byrne, que também assinou o figurino de "Elizabeth (1998) e "Elizabeth - Era de Ouro (2007).

As interpretações de Saoirse Ronan (Lady Bird) e Margot Robbie (Eu, Tonya) estão excelentes, com destaque para Margot, que, apesar de não ser a protagonista, rouba as cenas algumas vezes. 
É nela que o trio Marc Pilcher, Jessica Brooks e Jenny Shircore- indicados ao Oscar de Melhor Maquiagem -  trabalharam bastante. 

A parte interessante de "Duas Rainhas" é que os homens atuam como coadjuvantes, e sempre agindo juntos para destronar a Rainha. 
David Tennant (House of Cards) e Guy Pearce (Amnésia) também estão no elenco.
Ótimo filme, vale a pena assistir. 


HALLOWEEN (HALLOWEEN, 2018)

Jamie Lee Curtis retorna ao seu papel icônico como Laurie Strode, que chega ao seu confronto final com Michael Myers, a figura mascarada que a assombra desde que ela escapou por pouco de sua matança na noite de Halloween, quatro décadas atrás.

O mestre de horror John Carpenter será o produtor executivo e atuará como consultor criativo neste filme, juntando forças com o atual produtor de terror do cinema, Jason Blum (Get Out, Split, The Purge, Atividade Paranormal). Inspirado pelo clássico de Carpenter, os cineastas David Gordon Green e Danny McBride criaram uma história que traça um novo caminho a partir dos eventos do filme de 1978, e Green também dirige.

Halloween também será produzido por Malek Akkad, cuja Trancas International Films produziu a série de Halloween desde a sua criação, e Bill Block (Elysium, District 9). Além de Carpenter e Curtis, a Green e a McBride produzirão sob a bandeira da Rough House Pictures.

Título no Brasil:Halloween
Título Original:Halloween
Ano Lançamento:2018
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:106 minutos
Direção:David Gordon Green
Estreia no Brasil:25/10/2018
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:16 anos




✪✪✪✪ ÓTIMO

Acompanhei poucos filmes da franquia "Halloween", mas pra quem é fã da Michael Meyers e Laurie com certeza irão gostar do novo filme.
A parte chata é que, se você nunca assistiu um filme da franquia (de preferência os primeiros), ou não conhece a história que envolve o serial Killer e a personagem da Jamie Lee Curtis, infelizmente vai ficar sem entender nada.
Ponto alto pra atuação de Jamie, que nunca decepciona.
Pra quem curte um bom filme de terror, é uma ótima pedida, principalmente, pelas cenas de morte, muito bem feitas.
Um ótimo filme.

TODAS AS RAZÕES PARA ESQUECER (2018)


Quando terminamos um relacionamento, a fossa muitas vezes é inevitável.
Mesmo que queiramos mostrar ao mundo (e principalmente ao agora ex) que somos fortes e seguimos a vida normalmente, por dentro estamos um caco, naquele terrível processo de "readaptação" à vida sem a presença da outra pessoa.

Só quem já sofreu sabe que esse período de dor e desprendimento é o momento ideal para curtirmos aquelas baladas melosas, ou assistir filmes que tratam de amor, e ficar se perguntando o porquê do fim. Quem nunca?

"Todas as razões para Esquecer", primeiro longa do diretor Pedro Coutinho, que assina o roteiro e direção, é o verdadeiro passo a passo da fossa pós fim de relacionamento, mas mostrando como essa fase é importante para um recomeço. E como mecanismos como álcool, drogas, redes sociais e afins são utilizados na sociedade contemporânea, com o objetivo de ajudar nesse processo.

Cheguei a acompanhar a divulgação do filme, mas não cheguei a assisti-lo nos cinemas. Uma pena.
Só que, menos de um mês do lançamento nas telonas, "Todas as razões" já estava disponível no catálogo do Netflix. Uma vantagem pra quem não quer pagar uma fortuna com ingresso+pipoca+bebida+balinha+chocolate, etc. Afinal, sai mais barato pagar pela mensalidade do serviço de streaming do que ir ao cinema hoje em dia. Um absurdo.

Reprodução: Divulgação


Voltando ao filme, Antônio, personagem do Johnny Massaro (por quem nutro um crush), não aceita o término do seu relacionamento com Sofia, namorada de longa data.
Para ele, seria tarefa fácil esquecê-la (todo mundo nessa situação tem a mesma "certeza"). O que ele não imaginava era que o fantasma da ex povoaria cada vez mais seus dias, fazendo com que Antônio recorra a todos os métodos possíveis - e disponíveis - com o intuito de superar o término e tocar a vida: Da psicanálise cognitiva, Tinder, tarja-preta, etc.

