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A MALDIÇÃO DA CHORONA (THE CURSE OF LA LLORONA, 2018)
Título no Brasil: A Maldição da Chorona
Título Original: The Curse of La Llorona
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 93 minutos
Direção: Michael Chaves
Estreia no Brasil: 18/04/2019
Estúdio/Distrib.: Warner Bros. Pictures
Idade Indicativa: 14 anos

Ruim
A primeira coisa que nos aguça a curiosidade é o fato de "A Maldição da Chorona" ser baseado em uma lenda mexicana.
Só que esse fato não foi o suficiente para se criar um bom roteiro.
Primeiro longa de Michael Chaves, já responsável pelo terceiro filme da franquia "Invocação do Mal", e com produção do James Wan, explora nada sobre isso.

Logo no início do filme, sabemos que uma mulher mexicana afoga seus dois filhos, lá em 1673.
Mas o que motivou o crime?
O que levou uma mãe a afogar os próprios filhos?
Mesmo com versões distintas da lenda espalhadas ao redor do mundo, o longa não se preocupou em explicar.

Cena do filme (Reprodução)

Daí a história salta para a década de 70, onde Anna Garcia, uma assistente social norte-americana, viúva de um policial, se desdobra para criar os dois filhos, Chris e Samantha.

E a partir de uma investigação de maus tratos de uma mulher contra os filhos, a assistente social abre caminho para que o espírito da Chorona desperte o interesse em "adotar" seus filhos.
Para detê-la, Anna conta com a ajuda do Padre Perez (Tony Amendola) e Rafael Olvera (Raymond Cruz), ex padre e curandeiro, e que conhece bem a lenda.

Apesar de utilizar os famigerados jump scares, o uso do recurso não se faz suficiente para torná-lo um filme bom.
A caracterização da Chorona é dar pena.
É importante que o cinema retrate lendas ou histórias que rodam o mundo, mas que outros países não conhecem. Mas esta, definitivamente, foi jogada no lixo.



A MORTE TE DÁ PARABÉNS 2 (HAPPY DEATH DAY 2U, 2019)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns 2
Título Original: Happy Death Day 2U
Ano Lançamento: 2019
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 100 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 21/02/2019
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM





SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



A MORTE TE DÁ PARABÉNS (HAPPY DEATH DAY, 2017)
Título no Brasil: A Morte Te Dá Parabéns
Título Original: Happy Death Day
Ano Lançamento: 2017
Gênero: Terror / Suspense
País de Origem: EUA
Duração: 96 minutos
Direção: Christopher Landon
Estreia no Brasil: 12/10/2017
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
★ RUIM

SINOPSE:


A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

Eu nem sei por onde começar.
Pra início de conversa, já resolvi comentar o primeiro filme e a sequência no mesmo post.

Se você der uma esmiuçada na Internet atrás de críticas de "A Morte te dá Parabéns", vai se deparar com muitas críticas positivas.
Só que até agora eu não entendi a enxurrada de elogios ao Terror (sic), que no fim das contas tá mais pra Terrir.

Precisamos admitir que o gênero Terror não trouxe muita coisa original nesses últimos tempos, e está sempre fadado ao clichê e mecanismos já utilizados à exaustão em outros filmes.

Mas a ideia de "A Morte te dá Parabéns" ser algo tido como original (pelo menos no Terror) não quer dizer que o filme é bom.
É um Terror que passaria fácil na Sessão da Tarde.
Usa clichês de filmes slasher? Sim. Mas também utiliza dos clichês de filmes de colégio, com os nerds, as patricinhas, a garota popular e irritante, as irmandades. Gente, quem disse que esse filme é bom?
Aí vem com um serial killer com aquela máscara que mais parece ter saído de um filme da franquia "Todo Mundo em Pânico". Simplesmente não dá!

O primeiro é terror light. A sequência, uma mistura disso com ficção científica.
Pra quem assistiu o filme "Feitiço do Tempo", longa de 1993, ou a série recente da Netflix "Boneca Russa", esses dois filmes é um prato cheio. Mas, diferente do filme dos anos 90 ou a série, haja paciência pra um roteiro que não se desenvolve.



O ANO DE 1985 (1985, 2018)
Título no Brasil: O Ano de 1985
Título Origina: 1985
Ano Lançamento: 2018
Gênero: Drama
País de Origem: EUA
Duração: 85 minutos
Direção: Yen Tan
Estreia no Brasil: 25/04/2019
Estúdio/Distrib.: Supo Mungam Films
Idade Indicativa: 14 anos
★ BOM

Morando em Nova York e longe de casa há três anos, o jovem Adrian retorna para passar o Natal com sua família, durante a primeira onda de crise da Aids. Sobrecarregado com uma tragédia recente, o jovem procura se reconectar com sua amiga de infância, seu irmão mais novo e seus pais religiosos, enquanto luta para contar seus segredos.



O filme é todo rodado em preto e branco, o que deu mais veracidade à época em que se passa a história.
Bastante tocante, mas com enredo meio lento.
Esse vale a pena assistir.

OBSESSÃO (GRETA, 2019)

A solidão às vezes pode ser perigosa.
Pelo menos é o que o filme "Obsessão" (Greta) nos passa. 

O thriller de suspense é uma das melhores estreias deste ano.
Com  Chloë Grace Moretz e a maravilhosa Isabelle Huppert como as personagens principais, o longa consegue nos prender do começo ao fim. 

Quando Frances (Moretz) encontra uma bolsa esquecida no metrô de Manhattan, e resolve devolver à sua dona, Greta Hideg (Huppert), uma amizade improvável se inicia. 
O que a jovem não imaginava era que estava se envolvendo em uma trama da qual seria difícil se livrar, e de que a viúva solitária guarda muitos segredos.

Isabelle Huppert e  Chloë Grace Moretz em cena de "Obsessão" (Reprodução)

"Obsessão" consegue com maestria prender o espectador, e mesmo usando alguns clichês de filmes sobre psicopatas, não é previsível.

Cena de "Obsessão"(Reprodução)

Isabelle Huppert como sempre é um espetáculo à parte, (já assistiu Elle? Se não viu, corre).
A trilha sonora instrumental também é ótima e auxilia na criação do clima em cenas mais tensas. 

Desde "Louca Obsessão" (Misery), filme de 1990 e que rendeu à Kathy Bates o Oscar de Melhor Filme daquele ano, não se via um suspense à altura. "Obsessão" consegue ser equivalente.
O longa só peca pelo título em português né? 
Fora isso, excelente. 



TOC - TRANSTORNADA OBSESSIVA COMPULSIVA (IDEM, 2017)

Kika K. é uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs. Mas, por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional, enquanto precisa lidar com as limitações de seu Transtorno Obsessivo Compulsivo. Kika se depara com Felipão, um fã obsessivo, um namorado galã sem noção e os compromissos profissionais marcados pela sua exigente empresária.


Eu amo a Tatá Werneck. 
Mas ainda acho que ela não funciona sendo dirigida. 
Ela, assim como outros comediantes de era stand up, que desenvolvem bem as piadas e tiradas no improviso, soam forçados quando tem que seguir um script.

Neste filme não é diferente. 
Faz uma boa dobradinha com a vera Holtz, e consegue nos fazer dar risada em alguns momentos, mas emperra quando tem que ser dramática. Fica ruim.
Além disso, o roteiro do filme é péssimo, e o TOC do filme só é abordado em poucas cenas. 
Apesar de ser um assunto sério, poderia ter rendido melhores cenas, e salvado o filme. 
Ruim demais.

A BABÁ (THE NANNY, 2019)

Neste conto fantástico, uma menina chamada Noa e o irmão caçula, Michael são postos sob os cuidados de uma nova babá. Noa começa a desconfiar que a estranha cuidadora tem intenções sinistras, mas quando ela tenta expor a vilania da babá, ela descobre que a identidade dela é mais assustadora do que ela imaginou.