Reprodução: Divulgação


Não soube classificar o filme. Acho que a tragicomédia seria uma boa classificação.
O filme mescla situações de drama e humor (na medida, tá?), no melhor estilo "estou rindo, mas é de nervoso".
Quem está passando ou já passou por esse período de fossa vai se identificar com os dilemas de Antônio.

O filme é uma delícia de assistir e recomendável em todas as rodas de conversa sobre cinema nacional.


Título no Brasil:Todas As Razões Para Esquecer
Título Original:Todas As Razões Para Esquecer
Ano Lançamento:2018
Gênero:Comédia / Drama
País de Origem:Brasil
Duração:91 minutos
Direção:Pedro Coutinho
Estreia no Brasil:01/03/2018
Estúdio/Distrib.:Pagu Pictures
Idade Indicativa:16 anos


✪✪✪✪✪ EXCELENTE





"ATÔMICA" (ATOMIC BLONDE, 2017)


Depois de ficar ensaiando ir ao cinema para assistir "Atômica", decidi usar o nosso bom e velho torrent para fazer o download do filme.

Baseado na HQ "The Coldiest City", o filme protagonizado pela Charliz Theron consegue prender a atenção do início ao fim (e olha que nem sou muito fã de filmes de ação).

Ambientado no fim da Guerra Fria, numa Alemanha ainda dividida pelo Muro de Berlim, o filme traz Theron no papel de Lorraine Broughton, uma agente do Serviço Secreto Britânico que é enviada para lá com a missão de investigar o assassinato do oficial James Gascoine (Sam Hargrave), além de ir em busca de um dossiê com o nome de agentes infiltrados.

Com a ajuda de David Percival (James McAvoy), chefe da estação local, Lorraine fará de tudo para recuperar a lista.

Lorraine Broughton (Charlize Theron) (Reprodução - Universal)

Charlize Theron é o ponto alto do filme, não tem como negar.
Tendo no currículo longas como Monster - Desejo Assassino (2003), Terra Fria (2005), e o mais recente Mad Max - Estrada da Fúria (2015), a atriz é daquelas que se entregam aos apersonagem que interpreta. Em Atômica não foi diferente - Charlize dispensou o uso de dublês nas cenas de luta, quebrando dois dentes durante as filmagens.
E o que não falta em "Atômica" são sequências de luta.
A protagonista bate muito - e apanha também.



Lorraine e Delphine , numa das cenas mais comentadas de "Atômica"(Reprodução: Universal)

Outro momento ápice do filme é a pegação da personagem de Theron com a agente Delphine (Sofia Boutella).



A trilha sonora também é incrível, com músicas de Bowie, The Clash, passando por Queen e George Michael.

"Atômica" vale muito a pena exatamente por (tentar) fugir dos clichês do gênero, por ter uma protagonista boa de briga, com cenas de luta bem reais, e com um enredo que com certeza vai te prender.

Já espero por uma sequência!


Título no Brasil: Atômica
Título Original: Atomic Blonde
Ano Lançamento: 2017
Gênero: Suspense
País de Origem : Alemanha / Suécia / EUA
Duração: 115 minutos
Direção: David Leitch
Estreia no Brasil: 31/08/2017
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 16 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE

O HOMEM NAS TREVAS (DON'T BREATHE - 2016)

Três adolescentes escapam de roubos perfeitamente planejados. Mas, quando eles estão prestes a realizar seu último crime, assaltar a casa de um senhor cego, o jogo muda. Os jovens estão encarcerados e precisam lutar por suas vidas contra um psicopata cheio de segredos.

Título no Brasil:O Homem Nas Trevas
Título Original:Don't Breathe
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror / Suspense
País de Origem:EUA
Duração:88 minutos
Direção:Fede Alvarez
Estreia no Brasil:08/09/2016
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:16 anos


O ponto forte do filme se dá a partir do momento em que o trio consegue entrar na casa do homem.
Devido a sua deficiência visual, o olfato e a audição ficam apurados e qualquer cheiro ou ruído fica perceptível à vítima, desenhado dessa forma até certo ponto do filme.
A casa guarda outros segredos do senhor, e que em nenhum momento do filme dá pra deduzir.
AQUARIUS (AQUARIUS, 2016)


Clara (Sonia Braga) mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.