O filme traz um versão tosca da Babá Nanny McPhee, com atuações idem, nada se salva. 
A história, no final das contas, é terror pra crianças, e em nenhum momento cumpre a missão de assustar.

A MALDIÇÃO DA FREIRA (THE DEVIL'S DOORWAY, 2019)


Já tinha assistido ao spin-off de "Invocação do Mal", o morno "A Freira" e, quando me deparei com este, me veio à cabeça que poderia ser uma versão da freira Valak, só que de Taubaté. Estava enganado.

"A Maldição da Freira", filme irlandês lançado no ano passado, apesar de todos os clichês do gênero, consegue assustar os amantes do gênero.

O título original "The Devil Doorway" (algo como O Portal do Diabo), talvez funcionasse melhor.
Mas sabe como é, Brasil e seus títulos pitorescos que nada tem a ver com a produção, em alguns casos.

(Divulgação)

SINOPSE

No Outono de 1960, os padres Thomas Riley (Lalor Roddy) e John Thornton (Ciaran Flynn) são enviados pelo Vaticano a um asilo de Madalenas (lares destinados a mulheres orfãs, grávidas, prostitutas e doentes mentais) para investigar um suposto fenômeno milagroso, onde as estátuas da Virgem Maria choram sangue. 
O que eles não imaginam é que o local guarda mais segredos, entre eles uma jovem grávida e aparentemente, possuída por forças demoníacas. 

O primeiro ponto a se destacar sobre "A Maldição da Freira" é a fotografia. 
A edição de imagem foi tão bem trabalhada que até parece que estamos assistindo um filme rodado na década de 60! Seja pela imagem quanto pela sonoplastia, tudo é impecável.

Todo o mérito pode ser atribuído à diretora estreante Aislinn Clarke, que fez com que o filme mesmo tratando de um tema já batido, ganhasse um frescor.

Cena do filme (Divulgação)

Cheguei a ler muitas críticas sobre o uso do famigerado found footage, aquela filmagem que parece caseira. Aqui ele não foge à regra de muitas produções de terror, mas desta vez usadas a seu favor.
O uso do recurso foi fundamental para as cenas mais tensas.

A Madre Superiora (Helena Bereen) guarda segredos sobre o asilo

O elenco não tem nenhum nome conhecido, mas isso também não faz a menor diferença.
As interpretações são boas, e podem ser considerada até acima da média para filmes de terror, que geralmente traz atuações sofríveis. 

Engraçado como "A Maldição da Freira" não teve uma divulgação à sua altura. Uma pena, pois o filme é muito bem estruturado, e desenvolve bem a história por trás dos mistérios do lugar, além de ser muito superior ao "A Freira", derivado de Invocação do Mal.



AS BRUXAS DE EASTWICK (THE WITCHES OF EASTWICK, 1987)

SINOPSE

Três mulheres entediadas que vivem na pacata cidade de Eastwick, na Nova Inglaterra, estão sempre imaginando o homem ideal, até que conhecem o misterioso ricaço Daryl Van Horne. O estranho começa a satisfazer todos os desejos das amigas, iniciando uma verdadeira guerra entre elas, colocando a vida de todos os envolvidos de cabeça para baixo.



Tenho quase certeza que, caso você não tenha assistido esse clássico dos anos 80, provavelmente deve esperar por bruxas à la "Da Magia a Sedução" ou coisa do tipo. Já te dando spoiler: Não, não é.
O filme diverte, tem atuações incríveis do elenco principal, em algumas cenas o filme parece arrastado (o que era aquela cena do jogo de tênis?). Em resumo, não gostei muito não.

A CHEFA (THE BOSS, 2016)

Uma empresária é presa após ser flagrada usando informações privilegiadas. Quando ela sai da prisão, tem que enfrentar seus adversários e tenta construir um império dos brownies junto com sua ex-assistente.