Título no Brasil:Aquarius
Título Original:Aquarius
Ano Lançamento:2016
Gênero:Drama
País de Origem:Brasil / França
Duração:142 minutos
Direção:Kleber Mendonça Filho
Estreia no Brasil:01/09/2016
Estúdio/Distrib.:Vitrine Filmes
Idade Indicativa:16 anos


✪✪✪✪✪ EXCELENTE

Sou suspeito pra falar de Aquarius, porque amo Recife, e Sonia Braga. Juntou os dois, pra mim fica perfeito!
Aquarius é um excelente drama,que nos leva a refletir sobre a preservação das lembranças, e sobre os laços familiares.
Seria um excelente representante no Oscar de 2017.
DEMÔNIO DE NEON (THE NEON DEMON - 2016)

Jesse (Elle Fannng) é uma jovem de 18 anos que acaba de chegar a Los Angeles. Dona de uma beleza natural impressionante, ela tenta a sorte como modelo profissional. Após tirar algumas fotos mórbidas para um jovem fotógrafo, é contratada por uma conceituada agência de modelos. Bastante ingênua, ela passa a lidar com o ego sempre inflado das demais modelos e também com a maquiadora Ruby (Jena Malone), que possui intenções ocultas com a jovem.

Título no Brasil:Demônio de Neon
Título Original:The Neon Demon
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror / Suspense
País de Origem:França / Dinamarca / EUA
Duração:118 minutos
Direção:Nicolas Winding Refn
Estreia no Brasil:29/09/2016
Estúdio/Distrib.:California Filmes




A premissa de "Demônio de Neon" poderia facilmente ter sido retirada de um filme adolescente, no estilo "Meninas Malvadas".
O próprio diretor defende que o filme é uma comédia de horror.
Bom, de comédia o filme não tem nada, pra falar a verdade. É bastante sombrio, eu diria. Até mesmo bizarro em alguns momentos.
Não deixa de ser uma crítica literal ao mundo da moda, onde modelos querem devorar umas às outras.
Ele nos dá a impressão de ser um filme arrastado. Mas vale a pena pela fotografia (que é de encher os olhos), e a trilha sonora, instrumental, com exceção dos créditos finais, que tem a faixa "Weaving Goodbye", escrita e cantada pela Sia, e produzida pelo Diplo, especialmente para o longa.
Em resumo, é um filme ótimo, mas que não tem apelo popular. Portanto, ame-o ou deixe-o.


O HOMEM NAS TREVAS (DON'T BREATHE, 2016)

Quem curte um bom suspense com enredo que surpreende,  "O Homem nas Trevas" é uma boa pedida.
Dirigido por Fede Alvarez (A Morte do Demônio - 2013), e produzido por Sam Raimi (O Grito 2, Possessão), o filme traz uma produção simples e enxuta, mas que prende do início ao fim.
O interessante é o enredo que leva o telespectador a questionar seus valores.



O filme traz um trio de adolescentes, Rocky (Jane Levy, de Suburgatory e A morte do Demônio), Money (Corrente do Mal), casal de ladrões que coma ajuda de Alex (Dylan Minnette, de Deixe-me Entrar e Goosebumps), filho de funcionário de uma empresa de alarmes residenciais, assaltam casas, com entrada facilitada pelo conhecimento deste último, levando objetos de valor, tendo cada um motivos distintos para justificar os pequenos roubos.

O próximo assalto seria perfeito para eles.
A vítima da vez era um ex militar, que após uma explosão durante a guerra, perdeu a visão.
Além disso, descobriram que o homem havia perdido a filha em uma acidente causado por uma adolescente, e guardava o valor que recebeu como indenização na própria casa, em um bairro abandonado em Detroit.
Com todas essas vantagens, nada poderia dar errado.
Se enganaram.



Chega de dar Spoilers né?

O ponto forte do filme se dá a partir do momento em que o trio consegue entrar na casa do homem.
Devido a sua deficiência visual, o olfato e a audição ficam apurados e qualquer cheiro ou ruído fica perceptível à vítima, desenhado dessa forma até certo ponto do filme.
A casa guarda outros segredos do senhor, e que em nenhum momento do filme dá pra deduzir.


Faz tempo que não via um bom filme de suspense (o último que me lembro foi Os Suspeitos, de 2013), e "O Homem das Trevas" me surpreendeu.
O único deslize fica por conta da divulgação e promoção do longa.
O título Original é "Don't Breath" , fazendo alusão exatamente pelo que não se deve fazer pelos criminosos.
Aí no Brasil recebe o título de "O Homem Nas Trevas", ou seja, mais um filme com título nada a ver com o original.
Pra piorar, o poster promocional vende a imagem mais próxima de um filme de terror do que de um suspense como ele é.
É um filme imperdível, e vale muito a pena.


Título no Brasil:O Homem Nas Trevas
Título Original:Don't Breathe
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror / Suspense
País de Origem:EUA
Duração:88 minutos
Direção:Fede Alvarez
Estreia no Brasil:08/09/2016
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:16 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE


A BRUXA (THE VVITCH: A NEW-ENGLAND FOLKTALE, 2015)


Muito se falou quando "A Bruxa" estreou nos cinemas, no início de Março.
Estreia do designer Robert Eggers nas telonas, o filme viralizou e até a data do lançamento era um dos lançamentos mais aguardados, após a divulgação de imagens e do trailer, assustador.
Aos que foram aos cinemas para assisti-lo, uns ficaram impressionados, devido a sutileza como o enredo é conduzido e pela sutileza com que as referências de bruxaria e magia negra são utilizados no longa, e outros decepcionados pois esperavam vultos, gritos, sangue e se bobear até a bruxa na vassoura.
O clichê desta vez não teve chance.

Moradores de uma colônia inglesa nos Estados Unidos, a família é banida do local pois William(Ralph Ineson) não concorda com as regras dos líderes religiosos de lá.
Ao lado da esposa Katherine (Kate Dickie - a Lysa de Game of Thrones), e dos filhos Thomasin (Anya Taylor-Joy), Caleb (Harvey Scrimshaw), Mercy e Jonas (Ellie Grainger e Lucas Dawson), e o bebê Samuel, William segue para viver na floresta plantando milho e criando alguns animais.
O drama da família tem início com o desaparecimento de Samuel, desencadeando a partir daí várias situações estranhas e sem explicação.



"A Bruxa" é do tipo de terror que vai te deixar tenso, porém não vai te fazer gritar ou tomar sustos repentinamente.
Vou destacar como ponto forte do filme, a fotografia, praticamente todo em sépia, sem tons muito coloridos, e a trilha sonora instrumental, que o deixa ainda mais sombrio.
Mesmo tendo achado o filme excelente, pelo fato de ter sido produzido sem ter como único objetivo assustar, ainda assim fiquei com a sensação de que poderia ter sido melhor.
Talvez esta será a mesma sensação da maioria que assistir o filme, pois não há um desfecho definido.
Tudo fica no ar.

Título no Brasil:A Bruxa
Título Original:The VVitch: A New-England Folktale
Ano Lançamento:2015
Gênero:Terror
País de Origem:EUA / Reino Unido / Canadá / Brasil
Duração:92 minutos
Direção:Robert Eggers
Estreia no Brasil:03/03/2016
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:16 anos




"A Bruxa" é um ótimo terror psicológico e eu recomendo.
Portanto, se procura um filme pra levar sustos, segurar firme na poltrona do sofá ou se esconder embaixo da cobertas, talvez seja melhor optar por outro título.
IRMÃS (SISTERS, 2015)

Confesso que estava ansioso pra assistir "Irmãs", comédia estrelada pela Tina Fey (Uma noite Fora de Série, Meninas Malvadas) e Amy Poehler (Gigolô Por Acidente, Meninas Malvadas), que já tinham contracenado juntas no ótimo "Uma mãe para o meu bebê", mas quando o filme acabou, frustração era o sentimento predominante.

Preciso beber pra esquecer!

No filme, Tina interpreta Kate Elis, e Amy, Maura Ellis, irmãs que descobrem que os pais venderam a casa onde as duas cresceram, e antes que a casa seja entregue, decidem voltar à Flórida, para relembrar os bons momentos da infância. É quando resolvem convidar seus amigos da época para uma confraternização.
Só que a festa acaba passando dos limites, devido a "entrega" dos convidados.



O filme tem algumas sacadas engraçadas (bem poucas, aliás).
Tina Fey trouxe uma mulher de meia idade exagerada, beirando o caricato. Já Amy Poehler poderia ter se esforçado mais no seu papel.


É isso mesmo. 
O elenco estava cheio de estrelas da comédia americana, além das duas protagonistas, que são talentosíssimas, e mesmo juntos não conseguiram um resultado satisfatório no que melhor sabem fazer. 
Todos nós sabemos que quando se trata de cinema, é bastante relativo opinar, uma vez que depende muito de gosto individual, mas este eu esperava mais. Muito mais.




Título no Brasil: Irmãs
Título Original : Sisters
Ano Lançamento : 2015
Gênero : Comédia
País de Origem : EUA
Duração : 118 minutos
Direção : Jason Moore
Estreia no Brasil : 21/01/2016
Estúdio/Distrib. : Universal Pictures
Idade Indicativa : 16 anos

✪✪ REGULAR

SICARIO - TERRA DE NINGUÉM (SICARIO, 2015)



Na crescente fronteira sem lei entre os Estados Unidos e o México, uma agente do FBI (Emily Blunt) é exposta ao mundo brutal do tráfico internacional de drogas por membros de uma força-tarefa do governo (Josh Brolin, Benicio Del Toro) que a escalam em seu plano para derrotar o chefe de um cartel mexicano.