Melissa McCarthy nunca foi uma das minhas atrizes de comédia favoritas. 
Alguns papéis foram bons, como "Uma Ladra Sem Limites" ou "As Bem Armadas", mas esse filme é muito ruim.
As piadas são forçadas, nem o elenco com Kristen Bell (The Good Place) e Peter Dinklage (Game Of Thrones) conseguiram salvá-lo.
Há comédias melhores que essa. 

O CHAMADO DO MAL (MALICIOUS, 2018)

SINOPSE

Quando Adam (Josh Stewart) aceita um emprego como professor universitário, ele e sua esposa grávida, Lisa (Bojana Novakovic), se mudam para um novo lar nos arredores da cidade. Tudo parece perfeito, até que Lisa sofre um aborto em circunstâncias misteriosas. ​Agora, ​ela se vê assombrada por uma entidade maligna que começa a atormentar sua vida, fazendo-a questionar sua sanidade. Lisa terá que lutar contra a razão para encontrar respostas e descobrir o que aconteceu com seu bebê.


Mesmo usando alguns clichês dos mês de terror, "O Chamado do Mal" é uma decepção.
História confusa, não assusta e com atuações sofríveis.
Outras produções do gênero já usaram a premissa da gestação do Anticristo, mas aqui não deu pra entender se essa era de fato a intenção. Mas caso fosse, não funcionou. 
Ruim, perca minutos da sua vida com outro filme.

QUANDO AS LUZES SE APAGAM (LIGHTS OUT - 2016)


Desde que era pequena, Rebecca tinha uma porção de medos, especialmente quando as luzes se apagavam. Ela acreditava ser perseguida pela figura de uma mulher e anos mais tarde seu irmão mais novo começa a sofrer do mesmo problema. Juntos eles descobrem que a aparição está ligada à mãe deles, Rebecca começa a investigar o caso e chega perto de conhecer a terrível verdade.O curta metragem "Lights Out", dirigido por David F. Sandberg,  foi o pontapé inicial para que o filme fosse produzido.O filme de curta duração viralizou na internet, e é assustador.
Confere aí:



Mais um filme produzido por James Wan, que é praticamente um coringa nas produções do gênero atualmente, "Quando as Luzes se Apagam" traz bons sustos e aquela vontade de dormir com a luz acesa.

Apesar do curta parecer criar mais tensão do que o longa, este cumpre seu papel no que diz respeito a susto fácil.
Vale lembrar também que, para um filme de baixo orçamento (quase todos do gênero são), foi bem produzido.
Só o final que deixa um pouco a desejar.


Título no Brasil:Quando As Luzes Se Apagam
Título Original:Lights Out
Ano Lançamento:2016
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:81 minutos
Direção:David F. Sandberg
Estreia no Brasil:18/08/2016
Estúdio/Distrib.:Warner Bros. Pictures
Idade Indicativa:14 anos
✪✪✪ BOM

CORRA! (GET OUT!, 2017)


Não me lembro qual foi a última vez que um filme de terror concorreu na categoria de "Melhor Filme". Geralmente filmes do gênero não concorrem na categoria, talvez por serem fracos demais, na maioria das vezes.
Mas "Corra! (Get Out, 2017) não é um filme de terror qualquer.

O longa  marca a estreia do ator/comediante Jordan Peele como cineasta.
Foi Peele que escreveu e dirigiu o longa, que conta com o astro em ascensão Daniel Kaluuya como protagonista.

Quem assistiu o filme deve ter lembrado dele no episódio "Fifteen Million Merits", o segundo da primeira temporada de Black Mirror.

Daniel Kaluuya em cena de "Black Mirror"

O roteiro traz questionamentos raciais dos mais interessantes, e é isso que faz com que "Corra!" seja um dos meus preferidos a levar a estatueta de Melhor Filme. Tem chance.