Título no Brasil : Sicario - Terra de Ninguém
Título Original : Sicario
Ano Lançamento : 2015
Gênero : Policial / Drama / Suspense
País de Origem : EUA
Duração : 121 minutos
Direção : Denis Villeneuve
Estreia no Brasil : 22/10/2015
Estúdio/Distrib. : Paris Filmes
Idade Indicativa : 16 anos

 


✪✪✪✪ ÓTIMO

Sicario me surpreendeu, porque quando o assisti, assisti às cegas, nem a sinopse tinha lido.
Havia ouvido um desconhecido comentando sobre o filme, indicando como o filme sendo muito bom.
Fui conferir.
Apesar de não ser o tipo de filme que me interessa, Sicario prendeu minha atenção do início ao fim.
O legal do filme é que você nunca sabe quem é mocinho e quem é bandido.
Recomendo pra quem curte filmes de ação, e filmes que tratam dos cartéis de droga espalhados pelo México.


OS SUSPEITOS (PRISONERS, 2013)


Boston, Estados Unidos. Keller Dover (Hugh Jackman) leva uma vida feliz ao lado da esposa Grace (Maria Bello) e os filhos Ralph (Dylan Minnette) e Anna (Erin Gerasimovich). Um dia, a família visita a casa de Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis), seus grandes amigos. Sem que eles percebam, a pequena Anna e Joy (Kyla Drew Simmons), filha dos Birch, desaparecem. Desesperadas, as famílias apelam à polícia e logo o caso cai nas mãos do detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Não demora muito para que ele prenda Alex (Paul Dano), que fica apenas 48 horas preso devido à ausência de provas contra ele. Alex na verdade tem o QI de uma criança de 10 anos e, por isso, a polícia não acredita que ele esteja envolvido com o desaparecimento. Entretanto, Keller está convicto de que ele tem culpa no cartório e resolve sequestrá-lo para arrancar a verdade dele, custe o que custar.

Ficha Técnica:

Título no Brasil : Os Suspeitos
Título Original : Prisoners
Ano de Lançamento : 2013
Gênero : Drama
País de Origem : EUA
Duração : 153 minutos
Direção : Denis Villeneuve
Estreia no Brasil : 18/10/2013
Estúdio/Distrib. : Paris Filmes
Idade Indicativa : 16 anos



✪✪✪✪✪ EXCELENTE

Há muito tempo não assistia um filme de suspense tão bom! Este é o tipo de filme que te prende do início ao fim, e só fica previsível muito próximo do fim. ótima história , ótimos atores.Enfim, excelente mesmo! Recomendadíssimo!
THE BLING RING - A GANGUE DE HOLYWOOD (THE BLING RING, 2013)

Nicki (Emma Watson), Marc (Israel Broussard), Rebecca (Katie Chang). Sam (Taissa Farmiga) e Chloe (Claire Julian), entre outros jovens de Los Angeles têm em comum uma vida meio vazia, de pais ausentes, como Laurie (Leslie Mann), mãe de Nicki, que não tem a menor noção do que as filhas estão fazendo nas ruas, durante o dia e, pior, durante a noite. Fascinados pelo mundo glamuroso das celebridades das revistas, como Paris Hilton, e artistas como Kirsten Dunst, o grupo começa a fazer pequenos assaltos na casa dessas pessoas, quando descobrem que entrar nas residências deles não é nada difícil. Cada vez mais empolgados com "os ganhos", o volume dos saques desperta a atenção das autoridades, que decidem dar um basta nos crimes dessa garotada sem limites. Baseado em fatos reais.
Ficha Técnica:
Título no Brasil : Bling Ring - A Gangue de Hollywood
Título Original : The Bling Ring
Ano de Lançamento : 2013
Gênero : Policial
País de Origem : EUA / Reino Unido / França / Alemanha / Japão
Duração : 90 minutos
Direção : Sofia Coppola
Estreia no Brasil : 16/08/2013
Estúdio/Distrib. : Diamond Films
Idade Indicativa : 16 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE
O filme é simplesmente demais! A história, baseada em fatos reais, a trilha sonora e os atores que desempenharam bem o papel , cada um com seu personagem. É surreal a ousadia dos envolvidos nos roubos às mansões dos famosos. Recomendo!
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