E é claro que, por ter sido escrito por um comediante, cenas cômicas dão as caras em "Corra" através do personagem Rod Williams, amigo de Chris, vivido pelo comediante Lil Rel Howery.
Talvez você que ainda não assistiu deve estar pensando que comédia e terror não combinam, mas vai por mim, você pode estra enganado. Tudo na dose certa aqui.

"Corra!" tornou-se um dos filmes indispensável na minha lista de recomendações.
Sendo bem sincero, apesar de ter a minha torcida, provavelmente não leva a estatueta (se levar em consideração as premiações pré-Oscar, "Três Anúncios para um crime" sai vencedor. Ainda não assisti, mas quando rolar eu deixo minha crítica por aqui).
Mas é um filme que merece toda a nossa atenção, por fugir à regra dos filmes de terror, geralmente considerados "vazios".

SINOPSE

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação inter-racial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.


Título no Brasil:Corra!
Título Original:Get Out
Ano Lançamento:2017
Gênero:Terror
País de Origem:EUA
Duração:104 minutos
Direção:Jordan Peele
Estreia no Brasil:18/05/2017
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:14 anos
✪✪✪✪✪ EXCELENTE





ME CHAME PELO SEU NOME (CALL ME BY YOUR NAME, 2018)

"Me chame pelo seu Nome" (Call me By Your Name) é a adaptação cinematográfica do livro de mesmo nome, escrito por André Aciman e lançado em 2007, e nos leva ao verão de 1983, na Itália.

Elio (Timothée Calamet) é um jovem de 17 anos, sensível e introvertido, que passa as férias com a família, e se vê num turbilhão de emoções com a chegada de Oliver (Armie Hammer), ajudante do seu pai nas pesquisas de cultura grego-romana.

Aos poucos, os dois se aproximam, dando início a uma intensa, porém delicada, relação.

Apesar da premissa homoafetiva contida no longa, o diretor italiano Luca Guadagnino tratou logo de dizer que não se trata de um filme Gay.

 “Não é um filme gay. Nunca o encarei dessa forma, porque, se assim o fizesse, estaria condenando meu filme ao gueto. Para mim, é uma delicada história de desejo e sobre o rito de passagem.” 

Considerável esse esforço de Guadagnino a não rotular o filme como um filme gay, mas, convenhamos, é um filme gay! rsrsrsrs.


A fotografia é de encher os olhos, um dos pontos altos do filme.
Sobre o enredo... o filme é beeeeeeeeem arrastado, pra ser bem sincero, com muitas cenas que nada acrescenta ao desenrolar da história. Nos minutos finais

Mas, no geral, é um grande concorrente ao Oscar deste ano (apesar de ter quase certeza que não leva a estatueta, pelo menos nesta categoria. Um beijo, "Moonlight").

"Me Chame pelo seu Nome" é um ótimo filme, graças a sua sutileza, pela fotografia incrível, mas peca pelo texto raso e por ser um tanto monótono.



Título no Brasil:Me Chame Pelo Seu Nome
Título Original:Call Me by Your Name
Ano Lançamento:2017
Gênero:Drama / Romance
País de Origem:Itália / França / Brasil / EUA
Duração:132 minutos
Direção:Luca Guadagnino
Estreia no Brasil:18/01/2018
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:14 anos

✪✪✪✪✪ EXCELENTE




BEIRA-MAR (BEIRA-MAR, 2015)

Em um final de semana de inverno, Martin e Tomaz se hospedam em frente ao mar. Eles são amigos, mas nessa viagem talvez descubram que podem ser algo mais.

Título no Brasil:Beira-Mar
Título Original:Beira-Mar
Ano Lançamento:2015
Gênero:Drama
País de Origem:Brasil
Duração:83 minutos
Direção:Filipe Matzembacher / Marcio Reolon
Estreia no Brasil:05/11/2015
Estúdio/Distrib.:Vitrine Filmes
Idade Indicativa:14 anos

Prêmios e Festivais

30º Festival de Cine en Guadalajara – Premio Maguey Special Mention
17º Festival de Cinema do Rio – Melhor Filme Novos Rumos e Prêmio Especial do Júri do Prêmio Félix
9º For Rainbow – Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator e Melhor Fotografia
65th Berlinale – Internationale Filmfestspiele Berlin – Forum
27th CinéLatino – Rencontres de Toulouse – Official Competition
18th Festival de Málaga – Cine Español
30th TGLFF – Torino Gay & Lesbian Film Festival
18th Pink Apple Film Festival
7th In&Out Rencontres Cinématographiques – Festival du Film Gay & Lesbien – Nice & Cannes
25th InsideOut – Toronto LGBT Film Festival
20th Schwule Filmtage Bielefeld
39th Frameline – San Francisco International LGBT Film Festival – World Cinema
QFlix Philadelphia
OutFest Los Angeles – LGBT Film Festival – International Dramatic Features
17th Taipei Film Festival – International New Talent Competition
4ª Muestra Internacional de Cine Queer de la Cineteca Nuevo León
IndieBo – Festival Internacional de Cine Indiependente de Bogotá
QueerLisboa
Cine BH
Festival Panorama Coisa de Cinema
Mostra de Cinema de São Paulo
Cine Esquema Novo Expandido


✪✪ REGULAR


Filme com temática LGBT, mas achei bem fraquinho.
O filme é bem arrastado, então precisa-se de um pouco de paciência, caso queira chegar ao final meio óbvio.
A história é bem superficial, não sendo o tipo de filme temático que você lembrará como o melhor filme gay.


AGNUS DEI (LES INNOCENTS - 2016)


A história, baseada em fatos reais, é ambientada na Polônia em 1945, quando uma jovem médica da Cruz Vermelha, Mathilde Beaulieu, é chamada para socorrer freiras polonesas. Mas, ao chegar no convento, ela descobre que várias religiosas estão grávidas após terem sido brutalmente estupradas por soldados durante a guerra.

Título no Brasil:Agnus Dei
Título Original:Les innocentes
Ano Lançamento:2016
Gênero:Drama
País de Origem:França / Polônia
Duração:115 minutos
Direção:Anne Fontaine
Estreia no Brasil:14/07/2016
Estúdio/Distrib.:Focus Filmes/Mares Filmes
Idade Indicativa:14 anos



✪✪✪✪✪ EXCELENTE

Um amigo me indicou esse filme assim que ele foi lançado nos cinemas.
Quando assisti, muito tempo depois da indicação, fiquei me perguntando: Porque demorei tanto?
O filme é incrível, com atuações idem e fotografia de encher os olhos.
Vale muitissimo a pena.
A GAROTA NO TREM (THE GIRL ON THE TRAIN, 2016)


Baseado no romance best-seller de Paula Hawkins, A Garota do Trem é adaptado para o cinema por Erin Cressida Wilson e Taylor.
Emily Blunt, Rebecca Ferguson, Haley Bennett, Justin Theroux, Luke Evans, Allison Janney, Edgar Ramirez, Lisa Kudrow e Laura Prepon estrelam no filme da DreamWorks Pictures A Garota do Trem, do director Tate Taylor (Histórias Cruzadas, James Brown) e do produtor Marc Platt (Ponte dos Espiões, Caminhos da Floresta). No suspense, Rachel (Blunt), que está desolada por seu divórcio recente, passa seu tempo indo para o trabalho fantasiando sobre o casal aparentemente
perfeito que vive em uma casa onde seu trem passa todos os dias, até que em uma manhã ela vê algo chocante acontecer lá e se torna parte de um mistério que se desdobra.


Título no Brasil:A Garota no Trem
Título Original:The Girl on the Train
Ano Lançamento:2016
Gênero:Suspense
País de Origem:EUA
Duração:112 minutos
Direção:Tate Taylor
Estreia no Brasil:27/10/2016
Estúdio/Distrib.:Universal Pictures
Idade Indicativa:14 anos



✪✪✪✪✪ EXCELENTE

Desde quando começaram a divulgar os trailers de "A Garota no Trem", fiquei curioso pra entender do que o filme se tratava. Sorte de quem já havia lido o livro.
Quando assisti, confesso que demorou um pouco pra me prender, afinal, e provavelmente só vai te prender também lá pela metade, quando tudo começa a fazer um pouco de sentido.
O filme é um ótimo thriller, mas precisa de um pouco de paciência do espectador.


CASA GRANDE ( CASA GRANDE - 2015)

Jean é um adolescente rico que luta para escapar da superproteção dos pais, secretamente falidos. Enquanto a casa cai, os empregados têm que enfrentar suas inevitáveis demissões, e Jean tem que confrontar as contradições da casa grande.

Título no Brasil:Casa Grande
Título Original:Casa Grande
Ano Lançamento:2014
Gênero:Drama
País de Origem:Brasil
Duração:115 minutos
Direção:Fellipe Barbosa
Estreia no Brasil:16/04/2015
Estúdio/Distrib.:Imovision
Idade Indicativa:14 anos



É aquele típico filme que retrata cotidiano, o que pra alguns é tido como "filme parado", ou "filme chato".
Eu gostei bastante do filme, com destaque pra empregada vivida pela Clarissa Pinheiro. Me diverti muito com ela em cena.

ÁGUAS RASAS (2016)


No thriller Águas Rasas, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É “Tubarão” para geração nova.

Título no Brasil:Águas Rasas
Título Original:The Shallows
Ano Lançamento:2016
Gênero:Drama / Suspense
País de Origem:EUA
Duração:86 minutos
Direção:Jaume Collet-Serra
Estreia no Brasil:25/08/2016
Estúdio/Distrib.:Sony Pictures
Idade Indicativa:14 anos


Comecei a assistir esse despretensiosamente, não esperando muito dele.
Mas me enganei. O filme é ótimo!
A Blake Lively, apesar dos poucos filmes no currículo (seu primeiro filme foi em "Quatro amigas e um Jeans Viajante", de 2005) dá conta do recado.
A fotografia é espetacular e os efeitos especiais são bem feitos.
Só achei o final forçado demais, mas tá valendo.
Nota 8.

GRANDES OLHOS (BIG EYES - 2014)


No final dos anos 1950 e início dos 1960, o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) alcança um sucesso além do que imaginava, revolucionando a comercialização da arte popular com suas pinturas enigmáticas de crianças abandonadas com grandes olhos. 
A verdade bizarra e chocante seria eventualmente descoberta: os trabalhos de Walter não eram criados por ele, mas por sua mulher, Margaret (Amy Adams). Os Keanes, ao que parece, viviam uma mentira colossal que enganou a todo o mundo. 
Uma história incrível demais para ser ficção, Grandes Olhos é centrado no despertar de Margaret como artista, o sucesso fenomenal de suas pinturas e sua relação tumultuada com o marido, que foi catapultado à fama internacional levando o crédito pelo seu trabalho.

Título no Brasil:Grandes Olhos
Título Original:Big Eyes
Ano Lançamento:2014
Gênero:Policial / Drama / Romance
País de Origem:EUA / Canadá
Duração:106 minutos
Direção:Tim Burton
Estreia no Brasil:29/01/2015
Estúdio/Distrib.:Paris Filmes
Idade Indicativa:14 anos




✪✪✪✪ ÓTIMO

Desde quando concorreu em algumas categorias do Oscar, estava pra assistir esse filme. Por vários motivos.
Primeiro, é do Tim Burton. Segundo, é baseado em uma história real. Terceiro, amo filmes que retratam outras décadas.
O filme é excelente, com reprodução dos anos 50 e 60 impecáveis.
O elenco é afiado, apesar de achar a Amy Adams bem fraca. Mas no final, ficou tudo muito bom.
Nota 8.
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